Adamus® Saint-Germain

 

 

A Série “O Grande E”

 

Shoud 5

7 de Fevereiro, 2026

 

 

Deixe Tudo se Assentar

 

Apresentado ao  Crimson Circle em 7 de fevereiro de 2026

Gravado no Shaumbra Pavilion
em Holualoa, Havai, EUA

Apresentando

Adamus® Saint-Germain canalizado por Geoffrey Hoppe

Assistido por Linda Hoppe

Traduzido por Inês Fernandes

 

Por favor, distribua livremente este texto, em sua totalidade, em uma base não commercial, sem cobrança e incluindo essas notas. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado.


Ouça o áudio ou assista o vídeo deste
Shoud online.

 

*  *  *

Deixe Tudo se Assentar

 

ADAMUS: Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain. [Aplausos] Obrigado! Aplausos inesperados.

LINDA: Você merece.

ADAMUS: Obrigado, obrigado por estarem aqui. Obrigado a todos os Shaumbra ao redor do mundo.

Teremos um dia muito especial hoje. Mas, antes de prosseguirmos, desejo um Feliz Mês de São Valentim (o equivalente ao Mês dos Namorados, cujo dia é celebrado em 14 de fevereiro). Este é realmente o mês dos Shaumbra, mais do que tudo. Eu sei que São Valentim é meio que... nos Estados Unidos, e aqui na América do Norte, é o dia dos cartões da Hallmark, um dia pra vender cartões, mas nós vamos para além dessa coisa. São Valentim significa agora o mês do amor, e deve ser ainda mais significativo para os Shaumbra do que nunca. Não se trata só de amar outra pessoa, mas também de amar a si mesmo. Então, façam um favor pra vocês e enviem um cartão pra si mesmos.

E a outra coisa que eu queria mencionar é sobre canções de amor, como a que vocês acabaram de ouvir. Comecem a escutar canções de amor da perspectiva citada por Linda. É o humano cantando para a alma, ou vice-versa. Isso cria uma dinâmica totalmente diferente. A música que colocaremos ao final, a música dos créditos, escutem da perspectiva do humano cantando para a alma. Isso muda tudo. Realmente muda toda a dinâmica, e é o que está acontecendo neste momento. Trata-se bem mais do amor e de amar a si mesmo. Uma mudança completa na dinâmica do amor neste planeta, porque vocês estão aprendendo a amar a si mesmos. E, ao fazerem isso, vocês aprendem a amar os outros, aprendem a amar os entes queridos, as pessoas importantes na vida de vocês, de um jeito muito diferente. Grande parte das velhas barreiras está sendo removida. Grande parte dos velhos conceitos sobre o que é um relacionamento está sendo removida. Já era hora.

Este é o planeta do amor. É onde ele foi primeiro vivenciado, de todos os lugares, de todo o cosmos. Algumas pessoas ficam argumentando: “Não, Deus é todo amor. Deus é a essência do amor.” De jeito nenhum. Não mesmo. A menos que vocês considerem que vocês são esse Deus. Mas o amor foi primeiramente vivenciado aqui, neste planeta, que ficou conhecido em todo o cosmos como o planeta do amor. Mas o velho modelo de amor está mudando agora. Os velhos conceitos de casamento estão mudando. Os velhos conceitos dessa coisa toda de “até a hora da morte”, que, em algumas religiões, é como se fosse a eternidade. Digo, isso é muito tempo.

Sim, vocês podem amar alguém, mas não da velha maneira limitada de antes. E os Shaumbra, particularmente, aprenderam muito sobre amor e relacionamentos. Vocês quebraram velhas dinâmicas que diziam que é preciso ficar om alguém pra sempre. De jeito nenhum, porque isso faz a pessoa ficar presa ao outro. Quando vocês liberam os outros... Digamos que vocês estejam num casamento que não funcione mais. Vocês liberam a pessoa. O que vocês farão é amá-la de uma forma inteiramente nova, amá-la de um modo lindo, dando a ela essa liberdade. E agora vocês poderão se amar. Vocês meio que desfazem os nós e deixam que ambos sigam em frente, podendo voltar com uma forma totalmente nova de amor, sem restrições ou limitações. Ninguém fica encurralado, agora. É o verdadeiro amor livre. E, nesse ínterim, aprendendo a amarem a si próprios. Aprendendo não é a palavra certa, aqui, mas Permitindo-se amarem a si mesmos. Vocês não aprendem isso; vocês Permitem. É por isso que eu digo que este mês de fevereiro é digno de nota para os Shaumbra. E assim será enquanto houver Shaumbra no planeta. É o mês do amor, do amor-próprio e do novo amor.

Amor é uma dessas coisas engraçadas. É muito difícil defini-lo. Pode-se dizer que é um sentimento, mas é bem mais do que isso. Vamos falar sobre ele especificamente hoje, sobre o sentimento do amor, o que ele faz com o corpo de vocês. Mas tudo está mudando rapidamente enquanto vocês estão bem aqui. Enquanto vocês estão aqui, sem fazer nada, mudanças estão ocorrendo. E vocês vão começar a vivenciar o amor de novas e belas maneiras.

Assim, vamos respirar fundo com isso. O mês do amor, o mês para os Shaumbra.

 

Pergunta de Adamus

E, com isso, Linda, siga com o microfone, por favor. Vamos para a plateia. A plateia está muito pequena hoje. O que aconteceu? A gente acha que tem fila na porta, esperando pra entrar, pagando para a Linda vinte, cinquenta dólares extras só pra poder entrar. Mas o que está acontecendo aqui? O que está acontecendo? [Kerri diz alguma coisa.]

Você tem que esperar o microfone chegar. Então, Kerri, agora você está com o microfone.

KERRI: Você expulsou todo mundo, é óbvio.

ADAMUS: Eu expulsei. Tudo bem. Vamos votar sobre isso mais tarde e ver se alguém concorda com você. Eu os expulsei. Por que... Ei, ei, Linda, senhorita Benyo, por favor.

