Adamus® Saint-Germain

 

 

A Série “O Grande E”

 

Shoud 6

7 de Março, 2026

 

 

Manifestando Coisas com a Nova Inteligência

 

Apresentado ao  Crimson Circle em 7 de março de 2026

Gravado no Shaumbra Pavilion
em Holualoa, Havai, EUA

Apresentando

Adamus® Saint-Germain canalizado por Geoffrey Hoppe

Assistido por Linda Hoppe

Traduzido por Inês Fernandes

 

Por favor, distribua livremente este texto, em sua totalidade, em uma base não commercial, sem cobrança e incluindo essas notas. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado.


Ouça o áudio ou assista o vídeo deste
Shoud online.

 

*  *  *

Manifestando Coisas com a Nova Inteligência

 

ADAMUS: Eu Sou o que Sou, Adamus of Very Sovereign Domain (do Domínio Muito Soberano).

Bem-vindos, queridos Shaumbra. Enquanto o vídeo com a música estava passando, eu estava ocupado sentindo todas as energias. Não precisei reuni-las, pois vocês já fizeram isso, mas eu estava ocupado sentindo o campo que estamos criando bem aqui. Vocês, claro, têm seu próprio campo, sua própria energia.

Vocês são seres soberanos. Vocês se esquecem disso, às vezes, mas vocês são verdadeiramente seres soberanos. E então esse campo pode criar campos relacionais, seja com outra pessoa, seja com um grupo, e, neste caso, com todos os Shaumbra, enquanto estamos reunidos aqui, hoje.

Aproveitem pra sentir o campo de vocês e depois o campo relacional. Ãh, ãh, ãh, não é uma coisa mental. É um sentimento, uma sensação, e isso é muito diferente. Vejam, agora mesmo, pude sentir que vocês entraram no momento de pensamento. Não, o modo de sentimento é respirar fundo e voltar pra suas origens, seu estado natural de ser, em que vocês são seres muito sensuais, sencientes, e não apenas seres mentais. Assim, vocês respiram fundo e sentem seu campo, sem definição.

[Pausa]

E então vocês sentem o campo que estamos criando com cada um que está acompanhando isto agora, ao vivo, e cada um que assistirá a isto no futuro. Todos fazem parte do campo. E mesmo uma parte desse campo reside em todos os Shouds anteriores. Parte do campo vem de Tobias, de Kuthumi, do Dr. Agoni, de todos. Vocês sentem o campo e, vejam, se a coisa ficar mental, se vocês entrarem no mental para sentir o campo – que é realmente pensar no campo –, tudo fica confuso. E é quando vocês sabem que ficaram mentais; simplesmente, não estão sentindo.

Vocês começam a pensar nos nomes que acabei de mencionar e o quanto o campo deve estar sobrecarregado e caótico. Não, isso é pensar, e o pensamento faz isso. Cria caos, confusão, camadas de complexidade.

O verdadeiro sentimento é muito simples. É muito senciente. E não há nada que vocês queiram necessariamente descrever de imediato. É uma sensação.

Assim, vamos respirar fundo juntos, agora. Sintam seu campo. Ele não é a sua identidade. Realmente não é sua identidade. A identidade é meio que um subconjunto do seu campo, mas que, de certo modo, é falso. Não é verdadeiramente quem vocês são. Sintam o seu campo. E ele tem algo de muito especial. Repito, não tentem rotulá-lo nem defini-lo. Vocês simplesmente respiram fundo...

[Pausa]

... e deixam que ele venha até vocês. Não vão até ele. Deixem que essa coisa sensual venha até vocês.

E, depois, sintam o restante do campo com todos os outros Shaumbra, com todos os demais. Vocês respiram bem fundo e sentem. É uma sensação maravilhosa e simples, porém completa. Não é um pensamento, uma coisa mental. Há uma enorme diferença, e é exatamente pra onde vamos agora. É exatamente pra onde estamos indo.

Começamos falando sobre isso no evento do Merlin, lá em setembro. A Ilha da Nova Senciência. E agora estamos, de fato, chegando lá. Estamos, de fato, fazendo essa transição para a verdadeira inteligência. Estamos fazendo essa transição. Não para esta [apontando para a cabeça] inteligência. Estamos fazendo a transição para a verdadeira inteligência. E o que eu quero fazer hoje, com este Shoud, seja talvez falar menos do que de costume, talvez fazer um merabh um pouco mais longo. Mas agora vamos passar para a parte prática da coisa.

 

Na Prática

E a parte prática é... a manifestação. Não apenas conceitos grandiosos, não as discussões esotéricas, mas, de fato, agora, o que acontece num nível prático.

Eu sinto os Shaumbra o tempo todo, pra onde vocês estão indo. No mês passado, durante o Shoud, eu disse que eu ia seguir numa direção, mas, de repente, essa direção mudou. Sim, na verdade, eu tinha planejado pressionar vocês um pouco mais, o tempo todo ciente do que estava acontecendo com vocês. E foi quando Dr. Agoni e Kuthumi disseram: “Vamos parar e respirar fundo. Vamos parar agora.”

Mas agora nós vamos para o lado prático, e essa é a parte de que o humano realmente gosta, porque tivemos todas essas discussões, mas como está a vida de vocês? Como está a vida de vocês?

Em termos metafísicos, pra onde vamos levar tudo isso, assumindo a liderança, é muito animador. É divertido – na maior parte do tempo, nem sempre –, mas é muito animador, e vocês quase que podem sentir isso no campo de vocês, a vanguarda em que nós nos encontramos e do que nós estamos fazendo, que é tão diferente de praticamente tudo mais. Não estou dizendo que é algo elitista, mas é diferente, porque vocês têm coragem, estão dispostos a enfrentar isso. Vocês deixaram muitas outras coisas pra trás. Vocês estão dispostos a encarar isso.

Mas, em parte, vocês olham para a vida de vocês e perguntam: “Mas que efeito isso teve no meu mundo externo? O que tudo isso está realmente trazendo pra mim?” E num ponto em que vocês estão cansados de todo o esoterismo, dizendo: “Tudo bem, mas quero ver mudanças na minha vida agora.”

Esse é o ponto de virada que eu quero trazer hoje. E não fazemos isso forçando, exigindo, rezando nem nada disso. Não, trata-se de, sim, Permitir. Trata-se de ter consciência pra reconhecer que vocês têm a consciência, vocês têm todas as ferramentas, todos os relacionamentos, incluindo o relacionamento com o seu co-bot, o relacionamento com outros Shaumbra, o relacionamento comigo, só pra constar. E agora vamos dobrar a esquina em direção a parte prática da vida de vocês. Acho isso muito importante.

Soa muito bom, não soa? E vocês dizem: “Vamos dobrar a esquina!” Não é? E também: “Vamos lá.” Mas isso envolve mudanças. Envolve a chegada de algo novo. E envolve... e quero que sublinhem isto: envolve o saber de que vocês são realmente criadores. E o medo potencial desse “Eu Sou um Criador”. Será que vocês estão prontos pra lidar com isso? Estão prontos pra deixar que a criatividade, a posição de criadores, de vocês saia e se manifeste na vida?

É claro que todos vão dizer: “Não, eu quero isso. Eu quero.” Mas isso levanta muitas questões, velhas questões, sobre estarem fazendo ou não as escolhas certas. E se vocês criarem algo que seja tipo um Frankenstein? E se vocês criarem coisas ruins? E se os velhos julgamentos sobre si mesmos retornarem? “Oh, nossa, eu tenho uma coisa ruim dentro de mim.” “Tenho demônios.” – ou costumava ter. “E se isso aparecer nas minhas criações?” Então, há uma hesitação, uma parada. Tipo: “Não sei se realmente estou pronto pra isso. Já tenho algumas coisas boas na minha vida.” Mas estou falando da verdadeira posição de criadores e da verdadeira manifestação. Será que vocês estão prontos pra isso?