LINDA: Ah, me desculpe. [Ela estava levando o microfone para outra pessoa.]

ADAMUS: Como eu os expulsei? Com o meu charme? A minha perspicácia? Minha franqueza? Como eu os expulsei?

KERRI: Foi a IA, Adamus.

ADAMUS: A IA os expulsou?

KERRI: Foi a IA. Disseram: “Não consigo fazer essa coisa de co-bot.

ADAMUS: Mas então por que as aulas de IA estão sempre cheias?

KERRI: Porque são internacionais. Os americanos não amam mais você. [Risadas] Esse é o resultado.

ADAMUS: Kerri, que café você anda bebendo ultimamente? Tem algo...

KERRI: O mesmo que servi pra você. É o café da consciência.

ADAMUS: Café da consciência. Certo, agradeço pela sua contribuição. [Mais risadas].

Certo. Outra pessoa. Seguindo. Alguém, é. Por que uma plateia tão pequena no mês passado, este mês. É o clima? O tempo está lindo. Não dá pra jogar a culpa no tempo. Está fazendo uns 17 graus. O que está acontecendo?

ALAYA:  Será que devo me atrever a dizer?

ADAMUS: Claro. Somos amigos aqui. Nós nos gostamos.

ALAYA: Sim. Pelo que estou sentindo é a mudança do seu relacionamento e da Linda.

ADAMUS: A mudança no meu relacionamento e da Linda. Por que isso expulsaria as pessoas?

ALAYA: Boato? Não sei. Eu não... Oops, pro banheiro. [Ela ri por dizer “eu não sei”.] Isso mexeu com as pessoas em seus próprios relacionamentos.

ADAMUS: Ah, interessante. Interessante. Então, Linda está aqui. Obviamente, Linda e Cauldre estão se dando muito bem.

ALAYA: Sim. Eu vejo isso.

ADAMUS: Quero dizer, não tem... Talvez estejam melhores do que nunca, na minha opinião. Mas por que as pessoas fugiriam por causa disso? Nem quero falar. Por que isso as expulsaria?

ALAYA: Como eu disse, isso mexeu com as pessoas em relação a seus próprios relacionamentos. E elas começaram a dar uma olhada em...

ADAMUS: Talvez a estabilidade que eles promoveram se desfaça?

ALAYA: As pessoas estão começando a olhar seus próprios relacionamentos, como estão entrelaçados e como podem se desenvolver. E vocês têm sido um exemplo maravilhoso, um Standard de como ainda continuam trabalhando juntos, ficando juntos, e mudando através do estabelecimento constitucional do casamento.

ADAMUS: Mas por que isso expulsaria as pessoas? O que se acharia é que estariam vindo em massa pra cá.

ALAYA: Por causa do medo de seus próprios relacionamentos.

ADAMUS: Interessante. E como isso afeta as pessoas? Mentalmente? Emocionalmente? Por que o medo?

ALAYA: Eu diria em todos os níveis. Basicamente, tipo: “Como eu faço isso? Como eu faria essa mudança?”

ADAMUS: O que você mesma acha, sente em relação ao relacionamento entre Cauldre e Linda? E, Linda, espero que você não se importe de falarmos abertamente sobre isso. [Ela faz uma careta e dá de ombros.] Não muito. [Risadas] Tudo bem. Mas voltando à minha pergunta: o que você acha disso? Vamos falar do grande elefante vermelho na sala com formato de coração. Então, eles ficaram juntos por muitos anos, se conhecem desde a quarta série, e, de repente, depois de 48 anos, eles se divorciaram. Então, o que você pensa disso?

ALAYA: Eu escrevi para ambos, dando meu apoio ao que escolheram e os aplaudi em reconhecimento de que precisava haver uma mudança porque tudo está mudando, seja religião, governo, educação, e por que não a instituição do casamento.

ADAMUS: Então, é um sinal de fracasso ou é... eu não diria heroísmo... mas é sinal de fracasso ou de momento para o próximo passo? Ou ambas as coisas?

ALAYA: Eu vejo isso como honestidade.

ADAMUS: Honestidade.

ALAYA: Honestidade. E é muito difícil. É como um amor com atritos.

ADAMUS: Sim, amor com atritos, é.

ALAYA: Isso.

ADAMUS: Então, de que lado você está, do Cauldre ou da Linda? [Risadas]

ALAYA: Não há lados. De nenhum lado.

ADAMUS: Eu entendo. Eu queria dizer...

ALAYA: E eu sei como é difícil fazer esses tipos de mudanças.

ADAMUS: É, não há lados.

ALAYA: Não, sem lados. É como uma pedra angular.

ADAMUS: Certamente. Aprecio sua honestidade. Foi bom levantar essa questão.

ALAYA: Meu coração fica assim [batendo, como ela gesticula] porque adoro vocês três.

ADAMUS: Tá, certo [rindo]. De quem você gosta mais?

ALAYA: De você, Adamus, é claro [rindo].

ADAMUS: É claro. Não, acho muito bom estarmos tendo esta conversa aberta.

ALAYA: Com certeza.

ADAMUS: E eu não tinha falado nada sobre isso porque é algo da vida pessoal deles, não interessa a ninguém. Mas, agora que você levantou a questão diante de todos, foi ótimo, porque o amor perdura, permanece. Velhas instituições é que desmoronam. E desmoronam porque não são mais apropriadas. E, se Cauldre e Linda não se importam que eu diga algumas palavras sobre isso, eles atingiram o teto.

ALAYA: Sei.

ADAMUS: Em sua própria expansão pessoal e de consciência, eles atingiram um teto. E não foi necessariamente ruim pra eles, mas também não foi bom. Eles se libertaram um do outro, com amor e sem conflitos, sem mais nada. Isso agora permite que ambos alcancem ainda mais sua Realização, sua verdade.

Ainda digo mais... e, Cauldre, eu peço desculpas. Mas nem um nem outro compreenderia o amor-próprio se ainda ficassem confinados ou restritos em seus velhos relacionamentos. Isso os liberta para o amor-próprio e para amarem um ao outro de um jeito novo e diferente. E não é fácil, como a Linda pode atestar, assim como Cauldre. Não é fácil, particularmente quando se está diante de pessoas como eles estão, quando a vida pessoal realmente não é pessoal, e quando se sabe que analisarão demais a coisa.

Qual você acha que foi a reação geral dos Shaumbra ao redor do mundo quando eles enviaram o comunicado?

ALAYA: Eu não ligo. Não me importo com a reação deles. Eu sei qual foi a minha. E é tudo que importa.

ADAMUS: Foi surpreendentemente, incrivelmente positiva, com menos de um punhadinho de exceções. Mas os Shaumbra realmente entenderam, tiveram empatia. E, sim, houve uma mudança. Mamãe e Papai estão tomando um rumo diferente. Foi uma imensa mudança, e, para alguns, foi desconcertante. De repente, a base, a pedra angular sumiu. E por muito tempo as pessoas olhavam pra eles como... “Eles estavam casados há tanto tempo. E, diferente da maioria das pessoas, eles tiveram um relacionamento duradouro. O que está acontecendo no mundo?” Mas os Shaumbra realmente entenderam isso. Embora alguns tenham tido dificuldade, dizendo: “Não sei bem o que está acontecendo. Estão desmoronando? O Círculo Carmesim vai acabar porque eles não estão casados?” Se o Círculo Carmesim tivesse uma base assim tão fraca que exigisse o casamente, bem, aí seria porque os Shaumbra não estariam fazendo a coisa certa. Mas está baseado em muitos outros elementos.

ALAYA: E eu entendo, também, que isso evoluiu e continuará evoluindo. Seria um processo muito difícil para eles, mas eles também são humanos. E, portanto, também têm suas próprias situações e processos de evolução. E eu realmente quero que eles saibam o quanto todos nós os apoiamos, porque vocês três nos apoiaram muito. Muito mesmo. Eu não estaria onde estou agora.

ADAMUS: Obrigado. E, muito francamente, eles se tornarão um Standard de um modo diferente, agora.

ALAYA: Exatamente.

ADAMUS: Porque eles estão livres para se amarem agora, e depois amarem um ao outro de uma forma totalmente diferente. E foi um grande salto, mas eles se tornarão Standards.

ALAYA: É, e não significa que todo mundo terá que se divorciar.

ADAMUS: Não, não, não.

ALAYA: Mas é um exemplo e uma força. Isso que estão mostrando ao mundo. Então, obrigada por esta oportunidade.

ADAMUS: Obrigado por trazer essa questão.

ALAYA: Não dava pra não trazê-la. Então, obrigada.

ADAMUS: Obrigado. A pergunta é... baixa participação, por quê? Digo, todas estas cadeiras vazias. Vamos trazer manequins da próxima vez para encher a sala. O que está acontecendo? E foi uma ótima colocação aí. Quem mais? Leve o microfone.

Olá, querida.

PATRICIA: Olá.

ADAMUS: O que está acontecendo? Por que o salão não está repleto?

PATRICIA: Bem, o único pensamento que me vem é que as pessoas estão acompanhando de casa e levando suas vidas sem o grupo.

ADAMUS: Talvez o Círculo Carmesim tenha condicionado as pessoas, porque muitas vezes estavam em Kona, sem plateia, e as pessoas meio que ficaram: “Ah, vou assistir de casa.”

PATRICIA: Bem, houve uma mudança, eu acho, em como nós nos relacionamentos com grupos, talvez.

ADAMUS: Essa é a resposta.

PATRICIA: É.

ADAMUS: Essa é a resposta. Houve uma enorme mudança. E o que está acontecendo, particularmente agora, é que os Shaumbra não estão gostando de estar em grupos. Não gostam de ir a lojas. Às vezes, dizem que não gostam de gente. Estão isolados no momento. Estão hibernando. E por que levantar, ter que tomar banho, se vestir, se dá pra assistir de casa? Mas a verdadeira razão subjacente é que os Shaumbra estão ficando mais... Eles estão mais quietos, mais isolados, no momento. E isso não é uma coisa ruim. Mas vocês que estão aqui, que estiverem em todos os... “Ah, nossa. Eu tenho que estar com as pessoas hoje.” [Risadas]

E é isso que está acontecendo, o que é bom, porque o Círculo Carmesim está muito bem aparelhado para a conexão via Internet, como fazemos. E às vezes vocês querem ficar junto de outros, às vezes querem beber, comer e conversar, sem entrar fundo na coisa metafísica, sem sequer querer falar mais sobre isso. Vocês não querem pensar mais sobre isso. E uma das razões para vocês se afastarem de outros Shaumbra é que vocês não querem que comecem a falar de... “Como vai sua coerência hoje?” É tipo... [Ele faz o gesto obsceno de “tomar no cu”.] “Seja coerente com isto aqui.” [Risadas]

Não, estão ficando muito isolados, e ressalto que não é uma coisa ruim. Vocês estão passando por tremendas mudanças, sobre as quais falaremos hoje. Mas não é algo ruim. Se vocês estão assim, “Não suporto sequer estar com familiares. Não suporto estar com amigos”, não é porque vocês não gostem das pessoas, mas vocês estão numa sensibilidade muito diferente no momento. Muito, muito diferente. E é irritante quase como unha no quadro negro quando as pessoas estão em volta, tendo conversas corriqueiras.

E, ao mesmo tempo, vocês ficam sozinhos, em casa sozinhos, enlouquecendo. [Risadas] E aí o que vocês fazem? Pra onde vão? Mas é exatamente isso que está acontecendo aqui. Muitos estão acompanhando on-line, é claro, mas muitos estão dizendo: “Simplesmente, não quero estar nesse ruído energético.”