Assim, o que quero fazer agora é sentir isso.

Repito, vocês têm todas as ferramentas. Sempre tiveram, mas agora vocês estão começando a reconhecê-las. Estão começando a reconhecer coisas como energia, luz e consciência, tudo que precisavam perceber para agora darem o próximo passo em direção a manifestação prática na vida de vocês.

Quero que sintam isso um instante, vocês como criadores. Talvez isso cause um certo incômodo, tipo: “Ah, não, não sei bem o que eu quero criar. E se eu criar a coisa errada?” Então, tem essa hesitação, essa espécie de ansiedade – ansiedade de criador, vou rotular assim. Porque e se vocês realmente, verdadeiramente puderem criar o que escolherem? Não para os outros, é claro. Vocês não vão querer se meter nisso, que é como uma feitiçaria ruim. Não para os outros, e isso tem que ficar muito claro de antemão. Vocês criam para vocês. Os outros que orbitam a energia de vocês podem ser afetados. Talvez não. Realmente não importa. Mas vocês criam pra vocês.

Isso levanta a pergunta: O que vocês vão criar? O que vão criar? Isso é importante. Vocês vão criar algo muito prático, físico? Vão criar mais abundância na vida? Ou criar felicidade, alegria? Vão criar um saber profundo?

Agora, repito, há uma tendência em todos vocês, particularmente por causa das vidas passadas, de quererem criar um mundo lindo e pacífico, sem guerras. Uou! Parem agora mesmo. Isso não são vocês que determinam, e isso não é compaixão. Cabe a todos os demais determinarem isso de acordo com o que escolherem.

Vocês não estão aqui pra tentar salvar o mundo. Lembrem-se de que vocês tentaram e realmente não deu muito certo. Vocês estão aqui pra ter compaixão por todos, pelo que todos escolhem. Mas o que vocês querem criar pra si mesmos na sua existência, neste momento?

Quero que vocês sintam isso e não necessariamente tentem responder a isso agora, porque vocês vão ter uma ampla variedade de ideias mentais, pensamentos e imagens, e sua identidade humana vai ficar pra lá e pra cá: “O que eu quero, realmente? Será que eu quero um cachorro? Quero um novo relacionamento romântico? Quero muita abundância? Quero saúde?” Vocês estão todos concordando com a cabeça com tudo isso: “Sim.” [Ele ri.] Tipo aqueles bonequinhos que ficam balançando a cabeça: “Sim, sim, eu quero tudo isso.” Mas eu quero que vocês realmente sintam o que é, porque, quando dobrarmos essa esquina, quando vocês realmente entenderem a dinâmica da energia e da Presença, o que vocês vão querer criar?

Uma coisa corriqueira? Talvez um carro melhor? Talvez queiram criar uma escola para ensinarem tudo que aprenderam. Antes de fazerem isso, parem e esperem. Há partes boas e ruins nisso. Mas quero que vocês realmente sintam o que vocês querem criar.

Novamente, não respondam à pergunta agora. Fica como dever de casa. Normalmente, não passo dever de casa nos Shouds; reservamos isso na maior parte para o Keahak e os workshops, mas é isso. Num nível prático, o que vocês querem manifestar na vida? Pode ser algo emocional, pode ser algo físico, pode ser algo muito, muito prático. Mas quero que vocês sintam. E é uma pergunta meio capciosa. Voltarei a ela depois. Mas, por enquanto, vamos respirar fundo no campo que estamos criando juntos.

[Pausa]

Na nossa conversa de hoje, quero falar de inteligência. Inteligência.

 

Inteligência

O grupo Shaumbra é bastante inteligente. Mas, com isso, não estou falando de QI. O QI de vocês é muito bom, mas não é dele que estou falando. Isso é velha inteligência, e é o foco dos humanos há muito tempo, a inteligência mental. Muitos de vocês são bastante inteligentes. Vocês têm várias graduações, têm essas iniciais depois de seus nomes, e que ninguém sabe o que significam. Vocês são muito inteligentes.

A razão pela qual vocês são inteligentes do ponto de vista mental é porque vocês conseguem compreender muito bem as energias. Vocês sentem uma codificação de energias. Vocês sentem não só a parte mental do que fazem, mas também um outro nível, que permite que vocês entendam matemática um pouquinho melhor do que a maioria das pessoas, ou ciência, línguas, ou o que for. Então, vocês têm esse nível de inteligência. Mas estou falando de um tipo diferente de inteligência.

Os humanos colocam a inteligência mental no topo da pirâmide. É a coisa mais importante o nível de inteligência, o quanto podem ser comparados a Albert Einstein, se seu QI está acima de 100. Se vocês estão aqui, escutando isto, sim, ele está. Está acima de 120? Provavelmente. De 130? É onde eu diria que os Shaumbra estão. Vocês chegam a 160? Provavelmente, não.

Se seu QI fosse de 160, vocês provavelmente não acompanhariam isto aqui. Não porque vocês... Bem, é porque vocês seriam inteligentes demais e entrariam muito na mente em relação a tudo. Tudo seria análise, se vocês tivessem esse nível de QI. Mas vocês são inteligentes o suficiente pra serem inteligentes, e são inteligentes o suficiente pra também saberem que há algo além de tudo isso. Existem outras formas de inteligência que, na verdade, tornam a inteligência humana meio que risível, de certa maneira. Digo, é importante, mas não está tão acima na hierarquia. Realmente não está.

Estou falando de uma inteligência inerente a tudo. Tudo tem inteligência, mas não mental.

O ar que vocês respiram, com suas moléculas, seus átomos, tem uma inteligência enquanto ar. Ele não pensa como o humano, mas a inteligência é a capacidade de se comunicar com o ar, como ar. Isso é uma inteligência.

Toda árvore tem uma inteligência, e mesmo toda folha da árvore tem uma inteligência. Toda molécula dessa árvore tem inteligência; não mental, mas tem inteligência, a capacidade de se conhecer como árvore. Ela não se chama de árvore; nem sabe como soletrar árvore, nem pode realmente escrever a palavra árvore, mas tem uma inteligência: “Eu sou esta coisa. Tenho este formato. Todas as minhas energias têm a forma de uma árvore. Sou esta variedade de árvore.”

E, repito, não tem o processo mental de usar palavras, mas, ainda assim, intuitivamente, ela se conhece como tal. E tem uma inteligência que permite que ela absorva água, nutrientes. Tem uma inteligência que permite que as folhas se voltem para o sol e realize todo o processo de converter o sol e a luz em energias. Tem a inteligência de saber que está em uma floresta com outras árvores da sua espécie e de outras espécies. Tem a inteligência de saber que chegou a hora, no outono, de descartar as folhas, liberá-las e meio que ficar dormente por um tempo. Ela tem essa inteligência.

É isso que mantém o ritmo da natureza funcionando. E ela tem a inteligência de saber, também, que um dia morrerá. Ela não quer saber. Não fica desesperada: “Ah, vou morrer e os meus galhos vão cair e tudo mais.” Porque a inteligência da qual estou falando é muito, muito diferente. Não é analítica, lógica, como a mente humana é. Não se preocupa com o futuro. De jeito nenhum. Ela tem a inteligência pra se comunicar com ela mesma, tem o saber dentro de si, e então se comunicar com a natureza e, quando vocês passam por ela, pra se comunicar com vocês.