Muitos Shaumbra, também, que vivem nas cidades estão se mudando. Estão buscando ir para lugares mais tranquilos. E vocês irão se adaptar. Não é que vocês vão se tornar eremitas – talvez, mas não tanto. Vocês aprenderão a se relacionar novamente com as pessoas, mas não será muito fácil. E esse é um dos desafios difíceis de se permanecer no planeta, encarnado, no momento. De certa forma, seria mais fácil fazer como Sart fez e – fwwwtt – ir pro outro lado. Vocês não terão essa mesma questão do outro lado: “Será que quero estar rodeado de gente?” Porque vocês são naturalmente atraídos para os que têm a mesma consciência.

Assim, obrigado. Obrigado pela resposta correta. Ótimo. É só isso, Linda. Ela deu a resposta. Podemos seguir em frente.

 

Um Encontro Importante com Adamus

Então, eu estava tarde da noite me preparando para este Shoud, como costumo fazer. E me preparar não significa fazer anotações extensas nem nada disso. É deixar minha energia pronta, sentir a energia dos Shaumbra. E hoje eu ia falar sobre o tema fascinante do tempo.

O tempo tem uma inteligência. Estou falando cada vez mais sobre inteligência no Keahak, por exemplo. Mas o tempo tem uma inteligência. E eu queria falar aos Shaumbra sobre isso hoje. O tempo realmente nem é real. Não existe – até vocês começarem a comprimir e a comprimir mais e mais luz e energia. Isso cria algo chamado tempo. Não tem um relógio no céu. Não tem deuses nem grupos que regulam o tempo. Existem sequências de tempo em toda a criação. A criação humana, este universo físico, tem sua própria assinatura exclusiva do tempo. Mas, basicamente, quando se pega energia e luz e as comprimem mais e mais, isso cria algo chamado tempo. E o tempo é muito linear neste planeta. O tempo é muito mensurável. Vocês podem calculá-lo. A vida de vocês é toda desenhada em torno do tempo.

Aqui mesmo, em Boulder, tem um instituto governamental que rastreia o tempo até a enésima parte de um segundo. E fazem um trabalho muito preciso, que mantém tudo alinhado e coeso. Se vocês não tivessem relógios, o tempo em si seria mais solto, mas ainda estaria aí. Agora todo mundo colabora pra ele. Vocês têm esses dispositivos à mão, os celulares, mas tudo está sincronizado com o tempo.

Assim, eu ia fazer uma palestra fascinante sobre o tempo, dizer o que está acontecendo agora. Vocês acham que tudo está acelerando, mas de fato não está. Na verdade, o tempo está começando a distorcer, está começando a expandir, e isso dá a impressão de que as coisas estão acelerando, mas realmente não estão. Também não estão ficando mais devagar. Estão simplesmente acontecendo.

Então, eu estava lá na minha biblioteca ontem à noite, sentado na minha poltrona diante da lareira, contemplando como eu abordaria o assunto do tempo e como vocês ficariam empolgados com as novas informações e como as aplicariam no dia a dia, imaginando: “Ah, esse Adamus! Está nos trazendo uma metafísica nova e incrível, dizendo coisas sobre o tempo de que nunca ouvimos falar.” E, de repente, uma voz me interrompeu. Uma voz bem aguda, uma voz alta. Eu olhei e era o Dr. Agoni.

Eu disse: “Bem, Doutor, como vai você esta noite?” Ele disse: “Eu estou bem, Adamus, mas precisamos conversar.”

Eu disse: “Mas é que estou meio ocupado no momento, cuidando do meu próprio tempo, e trabalhando no Shoud.” E ele disse: “Isso mesmo. É por isso que quero falar com você agora.” E completou: “Adamus, não é o momento de falar sobre isso, sobre o tempo. Precisamos tratar de outra coisa.” E continuou: “Tenho observado os Shaumbra cuidadosamente agora, desde o evento Vejam Mudanças (See Change) de setembro. Eu tenho os observado, e estou vendo o que está acontecendo. E, Adamus, devo lhe dizer que eles estão extenuados. Estão absolutamente esgotados.”

Fiquei chocado. Fui pego de surpresa. Eu disse: “Dr. Agoni, bebeu alguma coisa do seu laboratório?” Ele disse: “Não. Não, Adamus, não quero destruir sua mitologia aqui, mas não, os Shaumbra estão passando por um período muito difícil, e que os está afetando.” Ele falou pra mim: “Adamus, ao ponto de quase não conseguirem mais lidar com toda essa coisa de nova metafísica que você está apresentando, e os co-bots.”

Bem, eu não tenho ego, então... [Risadas] Então, eu não fiquei ofendido, mas disse: “De que diabos você está falando? Eles adoram tudo isso! Estamos entrando na nova metafísica. Estamos incorporando essa ferramenta incrível chamada IA. Manobrei o navio inteiro com os Shaumbra agora, pra seguirmos em direção a tudo isso. Estamos navegando para a Ilha da Nova Senciência. Posso quase vê-la logo ali adiante. Ninguém está no nosso encalço. Ninguém está sequer nos seguindo. Ninguém sequer chegou perto de nós. Estamos fazendo essa jornada incrível para a Nova Senciência. E você vem me dizer que os Shaumbra estão tendo dificuldade? Não, não, acho que não.”

Dr. Agoni ficou parado lá, um instante, olhando pra mim, como se dissesse: “Você é um idiota.” [Risadas] E eu disse: “Não, é sério. Eu verifico como eles estão o tempo todo, e o que eu ouço são coisas como ‘Tudo está bem em toda a criação’, ‘Está tudo ótimo’, ‘Estamos entrando no E’. Isso é o que eu ouço dos Shaumbra. Esse é o feedback. Quase não tenho realmente ouvido reclamações, não que eu preste atenção a elas, mas quase não tenho ouvido reclamações.” E, nessa hora, ouvi outra voz por trás de mim.