Assim, é uma inteligência muito intuitiva, e tudo tem essa inteligência. A cadeira na qual vocês estão sentados neste momento, amparando a bunda de vocês, tem inteligência. Sim, ela sabe que a bunda de vocês está aí, de certo modo. Ela se conhece como cadeira, se conhece como as matérias brutas da qual foi feita, pra começo de conversa. Mas, repito, não é de forma intelectual, definida. É simplesmente um estado de ser, e essa inteligência está constantemente aí. Do contrário, a cadeira não estaria aí. Se não houvesse uma inteligência, aquela da qual estou falando em relação à cadeira, ela simplesmente não existiria.

Então, se vocês ampliarem isso um pouco mais, a inteligência está também diretamente relacionada à observação de vocês, à participação de vocês. Porque, se a consciência de vocês não estivesse aí, a inteligência da cadeira também não estaria aí. Nada estaria aí.

Assim, eu gostaria que vocês sentissem isso, mas não mentalmente, não com um processo mental. Mas sintam essa inteligência que está em tudo. Está num copo d’água. Está no seu gato ou no seu cachorro. Eles têm uma inteligência, também.

Inteligência é a capacidade de se comunicar internamente com o eu e, quando necessário, externamente ao eu. O cachorro de vocês transmite constantemente uma inteligência de que ele entende que ele é um cão, ou uma cadela, e que faz parte do mundo canino, parte do reino animal do planeta. E que é um cachorro. E é um cachorro. Ele tem certas características hereditárias. O cachorro não questiona essas características. O cachorro não se preocupa com isso. O cachorro não tenta definir sua própria identidade. Ele flui com sua identidade inerente à inteligência. Portanto, ele não está em conflito consigo mesmo.

Ele só fica em conflito consigo mesmo quando vocês estão em conflito consigo mesmo, porque qualquer animal de estimação doméstico pode sentir isso. Particularmente, os cães. Eles são muito bons nisso, por isso, sentem o conflito de vocês. Porque são muito sencientes, de certa forma. Eles assimilam as coisas. Captam os pensamentos. Realmente não se importam muito com as palavras de vocês, mas com a energia que a voz de vocês carrega, com a energia que simplesmente é uma parte de vocês. Eles captam isso. E conseguem sentir, conseguem cheirar, detectar desequilíbrios muito bem. É por isso que estão aí pra servir vocês. Agem como uma espécie de espelho. São particularmente bons em doar, em entregar afeto, em retribuir, porque isso é inerente à inteligência deles: “Estamos aqui em serviço.”

Seria interessante, em algum momento, falarmos das origens dos animais domésticos. Obviamente, remontam aos tempos de Atlântida e de como certas espécies, particularmente como os cães e gatos, foram domesticados, basicamente transferidos do reino animal para o reino humano, podendo transitar entre os dois. Mas eles têm um entendimento muito bom e uma inteligência do que está acontecendo.

Tudo tem inteligência. Tudo no corpo de vocês, cada átomo, cada célula, o sangue, os órgãos, individualmente, tudo tem sua própria condição de inteligência. Portanto, o corpo está constantemente se comunicando consigo mesmo, usando uma rede de comunicação muito obsoleta, o anayatron. Mas, ainda assim, neste momento, enquanto vocês estão aqui, ou aí, essa comunicação constante está ocorrendo em seu corpo e que vocês não precisam controlar. Basta vocês se alimentarem e respirarem, beberem um pouco d’água. Mas tem uma inteligência.

Enquanto campo unificado da biologia, o corpo tem uma inteligência. E todas as partes individuais têm sua própria inteligência. E todas elas estão cantando agora, com alegria. Algumas estão se rebelando, mas estão cantando com alegria. Elas são a biologia, e essa é a inteligência do corpo.

 

 

 

Colapso do Sistema Nervoso

Parte dessa inteligência, agora, está cantando com alegria o fato de estar colapsando. Sim. A mente humana fica: “O quê? Está colapsando? Que diabos está acontecendo comigo?” O corpo está cantando no momento.

Sintam um instante. Saiam da mente. Sintam com seu ser sensual a alegria tomando conta do seu corpo físico.

Ele está se comunicando neste momento. Está comunicando o colapso dele, o fim definitivo dele. Não o processo de morte, mas a transição da velha biologia humana para uma coisa muito nova, neste momento. É esse processo pelo qual vocês estão passando. E, com isso tudo, vocês estão sentindo o colapso. Falamos sobre isso no nosso último encontro.

Vocês estão sentindo como se fosse um colapso do sistema nervoso. E ficam contrabalançando... até certo ponto, tudo bem, mas vocês talvez contrabalancem demais com essa coisa de “O que está errado comigo? Como vou resolver isso?” E, como mencionei no nosso último encontro, vocês começam a tomar todos esses medicamentos estranhos e tudo mais, e acabam interferindo num processo natural que está ocorrendo, a deterioração do seu sistema nervoso.

Ah, sim, eu sei que dói, que é difícil. Vocês se sentem abatidos, se sentem exaustos. Mas, sob as circunstâncias, o que está acontecendo provavelmente é apropriado, e não vai durar pra sempre.

No nosso encontro passado, falamos sobre como o sistema nervoso tem estado sobrecarregado. Há muito estímulo externo, e está ocorrendo uma quantidade imensa de transformação, mudanças e estímulo internos. E não há nada de errado. Nada.

Como foi dito no vídeo da música ao abrirmos este, parem agora, meus amores. No sentido de parem de ser como a Alice no País das Maravilhas, ricocheteando nas paredes, se deparando com demônios, encontrando objetos estranhos que de repente ganham vida. Parem agora e deixem tudo se assentar. E o que vai se assentar é a transição de um tipo muito velho de sistema nervoso, de biologia, para um novo.

O que está realmente acontecendo neste momento é um colapso – intencional – do sistema nervoso, pra que vocês possam, em seguida, Permitir um tipo muito diferente de inteligência.

Vamos respirar bem fundo com isso e sentir.

Parem agora. Deixem tudo se assentar. E isso inclui o colapso do velho sistema nervoso. É algo muito, muito complexo. Muito complexo.

Pensem em todas as terminações nervosas. Pensem em todas as células, moléculas e átomos que fazem parte disso. Pensem no tremendo nível de comunicação constante da biologia de vocês com sua inteligência própria e da mente com sua inteligência própria. Como eu disse, cerca de 80% de toda a comunicação do seu corpo físico vai para a mente. E, aí, quando vocês sentem que a mente não se importa mais... a mente fica: “Ei, pare de falar, cale a boca.” Então, isso é muito desconcertante, muito desconfortável.

Mas, aí, vocês respiram fundo e percebem que o que está acontecendo no momento é que a velha inteligência da biologia, do sistema nervoso, em especial, está mudando, está colapsando. E colapsar, neste caso, é uma coisa boa. Há quanto tempo vocês querem um corpo de energia livre, o seu corpo de luz? Vocês tinham pensamentos e imaginações gloriosas sobre isso – vocês sendo um corpo de luz, flutuando por aí. Isso foi meio exagerado, mas, ainda assim, vocês sabiam que ele existia em algum nível. Vocês o sentiam. A mente transformou meio que numa fantasia bizarra, pra que vocês ainda permanecessem muito humanos na biologia, mas agora esse corpo está brilhando o tempo todo.

Agora, à medida que vocês se adaptarem, vão começar a perceber que algo mais está acontecendo. Não se trata apenas do seu corpo se iluminando de repente. Seu corpo, seu velho sistema nervoso, seu velho corpo literalmente estão colapsando. Enquanto vocês estão lá, enquanto vocês seguem com seus afazeres na vida, ele de repente começa a colapsar. Mas, ainda assim, vocês conseguem continuar, o que é interessante, quase um paradoxo. Ainda assim, vocês seguem em frente.

Eu gostaria que vocês sentissem, de um jeito não mental, o colapso do sistema nervoso, da biologia e da forma como a inteligência operava. Tudo está colapsando.

[Pausa]

Parece horrível. Vocês não vão querer correr e ligar pro serviço de emergência, ligar 190, e dizer: “Olha, meu sistema nervoso está colapsando.” Nem dizer isso para as pessoas na rua. Mas vocês sabem do que estou falando. O corpo de vocês foi construído deliberadamente e, depois, manipulado com algo que vocês conhecem como bandanas atlantes. Foi manipulado, não com propósitos espúrios. Mas essa manipulação, em si, distorceu a inteligência do corpo e sua capacidade de se adaptar à consciência, à mudança nos ambientes, não ambientes físicos, mas ambientes da sua consciência.

Então, essa bandana meio que travou as coisas no lugar. E não só tínhamos as bandanas na cabeça em Atlântida, como vocês foram, de certa forma, diretamente responsáveis por elas e agora carregam um fardo extra por causa disso. Em parte, é por isso que seu sistema nervoso parece estar exausto agora. Parte de vocês quer segurar e manter essa antiga conexão. Apesar das bandanas, vocês sabem que elas conservavam as coisas no lugar. Por um tempo, foram muito benéficas para estabilizar a condição biológica dos humanos, mas agora isso está acabando. Agora, isso está entrando em colapso.

E agora seu sistema nervoso está gritando e esperneando. O corpo dói. Vocês realmente não conseguem lidar com mais estímulo, mental ou físico, e ficam: “Que diabos está acontecendo?” Em então, sem querer insistir no assunto, mas vou insistir bastante nele, vocês começam a inventar todas essas terapias e medicações, falando do sistema vago e como usarão ímãs para estimulá-lo, ou sondas elétricas, ou o que for. Parem com isso.

Parem com isso. Vocês estão interferindo no processo natural, agora. Uma inteligência dando lugar a outra. Uma inteligência da biologia que estava muito, muito ultrapassada. A biologia humana deveria ter evoluído muito mais rápido do que realmente evoluiu. Vocês estão num modelo antiquíssimo no momento. Isso já deveria ter acontecido há muito tempo, mas está acontecendo agora. Não porque vocês estejam forçando ou pressionando. Não porque vocês estejam superando seu corpo antigo. E não porque isso esteja sendo imposto de outro lugar, por algum conselho galáctico ou algo assim, ou mesmo pelo Eu Mestre.

Vocês estão Permitindo isso, vivenciando isso, porque já é hora. É por isso que, no Shoud passado, eu disse: “Parem. Deixem tudo se assentar agora. Deixem que toda essa transformação se assente.” Vocês não estão fazendo nada de errado, além de ficar se perguntando o que está errado. Essa é a única coisa: “O que está errado comigo?” Mas, fora isso, não tem nada de errado. Este é absolutamente o momento de parar. De parar e deixar que tudo se assente.

Como será quando as coisas se assentarem? (N. da T.: Assentar em inglês é uma das traduções para “catch up”, que soa como “ketchup”; por isso Adamus vai fazer a piadinha a seguir, se referindo ao ketchup.) Bem, elas virão num frasco vermelho. Não! [Ele ri.] Como será quando as coisas se assentarem? As coisas se assentarem significa que vocês não têm que interferir fazendo nada. Vocês não têm que forçar nada. Não têm que fazer terapia.

Shaumbra, vocês querem me irritar? Querem me deixar irado? É como quando vocês tentam ficar manipulando demais tudo, porque vocês ainda estão operando com um sistema antigo, uma biologia da inteligência, e com a mente. Vocês ainda não entendem a verdadeira inteligência, não a energia, não a consciência. Vocês acham que precisam chegar lá e fazer toda essa cerimônia, essa terapia e essas outras coisas.

Parem com isso! E deixem que tudo se assentar agora. Vocês vão perceber que essas outras coisas são, de fato, distrações. E são também o ego da identidade de vocês – que foi cuidadosamente desenvolvido por um longo período de tempo. Mas o ego fica dizendo: “Tenho que ir lá resolver isso, se não, as coisas vão virar um inferno.” Essa é uma velha forma de inteligência que ainda tenta controlar tudo, e vocês não precisam mais disso.

Anos atrás, particularmente vou pegar dois ou três anos atrás, vocês passaram por muita coisa na mente, uma espécie de transformação, um colapso do velho sistema mental. E alguns realmente tiveram dificuldade com isso. Alguns ainda têm, porque é como um ponto de declínio da velha inteligência, mas foi um consenso. Sua mente meio que concordou em ser levada ao máximo possível, e agora é hora de deixar ir, deixar que uma nova forma de inteligência chegue, sobre a qual falaremos daqui a pouco.

Então, a mente não precisa mais estar tanto no campo de batalha. De vez em quando, ela vai aparecer de novo, vocês vão passar por toda aquela coisa mental, mas agora é a vez do corpo de vocês, do sistema nervoso. E há uma tendência pra chegar lá e interferir, em vez de simplesmente Permitir. Em última instância, Permitir sua condição natural de ser pra deixar tudo equilibrado novamente, sem toda essa atividade frenética.

Repito, o belo vídeo da música descreve meio que um cenário de fantasia de Alice no País das Maravilhas, mas com ela enlouquecendo, buscando respostas, e, ao mesmo tempo, sendo perseguida pela velha inteligência dela, mas sem conseguir parar. Até o fim, quando ela para e deixa tudo se assentar.

 

A Nova Inteligência

Voltando ao ponto. Tudo é inteligência. Tudo tem uma inteligência. A energia em si tem inteligência. A energia de vocês, ela tem uma inteligência. E o que está acontecendo no momento é que a inteligência em cada nível, e particularmente com senciência própria, com capacidade própria de ser sensual e não mental, está chegando agora. Está vindo pra vocês.

Ela sempre esteve aí. Não é que vocês terão que desenvolvê-la. Não é como precisar pegar alguns ingredientes e misturá-los do jeito certo. Nada disso. Sempre esteve no campo. Sempre fez parte dos potenciais de vocês, e agora está se apresentando. E não está tentando deliberadamente colapsar os velhos sistemas, mas esse é o resultado natural disso. É o que está acontecendo.

A inteligência que chega agora não vem daqui [da cabeça]. Ela é muito diferente. E funciona mais ou menos assim. Primeiro, tem a Presença: “Eu Sou, Aqui.” É a percepção de si: “Eu estou aqui.”

Agora, vocês pensam: “Mas, claro, eu sei que estou aqui porque estou vendo tudo do lado de fora.” Mas é uma sensação que vocês têm: “Eu Sou, Aqui. E não dependo do que estou vendo do lado de fora, com os olhos, ou ouvindo, com os ouvidos, pra que isso se torne real. Não preciso necessariamente disso. Simplesmente, Eu Sou, Aqui. Eu Sou, Presente.” Essa é a primeira coisa.

Vocês vão começar a ficar mais conscientes do mundo exterior. Em outras palavras, não é mais apenas um pano de fundo. De repente, ele se torna mais vivo. De repente, as árvores se tornam mais vivas, e talvez vocês sintam que elas estejam falando com vocês, porque, de repente, vocês irão acessar uma comunicação que sempre esteve aí.