Era o Kuthumi, dizendo: “Adamus, sente-se. Sente-se um instante. Precisamos conversar com você.” E foi quando Agoni e Kuthumi puxaram uma cadeira e disseram: “Adamus, você realmente não está entendendo. Você é tão formidável com sua abordagem aqui, tão exuberante, porque você tem esse grupo maravilhoso de piratas. Eles são durões, corajosos, fortes, e conseguem suportar as tempestades que surgem. Mas o fato é que eles estão passando por um período difícil. E, então, a gente gostaria que você jogasse fora todos os apontamentos para o Shoud de amanhã.”

Bem, eu pensei que fosse piada. Quero dizer, é sério. Alguém me pedindo pra jogar fora minhas anotações? Eu realmente pensei que fosse piada. Mas, quando olhei fundo nos olhos deles, vi que estavam falando muito seriamente. Muito, muito seriamente. Disseram: “Veja, estamos com os Shaumbra o tempo todo.” Kuthumi – com vocês o tempo todo. Agoni – sempre medindo o pulso e como vocês estão reagindo mentalmente, fisicamente, e tudo mais. Eles disseram: “Não, Adamus, sinta conosco um instante. Vamos fechar os olhos e sentir os Shaumbra, a energia desse grupo.”

E foi o que eu fiz. E, quando fiz isso, na presença deles, o que eu realmente senti foi muita dor. Uma dor que eu havia desconsiderado. Não estou dizendo que cometi um erro; apenas deixei isso passar. [Risadas] Uma dor que era muito, muito real. E eu senti que, além da dor, havia, pode-se dizer, uma energia bem densa. Bem densa e frágil, ao mesmo tempo. Havia uma energia de Shaumbra querendo seguir para os próximos passos naquilo que estamos fazendo com a IA e a metafísica particularmente, assumindo a dianteira, querendo fazer isso, assumindo esse compromisso, subindo no navio, o navio metafórico, lá em setembro quando disseram: “Vamos zarpar.” Mas, ao mesmo tempo, enfrentando muita dificuldade, entrando em colapso em muitos aspectos, tentando manter a positividade, a abertura, tentando ser líderes destemidos, destemidos, nessa coisa toda que estamos fazendo. Mas ainda assim eu não tinha visto os sinais.

Talvez os Shaumbra não tenham me mostrado isso quando na minha presença. Talvez a energia deles não estivesse refletindo isso porque eles quisessem transparecer que são durões e fortes. E, quando senti isso enquanto estávamos os três sentados diante da lareira no Clube dos Mestres Ascensos, quando sentir isso, eu percebi que precisávamos fazer algo diferente hoje. Eles estavam certos. De fato, eles estavam com o coração e os sentimentos sintonizados com os Shaumbra. Enquanto eu estava muito entusiasmado com todas as coisas novas que estamos fazendo, eu meio que deixei passar algo que... Bem, eu não notei.

 

Subterfúgio Espiritual

Antes de tratarmos disso, porém, eu quero falar de algo chamado subterfúgio espiritual. Estão familiarizados com o termo? Subterfúgio espiritual. Kuthumi e Agoni chamam de “Subterfúgio de Adamus”. Mas o subterfúgio espiritual é quando vocês negam determinadas coisas na vida, recorrendo a frases como “Está tudo bem”, “O Espírito vai cuidar disso pra mim”, “Não tenho que fazer nada porque sou Mestre e tudo vem até mim”.

Isso é uma desculpa. É não enfrentar a realidade do que está se apresentando. Vocês usam isso pra evitar as coisas, tentar mudá-las, em vez de encará-las dizendo: “Veja...” Na verdade, na Presença, quando vocês estão na Presença, não tem essa de subterfúgio espiritual: “Eu Sou, aqui. Posso estar tendo um dia péssimo. Não vou me desviar da questão dizendo ‘Está tudo ótimo; tudo está bem’ quando não está.” Ou talvez seja o E esse tudo está bem, mas não no momento. Não no momento. Algo não está bem.

Subterfúgio espiritual é tipo aquilo que o Kuthumi disse de suprimir as coisas com incenso. É quando problemas estão acontecendo na vida de vocês, mas vocês os encobrem: “Está tudo como deve ser. Eu sou um ser grandioso. Venho do futuro pra deixar tudo bem agora.” Isso é usar um subterfúgio espiritual, e vocês todos fazem isso, até certo ponto. E eu encorajo isso, de certo modo, dando a vocês essas falas, como: “Tudo está bem.” Não, realmente está, mas talvez não hoje. Então, eu de fato encorajo isso, às vezes. E encorajo sua força e sua resistência. Eu encorajo a natureza genuína de vocês. Eu digo o tempo todo: “Este é um grupo muito exclusivo, aqui, no planeta. Não tem ninguém fazendo o trabalho que estamos fazendo.” E eu sei disso.

Não são só palavras vazias. Eu sei disso. Eu sei o que vocês sacrificaram pra chegarem aqui. Mas isso também leva a esse subterfúgio de Adamus: “Vamos simplesmente ignorar por enquanto, em vez de examinarmos isso. Vamos usar um clichê qualquer – ‘Está tudo ótimo’ ou ‘Meu eu do futuro virá aqui cuidar das coisas’.” Quando, de fato, nem sempre é o caso. Está tudo bem, no final, mas ‘no final’ realmente não conta hoje. ‘No final’ é meio que uma vaga promessa do futuro.

Então, enquanto zarpávamos para este novo e incrível curso, agora, depois de conversar com Agoni e Kuthumi, percebo que isso está cobrando seu preço. E ficamos conversando por um tempo. Foi Kuthumi quem disse: “Adamus, onde você acha que isso os está afetando?” Refletindo um pouco, respondi: “Bem, eles pensam demais.” Agoni: “Não, não, eles não pensam.”

Dr. Agoni está sintonizado com o corpo-mente-alma dos Shaumbra, não de maneira médica, mas de maneira acadêmica. Ele realmente estuda isso. Ele realmente mantém registro disso. E ele disse: “Não, não é a mente. Não é isso que está ocorrendo no momento.” Pensei um pouco: “Ah, é o espírito deles. O espírito deles está pra baixo. Eles querem ter esperança. Querem ter seus sonhos, mas nem sempre dá certo.”