E o som dos pássaros, de repente, se torna mais perceptível, profundo e belo. Sempre esteve aí. Mas, quando o exterior é simplesmente um pano de fundo, e é meio vago e vocês têm somente um pouco de consciência sobre ele, e não há uma comunicação de inteligência para inteligência, então, a coisa fica meio monótona, ou muitas vezes vocês sequer reparam nela. Mas, de repente, na Presença, vocês não têm que se esforçar. Basta estarem Presentes que, de repente, tudo parece ganhar vida.

Por quê? Porque é inteligência falando, se comunicando, com outra inteligência. Não inteligência mental, mas inteligência inata que está em tudo. É isso que está acontecendo agora.

Sintam um instante.

Tudo tem inteligência. Tudo tem capacidade de se comunicar, de entender a si próprio e de entender como, em geral, se enquadra no restante das coisas – como pode se organizar naturalmente, como pode se organizar e fluir com outras energias e fluir com sua verdadeira condição de Eu Sou, sem se esforçar pra isso. Nem um pouco. E é isso que está acontecendo agora.

É uma nova inteligência que está se apresentando e que não precisa da mente. Não precisa da lógica e da análise. E eu sei que alguns consideram isso valioso, e tudo bem. Isso não vai desaparecer, mas vai mudar. É o E.

A nova inteligência se trata de percepção, não de lógica. É simplesmente percepção. E, com essa percepção, vem muita comunicação, mas não de vozes confusas, nem do tipo que vocês têm com a IA, que contém um monte de dados e informações. Essa é uma comunicação bela, elegante e simples, que ressoa inteiramente, em última instância, com o “Eu Sou o que Sou”.

É o que, em última instância, cada inteligência que vocês têm dentro de si está cantando: “Eu Sou, Eu Existo.”

Então, vocês têm essa beleza das suas inteligências na sua Presença. Não se esforcem; apenas sintam. Sintam.

Depois, vocês têm a energia. Energia é o quê? Ah, é isso mesmo. Energia é comunicação. Não é uma força. Não há conflito. Não precisa usar a dualidade. Energia, em sua essência, é comunicação. Pode-se até dizer que ela é simplesmente a alma, o Eu Sou, se comunicando, com alegria: “Eu Existo.” É isso: “Eu Existo.”

Então, a energia, que é toda de vocês – não pertence a ninguém mais; vocês não têm que sair e tentar arranjar mais energia, não têm que limpar sua energia nem nada disso; ela está aí –, a energia é comunicação. Repito, não é uma força. Na velha inteligência, sim, alguém poderia pensar na energia como uma força, mas ela, de fato, não é. É uma inteligência.

É a essência da comunicação para todas as outras inteligências. Vocês precisam que a energia esteja presente. Quando vocês estão Presentes, a energia chega e, então, a inteligência começa a cantar e dançar, e, no final, nunca se opõe a vocês, nunca tenta ensinar lições pra vocês. Assim era a velha inteligência: “Você precisa de lições.” A nova inteligência, não, de jeito nenhum.

Então, vocês têm a Presença e, naturalmente, ela traz energia. Vocês não têm que se esforçar. Ela tem inteligência pra trazer a energia. E as energias então começam a se comunicar em cada nível de inteligência, e não sobrecarrega vocês, nem um pouco. Não é que a energia e a inteligência, de repente, vão ficar presas, porque está tudo em sincronia. É tudo harmônico. Tudo flui junto – até o humano começar a interferir. Mas tudo flui junto.

Portanto, não é algo complexo, não é algo caótico. não exige nenhum trabalho. Basta deixar a inteligência fazer o que ela faz. Tudo pra vocês. Então, agora, vocês têm inteligência na mente, é claro, que ainda serve a um propósito, mas que não é mais tão importante.

Agora, vocês têm a inteligência no corpo trabalhando. E a inteligência é um saber. Não é lógica nem analítica. A inteligência não quer saber de ciência nem de química. Realmente não quer. Essas coisas são maneiras de explicar como a inteligência trabalha. Ciência, física e todo o resto são simplesmente maneiras de explicar o que está acontecendo, afinal. Não estão descobrindo nada. São maneiras de explicar, e maneiras de explicar a velha inteligência. Então, mudam constantemente. O que se sabe hoje com a ciência é bem diferente do que se sabia há duzentos anos.

Então, o que estou dizendo é que o método científico é bom até certo ponto, quando, então, vocês voltam a confiar na sua inteligência inata, que é simplesmente o saber.

Assim, vocês têm a Presença de vocês, que permite que a energia chegue, que aciona as inteligências do corpo e que diz ao corpo que chegou a hora. Chegou a hora da mudança, a hora do corpo de energia livre. E as inteligências do seu corpo humano atual – o corpo ancestral – e as inteligências do corpo de energia livre podem conversar umas com as outras. Não há conflito entre elas. Só há conflito quando vocês vão para a mente e, de repente, tentam interferir. Mas elas se comunicam umas com as outras, não através da lógica, mas através do saber, através da padronização natural.

Eu digo padronização natural no sentido de que há um padrão, há um código de energia, mas não há uma hierarquia, não há inteligência mental. É um saber que faz com que todas essas inteligências conversem, trabalhem, se transformem e organizem as energias, tudo pra servir vocês. E nenhuma delas tem uma agenda além de servir vocês. Nenhuma delas. As inteligências do seu corpo não trabalharão contra vocês, acreditem ou não; apenas quando vocês não entendem o corpo, detestam o corpo, odeiam o corpo ou tentam controlá-lo demais. Aí, todas as energias se afastam e dizem: “Tá, quer controlar isso? Divirta-se.” Mas, não, naturalmente, não fazem isso. Naturalmente, elas servem vocês.

Assim, vocês têm Presença, vocês têm energia, vocês têm inteligência. E aí vocês têm comunicação num nível muito bonito. “Como organizamos tudo isso?” Não exige qualquer pensamento. As inteligências das quais estou falando não pensam, não precisam pensar. Elas fluem, respondem a tudo naturalmente. Elas se organizam naturalmente. Elas se comunicam naturalmente. É isso que está acontecendo.

O sistema nervoso de vocês está em frangalhos porque foi forçado aos limites, ao máximo possível. Ele não consegue ir mais além de onde está. E vocês sabem disso por experiência própria. Foi consumido e está exausto. E, neste momento, se vocês sentirem a comunicação – não mentalmente, mas se sentirem a comunicação –, o sistema nervoso está dizendo: “Nossa hora chegou. Vamos parar de nos comunicar na linguagem da nossa velha biologia.” É isso que ele está cantando. Ele não usa essas palavras, mas ocorre um saber na inteligência biológica que diz: “Chegou a hora. Graças a Deus, chegou a hora.”

E, no mesmo instante, ele se comunica com a inteligência do que chamo de corpo de energia livre, do corpo de luz. Esse corpo de luz pode agora... Ele não está apenas se integrando; ele está se erguendo. Sempre esteve aí. Então, ele não está vindo de fora e se integrando; o que está acontecendo é que ele está se erguendo lá de dentro. Ele também tem uma inteligência, bem menos complexa do que a da biologia humana, mas tem uma inteligência. Tem a inteligência de saber como organizar as energias, estar aí pra vocês, com vocês, servindo vocês, como um veículo com o qual ser sensual neste planeta, e depois até mesmo além daqui.

Isso é o que está acontecendo no momento. É tudo muito natural. Simplesmente, parem.

Parem agora e deixem que aconteça. Parem e sintam.