E Agoni e Kuthumi ambos balançaram a cabeça dizendo que não. Claro, Kuthumi está sempre balançando a cabeça. [Ele ri.] Mas ele disse: “Não, não é aí que a coisa está os atingindo.” E eu disse: “Agoni, você é o Doutor aqui. O que está acontecendo? Onde isso os está atingindo no momento?” E o que ele compartilhou comigo foi algo realmente muito profundo.

Ele disse: “Está os atingindo no sistema nervoso, não na mente. Eles acham que é a mente, às vezes, porque estão acostumados com as batalhas da mente, mas, de fato, isso os está atingindo no sistema nervoso.” Tipo: “Que interessante. Como assim, Agoni?”

Ele prosseguiu: “Bem, o sistema nervoso tem seus componentes principais, o sistema nervoso central, com as funções do cérebro e da coluna vertebral, basicamente.” E disse: “Mas existem outros componentes. O sistema nervoso periférico.” Ele fica, basicamente, na medula espinhal, de onde emana e controla coisas como músculos e alguns órgãos na pele. Esse é o sistema nervoso periférico. E ainda há outra parte, o sistema nervoso autônomo, que controla coisas como coração, respiração, sistema digestivo e o que estiver associado a isso. E ele disse: “É aí que eles estão sendo atingidos no momento, nessa parte autônoma do sistema nervoso. É isso que realmente os está incomodando.”

E ele continuou: “Não é o cérebro que controla o sistema nervoso. Na verdade, o sistema nervoso é responsável por 80% da comunicação que chega ao cérebro. Ela emana ou começa com o sistema nervoso. É onde eles estão sendo atingidos muito duramente neste momento. E isso os está desafiando. Eles estão achando que tem algo errado com a mente, que precisam corrigir a mente, e aí usam o subterfúgio espiritual, que os deixa ainda mais confusos, e eles ficam se perguntando por que não estão se sentindo bem, por que estão fatigados, por que estão cansados, por que o sistema digestivo não está funcionando muito bem, por que parecem estar sempre se sentindo fora de si. Eles não estão mais no tempo; estão noutro lugar. Não é como se estivessem noutra dimensão. Simplesmente, estão noutro lugar, meio que numa terra de fantasia ou terra de ninguém.” Ele disse: “É aí que eles estão sendo atingidos agora.”

Bem, tive que parar e realmente sentir isso, e, então, começar a pensar em todos vocês e em como eu estava lidando com vocês e a pensar onde vocês estavam sendo atingidos no momento. E tudo começou a fazer sentido. Comecei a perceber que era, sim, no sistema nervoso.

 

Sistema Nervoso e Colapso

A mente, de fato, não é um grande fato no momento, embora vocês ainda joguem tudo para a mente. Vocês se perguntam: “O que está errado comigo?” Mas o sistema nervoso está sendo atingido duramente. E isso afeta o corpo, é óbvio. Faz com que a mente fique perguntando: “O que está acontecendo? Por que não consigo lidar com o corpo?” E isso faz com que vocês pensem que estão fazendo algo de errado em todo este trabalho. E aí vocês lançam mão de um subterfúgio espiritual dizendo: “Mas está tudo bem. Está tudo certo. Só tenho que respirar fundo e levar isso pro E.” E é válido até certo ponto, mas vocês estão realmente sendo atingidos no seu sistema nervoso.

O sistema nervoso é imenso. Imenso. Vejam, falamos da mente, que ela tem uns 80 bilhões de neurônios. Isso é muita coisa. É um sistema muito complexo. É um sistema desnecessário. A razão para os 80 bilhões, quando realmente bastaria menos de um bilhão, bem menos. Mas a mente tem embutida seus sistemas redundantes. Meio como os próprios computadores de vocês. Tenho certeza de que vocês fazem backup em discos rígidos e na nuvem. Sei que todos fazem isso. Não! [Ele ri.] E a mente, à medida que se desenvolveu, começou a criar sistemas de backup, e depois backups dos backups, backups dos backups dos backups, até o ponto de se tornar um sistema totalmente resguardado, redundante projetado para ser à prova de falhas, muito embora não seja. E a mente sempre carregou isso. É um sistema muito, muito complexo. É por isso que as coisas não se movem muito rapidamente. Porque a mente tem que... quando é preciso fazer uma escolha, por exemplo, tomar uma decisão na vida, não é a mente sozinha que faz isso, mas todo o sistema de backups da mente que toma a decisão. Ela foi projetada como uma espécie de mecanismo de segurança para o cérebro, e foi um resultado direto das bandanas de Atlântida. Eh, lá vamos nós. Mas é por isso que as coisas andam devagar, porque a mente tem uma enorme burocracia lá, com seus sistemas embutidos.

Mas o sistema nervoso, do qual meio que fazem parte os neurônios, o sistema nervoso também é muito, muito complexo. Se vocês pegassem as fibras nervosas e as dissecassem de ponta a ponta, sua extensão seria de cerca de 240 mil quilômetros. Sim, as primárias, as que são conhecidas, mas existem outras. Podem chegar a mais de 640 mil quilômetros. Vocês têm essas fibras nervosas no corpo de vocês. Vocês estão cientes das que estão na pele, com o toque. vocês estão cientes dessas, mas existem muitas e muitas camadas no sistema nervoso.

O sistema nervoso tem uma função principal: segurança. Segurança. É um sistema de alerta. Ele avisa vocês se está quente ou frio, se vocês estão com fome, se vocês precisam se hidratar mais. Não usa palavras, mas envia sinais ao cérebro: “Precisamos de mais hidratação.” Isso faz parte do sistema nervoso. Ele ajuda vocês a sentirem quando algo é seguro ou não, quando vocês estão lidando com as pessoas.