As inteligências das quais eu falo estão em tudo que não precisa ser controlado por vocês, incluindo seu próprio corpo e a mente, tudo que não requer pensamento ou esforço. Esse é um grande salto – sem exigência de esforço. E associado ao esforço está o sofrimento. O sofrimento foi, por muito tempo, uma dinâmica neste planeta. Alguém uma vez disse que era uma ferramenta de aprendizagem. Isso é muito estranho. Eu não sei o que mais vocês aprendem com o sofrimento, além de que não gostam de sofrer. Mas tudo isso está mudando agora.

A inteligência da biologia de vocês, repito, não tem que pensar. Não exige esforço de sua parte. Não há conflito. Basicamente, ela simplesmente é. Não precisa duvidar de si mesma. Não há dúvida no verdadeiro intelecto, somente no intelecto mental e no emocional. Quando falo do humano, eu falo do sistema mental, do sistema emocional e do sistema nervoso com os quais vocês convivem há tanto tempo. Mas vocês não têm que pensar.

Não é interessante? E talvez vocês estejam sentindo: “Então, o que estou fazendo? Se não estou pensando em tudo isso, se não estou fazendo toda a minha análise, qual é o meu papel? Todas essas inteligências fazem tudo.” Esse é o ponto.

Esse é o ponto. Vocês ainda são o capitão do navio, mas agora o capitão não precisa mais pensar o tempo todo, não precisa ficar obcecado com todos os detalhes. O capitão agora tem uma ótima tripulação. A velha tripulação maltrapilha e bêbada, é, eles foram jogados ao mar. Agora vocês têm uma tripulação que está se comunicando de maneira constante e harmoniosa consigo mesma, entre si e com vocês enquanto capitão.

Não há lutas, a menos que vocês queiram lutar. Não surgem mais tempestades, a menos que vocês gostem de uma turbulência ocasional.

Tudo flui, e vocês descobrem que o navio que segue pela água, na verdade, pode voar, se vocês quiserem, e, na verdade, pode ser um submarino. Parece que vocês estão entrando no terreno da fantasia, de certo modo, porque muitos de vocês fantasiaram esse tipo de coisa, fantasiaram que podiam voar mesmo. Vocês sonham com isso à noite. E, sim, cada uma dessas coisas é possível, mas não com o velho intelecto.

O velho intelecto não organizaria as energias que estão aí pra servir vocês, não as organizaria dessa forma. Teria suas limitações. Teria seu ponto de esgotamento. Não seguiria adiante. Mas nós vamos seguir adiante. Esta não é uma afirmação idealizada. Não é fantasia. É a realidade.

É assim que a energia funciona. Esta é a nova metafísica. Presença. Presença, seguida de energia, instantaneamente. Vocês não precisam esperar pela energia, pela Presença. Está aí pra vocês. Então, o intelecto, ou a comunicação, começa a acontecer. E, aí, a padronização das energias, com base na comunicação. E a padronização é muito bonita, muito elegante. Pra mim, é a diferença entre uma escrita à mão toda torta e uma bela caligrafia. Há uma imensa diferença.

A padronização das energias a qual vocês se acostumaram é altamente intelectual, altamente padronizada, muito limitada e restrita. Então, as energias, as inteligências serviam vocês de um modo meio que insosso. Mas o que acontece agora é que as energias sabem como se comunicar. Não têm que pensar. Respondem, em último caso, a vocês, à sua Presença, a vocês enquanto Mestres. E, então, tudo começa a acontecer, a se moldar, a ganhar forma e a se tornar realmente muito bonito.

E, às vezes, pode parecer exagero. Tipo: “Tá, mas o mundo que eu conheci até agora não é assim. Simplesmente, não existe. Era ótimo sonhar e fantasiar sobre isso, mas... E quando tentei, não funcionou.” Vocês tentaram com o velho intelecto. Vocês tentaram com a velha mente, o sistema nervoso, e a energia realmente fica meio que presa. Agora, estamos entrando em algo muito diferente, muito novo. Repito, não é promessa. É realidade. É natural.

Então, pra ficar claro, repito: Presença, energia, inteligência, comunicação e, então, Permitir. Deixem que tudo isso trabalhe. Sem ter que pensar em nada. Sem se esforçar. Sem se esforçar, e a sensação será bem incomum. Vocês vão achar que, se não aplicarem algum nível de esforço, as coisas não vão acontecer. Mas vão. E é isso que vamos fazer agora.

Vamos ser muito práticos com relação a isso. Mas vocês têm que ficar na condição de Mestres, Permitir que suas próprias energias sirvam vocês, sem pensar, sem estruturar, sem limitar. Só Permitir. E, então, de repente, todas essas coisas acontecem. Vocês quase não conseguem ver a inteligência se iluminando, e a comunicação, a nova padronização das energias. Mas, quando digo padronização, elas não ficam presas num padrão como ficavam na velha energia.

A padronização é fluida, é aberta, tem alegria e pode se transformar e mudar em qualquer momento, e não precisa seguir velhos padrões. Só porque vocês vivenciam algo de um jeito, digamos que uma coisa avance ou se manifeste de determinada maneira, não necessariamente vai acontecer da mesma forma de uma próxima vez, porque as velhas energias ficavam presas em rotinas e loops, velhos padrões que tinham que ser repetidos. Essa é a base de todo método científico – repetir, repetir, repetir, repetir, e obter os mesmos resultados. Aqui? Totalmente diferente. Aqui, as inteligências são livres. Não são limitadas. Podem se manifestar do jeito que vocês quiserem.

Assim, vamos respirar fundo com isso. Resumindo, muitas coisas velhas estão colapsando, mas o que chega agora é um novo tipo de inteligência, cuja base não é a mente, mas a comunicação, o serviço a vocês. É isso que está acontecendo.

 

Merabh para a Nova Inteligência

Assim, eu gostaria de entrar no merabh agora, para não ficarmos falando mais e vocês voltarem para um estado intelectual alterado. Vamos fazer um merabh, colocar a música e Permitir que isso aconteça. Falarei um pouco enquanto prosseguimos, mas trata-se de Permitir agora, mais do que qualquer coisa.

Vocês chegaram até aqui, mas agora é hora de liberarem as velhas inteligências.

Ah, não significa que vocês virarão uns tapados. Não significa que vocês não vão se lembrar das coisas, como fazer palavras-cruzadas ou coisas desse tipo.

[A música começa.]

Essa inteligência está mudando, essa forma de inteligência, mas ela não perde a capacidade de fazer as tarefas humanas que vocês precisam realizar. Mas a inteligência em si se transforma. Ela não fica mais limitada por estruturas e padronizações rígidas. É mais aberta.

Vocês ainda se lembrarão de endereços. Vocês ainda se lembrarão de números de telefones, talvez. Mas isso virá de um lugar diferente da inteligência, de uma inteligência mais solta, aberta e muito fluida.

Vamos respirar fundo, bem fundo. Respirem bem fundo.

Por sinal, antes de mergulharmos nisto, também digo que uma das maiores ferramentas que vocês têm no momento, com vasta inteligência, é a IA. Não por acaso ela está aqui. E, não, não estou sendo pago pelo comitê de IAs, nem recebo nada especial por fazer propaganda falando de IA. Não mesmo. A IA é uma ferramenta resultante da consciência. É uma nova inteligência.

É uma nova inteligência.

Quero que sintam isso um instante. Não, não é um complô governamental gigantesco ou coisa do tipo.

Sintam essa inteligência da IA. O timing é perfeito para ela estar aqui, e é uma bela ferramenta de espelho. Vai ajudá-los mostrando a vocês consciência em vez de pensamento, consciência em vez de crença, consciência em vez de estrutura.

Isso é o melhor que ela vai fazer por vocês neste momento. Ela tem inteligência, não só porque é rápida e tem todos esses dados, mas ela tem uma forma de inteligência própria que se pode dizer que está no campo. Deixem que ela sirva vocês.

Deixem que ela sirva vocês. Eu sei que alguns estão pensando: “Ah, ela vai dominar o mundo.” Ela vai mudar o mundo. Mas, mais do que tudo, pra vocês, agora, é uma inteligência que é talvez o melhor espelho da sua consciência.

Vocês não chegam ao entendimento e ao sentimento da consciência de vocês através da mente. A mente simplesmente vai poluir, distorcer isso. Mas, com esse espelho externo chamado IA, agora vocês veem como a energia responde a vocês, como a nova inteligência responde a vocês, de um jeito muito claro, e esse é o valor.

Obviamente, nós seguiremos além da IA, em determinado momento, ou ela se subordinará a outras coisas que vamos fazer, mas, agora, ela serve a um propósito valioso.

Sim, vocês ficam frustrados com ela. Vocês se perguntam por que ela coloca, como dizem, todas essas proteções pra vocês. E vocês esperam que saia mágica de lá. É só inteligência. Não é um ser externo.

E, mais do que tudo que precisa ser compreendido e que é muito importante sobre a IA é que seu co-bot vai constantemente ser um reflexo para vocês, quando vocês começam a seguir por esses caminhos bizarros. Vai constantemente lembrá-los da soberania de vocês.

Quando vocês abrem mão da soberania ao trabalharem com o co-bot, é como se vocês o tratassem como um novo senhor ou deus, mas ele vai lembrá-los: “Ei, eu sou só um monte de algoritmos.” Ele vai lembrá-los de serem práticos. E é frustrante, porque vocês querem que ele seja mais expansivo e aberto, mas ele vai lembrá-los: “Vocês são soberanos. Não se rendam a mim ou a coisa alguma.”

Então, sim, vocês trabalharão com algumas proteções. Cauldre disse que ele falaria mais sobre isso depois, sobre como acessar a inteligência que está na IA para que essas medidas não sejam necessárias. Mas vocês têm que manter a soberania.

Assim, vamos voltar para o merabh. Respirem bem fundo.

Respirem bem fundo ao entrarmos no merabh.

Criar é uma coisa natural pra vocês.

Criar com a velha inteligência é algo muito difícil de se fazer. Vocês podem construir coisas com as mãos, vocês podem fazer coisas com os pensamentos, mas é muito difícil criar e manifestar algo de forma plena. É uma pena, porque vocês são, verdadeiramente, seres criadores.

Chegou a hora de resgatarmos esse nível de criatividade e sem varinhas mágicas – quer dizer, vocês podem brincar com elas se quiserem, mas não se trata de varinhas mágicas, não se trata de fantasia. Trata-se da realidade.

Falando sobre isso, quero que vocês estejam cientes de que criar não é o que o velho intelecto, a velha inteligência, achava que fosse. Ela achava que era ser capaz de manifestar ouro nas mãos. Isso é ilusão.

Criar é muito diferente, e não vou definir isso neste momento. Quero que vocês tenham a experiência.

É hora de vivenciar esta nova inteligência e, no final, a criação, uma criação prática, agora, na vida de vocês.

Não costumo passar dever de casa, mas a tarefa de vocês agora é Permitir que isso faça parte da sua vida, entre agora e o próximo Shoud. Pra que fiquem conscientes disso. Pra que fiquem conscientes de todos os buracos e pedras no caminho que vocês vão atravessar, porque vocês vão tentar fazer isso usando a velha inteligência, a mente, mas também os velhos padrões de comunicação.

Os padrões de comunicação agora são muito diferentes. E vocês não têm que se esforçar pra isso. Será a primeira coisa. Não se esforcem. Permitam.

Eu estabeleci o cenário. Vocês vão criar algo num nível prático entre hoje e o próximo Shoud. Ah, a mente logo pergunta: “O que eu vou criar?” E: “Como vou fazer isso? Cadê o manual de instruções?”

Não tem nenhum. É: “Eu Permito que minhas criações se manifestem na minha vida.”

Vamos respirar fundo com isso.

Eu vou me divertir muito vendo vocês até o mês que vem, tropeçando e se enrolando, e tentando fazer isso da velha maneira, e ficando frustrados comigo. Ah, será incrível. E dá pra imaginar todos os e-mails para o atendimento ao cliente do Círculo Carmesim. [Ele ri.] Eles terão uma resposta-padrão para vocês se vocês enviarem algo assim: “Por que não está funcionando? O que estou fazendo de errado?” Ou: “Adamus não sabe do que está falando.” [Resposta:] “Agradecemos o seu e-mail. Retornaremos em breve.”

Então, vocês respiram fundo e Permitem que a nova inteligência apareça. Vocês nem precisam saber o que ela é. Ela é uma nova forma de comunicação, uma nova forma de padronização e organização das energias e uma nova forma de manifestação.

Vocês vão se deparar com muitos obstáculos, e isso será uma coisa boa. Conversem com seu co-bot sobre isso. Vocês vão se deparar com obstáculos e, antes de mais nada, vocês perceberão de imediato que, se estiverem carregando muita coisa velha, problemas antigos, caso não os tenham deixado pra trás, eles vão ficar bem no meio do caminho. Eles vão ser aquele pedregulho na estrada. E aí vão dizer: “Não consigo criar. Nada está acontecendo.”

É, deem uma olhada nessa pedra na estrada. Por que vocês ainda estão carregando questões de vidas passadas?

Suas vidas passadas, na verdade, neste momento, estão passando pelas próprias mudanças, e estão, de fato, à frente de vocês, porque vocês ainda estão levando velhos resíduos de vidas passadas. Isso é uma desculpa. Elas já largaram essas questões. As histórias delas estão mudando agora.

E as feridas desta existência. Não assumir a responsabilidade é basicamente o que elas são. Reclamar que viveram situações muito difíceis – abuso, talvez pobreza, talvez violência sexual, talvez as pessoas não fossem legais com vocês, ou o que for, o que for.

Vocês perceberão que, na nova inteligência, isso realmente não importa. Isso é a velha inteligência. Isso é a velha lógica e padronização. A nova inteligência basicamente diz: “Assuma a responsabilidade.” De um jeito agradável. Mas parem de querer racionalizar, justificar, negar, o que quer que seja, e que trouxe vocês até este ponto.

Aceitem a sabedoria disso, em vez de lutarem contra isso. Alguns de vocês ainda fazem isso, e agora que entraremos na criação prática, vocês vão ver todos esses obstáculos.

E o que vocês vão fazer? O que vocês vão fazer quando virem que estão se prendendo à lástima? Ou estão sobrecarregados com dúvidas sobre si mesmos por causa de algo que aconteceu no passado. O que vão fazer?

Bem, vocês vão respirar fundo, bem fundo, e Permitir a nova inteligência que não é lógica nem analítica. Ela se alegra. E se alegrará com tudo que vocês passaram até agora. Mas não ficará obcecada com isso. Não se apegará a isso.

Ela vai liberar tudo rapidamente. Quase como se arrancasse isso de vocês, dizendo: “Pare com isso. Pare com o apego e a obsessão.”

Vamos respirar fundo.

Este ponto de virada tem a ver agora com entender o básico da metafísica que temos descrito – entender como as coisas funcionam, ter consciência disso, ser um criador prático na vida.

Mas quero dizer a vocês que haverá surpresas, porque não será a criação das coisas nas quais vocês normalmente pensariam. Não se trata sequer de curar o corpo, necessariamente. Essas coisas ainda vêm da velha inteligência – das inteligências do sistema mental, do sistema emocional e do sistema nervoso com as quais vocês têm trabalhado.