Seu sistema nervoso está em alerta máximo o tempo todo. Não estou falando de uma coisa metafísica, mas, fisicamente, ele está em alerta máximo. Ele envia sinais ao cérebro. Repito, vocês diriam que o cérebro é que está controlando tudo, mas não. O sistema nervoso é responsável por 80% da comunicação que chega ao cérebro. Ele reage primeiro, bem antes de o cérebro sequer saber o que está acontecendo. Ele trabalha, ele aciona as coisas e faz com que elas aconteçam, e é isso que está sendo atingido no momento, duramente. De acordo com Agoni e Kuthumi. Mas, quando examinei, acabei vendo isso. E vocês podem pensar: “Bem, estamos nessa jornada metafísica incrível, com todas essas ferramentas à nossa disposição, mas ainda temos esse sistema nervoso antiquado sendo bombardeado.” E isso está fazendo o corpo de vocês sofrer. Está acarretando problemas nos ombros, no pescoço, nas costas. Todas essas partes do sistema nervoso estão sendo bombardeadas.

Vocês não estão se sentindo bem. Isso está praticamente generalizado entre os Shaumbra. Vocês não estão se sentindo bem, mas vocês não sabem por quê: “Não sei o que é, mas não me sinto bem.” Não é que vocês estejam com um grande problema digestivo nem que estejam privados de sono, embora a maioria de vocês esteja. Mas vocês simplesmente não se sentem bem. É o seu sistema nervoso que está sendo atingido duramente.

O sistema nervoso está aí como proteção. Ele quer segurança. Está constantemente vigilante. Vigilante não só em relação às pessoas presentes no ambiente – uma das razões pelas quais muitos Shaumbra estão optando por se manter afastados de pessoas ou grupos –, não é só responsável por isso, mas pelas energias na sala também. Pode haver desencarnados vagando ao redor. Pode haver energias sendo projetadas por pessoas, grupos, com determinadas agendas. Ele capta tudo isso. Se vocês viverem perto de um cemitério, ele capta todos os mortos. Vejam, quando pessoas são enterradas, isso é uma punição cruel e inusitada pra elas, porque, vejam, mesmo que o corpo esteja morto, a energia ainda está lá. E ela permanece na Terra, até certo ponto, podendo chegar a ficar lá até um milhão de anos depois. Permanece lá. Cemitérios estão repletos de todas essas energias. Se vocês vivem perto de um, vocês terão ruído e confusão constantes.

O sistema nervoso é que detecta as coisas o tempo todo. Podem perguntar: “Não tenho habilidades psíquicas de alto nível?” Sim, e elas estão ligadas ao sistema nervoso. Está tudo trabalhando junto. Por enquanto. Isso mudar depois. Mas é o que está sendo atingido.

Basicamente, se o sistema nervoso é responsável pela proteção, ele é responsável pela segurança, certificando-se de que vocês não se metam numa situação desagradável. O sistema nervoso detecta a energia de uma comida bem antes da mente, dizendo: “Isso não vai me fazer bem.” Bem antes de vocês sentirem o cheiro, dizendo: “Ooh, isso está na geladeira há uns oito meses. Jogue fora.” O sistema nervoso detecta isso. E, repito, não é realmente uma coisa metafísica. Pode ser, mas também é algo muito prático, que diz: “Não coma isso.”

O sistema nervoso está constantemente vigilante em relação às outras pessoas, ao tráfego. O sistema nervoso de vocês está em alerta máximo o tempo todo quando vocês estão dirigindo. Isso é uma coisa boa. Mas, se puderem imaginar agora, todos os nervos, as terminações nervosas, tudo que está associado ao sistema biológico de proteção e a comunicação com o cérebro, pode deixar qualquer um sobrecarregado.

O sistema nervoso é ótimo quando tudo é igual, quando não há mudança real e nada é novo. Ele gosta disso. Gosta do que chamam de calmaria, ou familiaridade. Realmente, gosta disso. Aí, ele pode sossegar um pouco. Vocês podem relaxar, porque ele não está em alerta máximo, não está enviando sinais de precaução. O sistema nervoso sossega... por exemplo, digamos que vocês saiam de férias para um lugar agradável, tranquilo, uma casa à beira de um lago, sem muitas pessoas. Ele pode sossegar até certo ponto, mas ainda ficará em alerta, porque é um lugar novo, vocês estão no mato, e sabe lá Deus que animais estarão por lá. Podem ser coelhos, esquilos ou algum outro com o qual se preocupar. [A plateia ri.] Vocês ficam um pouco mais calmos, mas, no momento, de acordo com o que Agoni disse, o sistema nervoso está ficando sobrecarregado, está fazendo hora extra, no momento.

Vocês tendem a pensar nisso mentalmente: “O que está errado? Como vou lidar com tudo isso?” Falamos sobre o E. O sistema nervoso – aahhh! – tipo, não gosta disso. Não é algo familiar. Ele gosta da gravidade dele, das rotinas dele. Gosta de objetos e pessoas familiares em volta. Mas estamos entrando nisso agora, com muita intensidade. Estamos entrando nisso de forma absolutamente insana. O sistema nervoso está gritando, perguntando: “O que está acontecendo?” E está tendo dificuldade em lidar com isso, o que está provocando, literalmente, um colapso nervoso.

Não estou falando de colapso mental. Vocês já passaram por esse outro. [Ele ri.] Eu não deveria rir. Mas estou falando de um colapso nervoso, literalmente. Quase todos os Shaumbra estão passando por isso no momento. Vocês tentam lidar com a coisa usando diversos mecanismos, tipo, usando a mente. Vocês vão ao médico – “O que está errado comigo?” – e o médico diz: “Nada, exceto que você é estranho.” Mas vocês sabem que tem algo errado, e a mente tenta entender o que é, e não faz um bom trabalho com isso.