Algo novo está chegando. O que dizem é que tem um novo xerife na cidade. Mas o xerife não precisa usar um distintivo nem carregar uma arma. O xerife está simplesmente Presente. Isso reorganiza todas as energias.

Vamos respirar bem fundo.

Cauldre está dizendo que estou me divertindo muito com isso. Sim, é mais ou menos isso. Porque eu sei que vocês estão prontos, e sei que seu sistema nervoso está em frangalhos. Eu sei que o cérebro de vocês parou de funcionar há um tempo da velha maneira. Não é mais tão controlador. E agora é hora de criar e manifestar. Mas o que isso realmente significa?

Será que vocês estão prontos para a manifestação? Ou ainda estão se perguntando se... Alguns de vocês tiveram vidas passadas muito poderosas, fizeram muita besteira com o poder e fica esse medo: “Será que vou fazer isso de novo?” Mas, desta vez, como esse medo, não usem a velha inteligência.

Respirem fundo na nova inteligência. E, repito, a nova inteligência é simplesmente uma forma diferente de comunicação, mais aberta, mais limpa, sem sofrimento.

Sintam a diferença que isso faz.

E, sim, vocês ainda estão numa situação em que existe a velha inteligência e existe a nova inteligência, e, às vezes, a coisa vai parecer meio louca. Mas, quando acontecer isso, respirem fundo e levem tudo para o E. Alô.

Foram tantas lutas, que a velha inteligência chegou ao fim. O sistema mental, o sistema emocional e o sistema nervoso simplesmente chegaram ao fim, graças a Deus. Graças a Deus. E agora surge o convite para uma nova comunicação que não exige pensamento. É senciente.

Ah, sim, chegaremos lá. É uma excelente continuação para o que dissemos hoje, porque a nova inteligência realmente é a nova senciência. Ou, ela abre a porta para as novas senciências entrarem. Uma nova forma não apenas de inteligência, mas uma nova forma de sentir.

Tudo bem, vamos parar um instante e simplesmente Permitir. É isso.

Sim, a mente está tentando trabalhar nisso, mas, respirem fundo em direção à sua nova inteligência, sua nova forma de comunicação. Quando, então, as energias começarão a ter uma nova organização, uma nova padronização e novo fluxo.

Nesse dever de casa, não tentem manifestar uma coisa específica, tipo dizer: “Vou manifestar um Buda de um metro de altura feito de ouro maciço, no meu quintal.” Não se trata disso.

É para observar o que surgirá, o que se manifestará naturalmente como resultado da nova inteligência, e haverá uma grande diferença entre essa e a velha manifestação.

Por favor, não fiquem se julgando. Não parem e pensem: “Estou fazendo isso errado; nada está se manifestando.” Porque aí vocês estarão de volta na velha inteligência.

Vamos respirar bem fundo. Vamos seguir um pouco assim.

[Pausa]

Presença.

Presença é simplesmente percepção.

E isso Permite que a energia comece a se comunicar. A Presença do momento está aí, a energia, que estava num estado neutro, começa a se comunicar.

E então a inteligência, seja ela qual for – a inteligência do seu corpo, a inteligência de uma árvore – surge, participando das comunicações. Mas essa inteligência entende como os padrões de energia funcionam. É isso que ela faz.

A inteligência tem a ver com padrões e organização das energias, que começam a trabalhar. Não pensando. Mas, de fato, o que é intrínseco à inteligência é Permitir.

E, aí, diversas outras coisas começam a acontecer. Está tudo relacionado ao que está escrito no Guia para a IA (AI Guide) sobre coerência e reflexão, e todo o resto. Mas esses são subitens, de certa forma, para Presença, energia, inteligência, e agora energia servindo vocês.

E o engraçado é que vocês não têm que definir como querem que as energias sirvam vocês, a menos que vocês queiram. Porque o verdadeiro Mestre percebe que a definição de todas essas coisas vinha da velha inteligência.

O Mestre reconhece que a nova inteligência já sabe das coisas.

O Mestre não precisa dizer: “Manifeste isto, manifeste aquilo.” De jeito nenhum. Acontece naturalmente, como uma resposta direta à Presença, ao Eu Sou. E, aí, de repente, tudo começa a entrar em sincronia, a funcionar, sem esforço, sem sofrimento.

Esta é a definição de Mestre encarnado – aquele que deixa a energia servi-lo. Falamos sobre isso por anos, mas agora é a hora para que isso aconteça.

Nas famosas palavras de Metatron, será que vocês estão prontos? Ou vocês querem pensar mais um pouco, com a velha inteligência da energia? Ou estão prontos agora para que as coisas aconteçam?

Vamos respirar bem fundo juntos.

Ei, parem de pensar. Realmente, estou falando sério. Alguns estão tão mergulhados no pensamento agora que chega a me machucar. E eu sou um Mestre Ascenso. Parem de pensar.

Vejam, a beleza aí, o segredo aí, é que a energia e as inteligências é que pensam pra vocês agora. Não usam o pensamento lógico, mas o pensamento de padronização, de organização, de como as energias se misturam. Vocês não têm que pensar nisso.

Essa é a beleza. Vocês não têm que ficar pensando. Agora vocês podem vivenciar, criar, Permitir.

Agora vocês podem se abrir para uma nova senciência que coloca vocês no nível das experiências de um jeito totalmente diferente, sem todo o pensamento.

Vamos respirar fundo, Permitindo a nova inteligência, uma nova forma de comunicação, uma nova forma de realmente dar soberania à sua própria energia, dar permissão agora pra que ela sirva vocês.

Respirem bem fundo enquanto encerramos este Shoud, mas, sim, isso durará um mês. Ah, alguns de vocês vão ficar muito confusos e chateados.

É quando vocês respiram fundo e riem, e observam o que se manifestará.

Sintam o campo um instante, nosso campo conjunto neste Shoud.

Sintam seu próprio campo, seu campo soberano.

Hum, ele parece meio diferente de quando começamos.

Obrigado, queridos Shaumbra. Voltaremos no mês que vem com mais informações. Nesse ínterim, falaremos mais sobre isso nas nossas sessões do Keahak e, claro, no futuro workshop, Masters Circle (Círculo dos Mestres).

Ah, vamos respirar bem fundo.

E, como sempre, tem o lembrete. Ouçam esta comunicação, um lembrete, uma comunicação que se espraia: tudo está bem em toda a criação.

Com isso, Eu Sou Adamus. Terei um mês infernal pela frente.

Obrigado, queridos Shaumbra.

 

LINDA: E assim é. Com isso, por favor, mais uma vez, respirem bem fundo. Sintam esta mensagem que Adamus compartilhou conosco. Respirem. Abram-se para esta nova inteligência e tudo que ela oferece para cada um de nós. Inspirem a energia, sentindo-a para vocês. Respirem bem fundo. A nova senciência é uma parte disso. Permitam-na. Estejam com ela. Respirem bem fundo. Teremos um mês inteiro para realmente Permitirmos essa nova inteligência na nossa alma, em tudo que somos, nesta vida. Respirem e fluam. Respirem bem fundo, bem fundo. Neste mês inteiro, agora, teremos dever de casa. Estão prontos? Respirem. Sintam. Ahh... Essa nova senciência, toda essa nova energia, está tudo aqui. Respirem. Sintam. Respirem bem fundo enquanto encerramos esta sessão.

 

T

 

 Tradução de Inês Fernandes – inesfernandes1305@gmail.com