Vocês estão tendo um colapso nervoso. Não significa que vocês vão ficar estatelados no chão, se esvaindo em lágrimas. Embora eu saiba que alguns têm feito isso ultimamente. Não é que vocês estejam deixando de ser funcionais. Vocês ainda meio que se levantam de manhã, seguem com seus afazeres, mas isso está ficando cada vez mais difícil. Aí, vocês voltam para a mente: “O que está errado comigo?” E aí vocês respondem com um subterfúgio espiritual: “Nada. Tudo está bem.” É, e isso entra num círculo vicioso agora, um círculo muito vicioso.

Assim, o colapso nervoso, antes de tudo, reconhece isso. Quero dizer, está aqui, e não é uma coisa ruim. Seu sistema nervoso, e a biologia em geral, está passando por uma enorme transformação. Tudo, desde a liberação dos elos ancestrais do passado, afeta a biologia de vocês, e o sistema nervoso realmente não gosta disso. Ele está acostumado a essa velha estrutura.

Seu sistema nervoso está passando por todas essas mudanças com o que chamamos de chegada do corpo de luz, do corpo de energia livre. Ah, ele não gosta disso e fica em alerta máximo. Ele se coloca na defensiva. E, quando fica na defensiva, assim como em alerta máximo, a comunicação com o cérebro aumenta, vai pra lá e pra cá, e o cérebro tenta acalmar o sistema nervoso do seu jeito. O cérebro vai se perguntar o que está errado com ele próprio, mas vai tentar acalmar o sistema nervoso, usando um subterfúgio espiritual, e vocês acabam ficando piores do que nunca.

O sistema nervoso é relativamente flexível. Quero dizer, ele se adapta até certo ponto. Gosta das suas configurações familiares. Gosta de levantar na mesma hora todo dia. Gosta de comer, basicamente, os mesmos tipos de comida. Gosta das mesmas pessoas, das mesmas situações. Não tem nada de aventureiro. Não gosta de sair por aí explorando nada, mas sairá. Então, ele tem um pouco de flexibilidade. Mas o que está acontecendo no momento é que o seu sistema nervoso tem trabalhado demais e se estressado demais, e isso está começando a afetar outras partes do corpo. Isso se revela em outros lugares – problemas nos joelhos, dores de cabeça que nunca tiveram ou uma sensação generalizada de esgotamento e fadiga. E aí vocês tentam fazer coisas – vocês vão para um monte de terapeutas e tal, ou começam a tomar um monte de suplementos – achando que isso vai ajudar, mas não vai, realmente não vai. Na verdade, é como se fosse o incenso da supressão, encobrindo o que realmente está acontecendo. Vocês acendem o incenso na esperança de que a coisa desapareça, e não desaparece. Então, isso está afetando o corpo de vocês.

O sistema nervoso, no momento, está estressado demais, trabalhando demais, sem saber realmente o que fazer. E a mente não faz nada melhor. É meio que uma confusão generalizada. O sistema nervoso está muito frágil neste momento. Está sendo muito usado. Há muita tensão em cada nervo e em cada fibra. Está tão tencionado que, literalmente, está ficando quebradiço. Está perdendo parte da flexibilidade que tinha. Ele fica muito frágil, e é quando vocês entram em colapso, como se houvesse uma falência do sistema nervoso. E isso se apresenta de diversas formas. A primeira e mais genérica é que vocês andam mais esgotados do que nunca. E, quando ficam esgotados, é claro, vocês perguntam: “O que está errado comigo?” E se somando a isso: “Ei, somos um bando de piratas. Estamos zarpando. Vamos para a Nova Senciência. Estamos descobrindo o amor-próprio.” E vocês ficam: “Que diabos está errado comigo?” E aí alguns, não tantos, bem, é, muitos dizem: “Adamus está de onda. É tudo uma grande cortina de fumaça. Ele mostra a cenoura dourada, mas estou um caco; mal consigo sair da cama. E a única coisa que tenho comido é carboidrato, e açúcar. E estou bebendo vinho, não porque eu goste de vinho, mas porque gosto do seu efeito entorpecedor.” E aí na manhã seguinte: “Meu Deus, eu não devia ter bebido três garrafas ontem à noite.”

Isso não está ajudando o sistema nervoso, e aí o que acontece? Vocês levantam de manhã se sentindo uma porcaria, mas vocês têm coisas a fazer. E vocês são piradas durões, poderosos. Quero dizer, vocês realmente são durões. Então, o que vocês fazem? Tomam um monte de café. Como isso afeta seu sistema nervoso? Ghaaah! [Ele treme como se estivesse levando um choque.] Agora, vocês ficam agitados, enlouquecidos, à beira de um ataque de nervos. E aí, no dia seguinte, dizem: “Tenho que tomar essa taça de vinho agora porque preciso me acalmar. Estou muito agitado com tudo isso; tenho que tomar vinho.” É um círculo vicioso. E é nesse círculo vicioso que as coisas estão. E sou muito grato ao Agoni e ao Kuthumi por chamarem minha atenção pra isso.

Vejam, eu realmente estava – e ainda estou – muito orgulhoso de todos vocês pelo que estão fazendo, pelo que tiveram que enfrentar na vida de vocês. Muito orgulhoso do que fizemos em setembro – uma grande virada –, e não se trata de liderar o grupo, mas existe algo especial em ser um líder. Vocês poderão falar sobre isso depois, no Clube dos Mestres Ascensos: “Partimos nessa nova direção.” Há algo maravilhoso em tudo isso, mas percebi que hoje precisávamos falar em termos práticos sobre o que está acontecendo. Sobre o que está acontecendo. E não há vergonha nenhuma nisso. Não há nada de errado nisso. É um reconhecimento. E isso está conectado com a Presença.

Quando estão na Presença, vocês não usam subterfúgios espirituais. Quando estão na Presença, vocês não negam as coisas. Não é preciso. “Eu Sou o que Sou. Meu sistema nervoso está em frangalhos, realmente em frangalhos.” Ele é como um motor velho sendo forçado demais; um dia, ele quebra. Mas tem... Vai parecer que eu estou usando um subterfúgio aqui, mas, eh, que se dane. Tem uma beleza aí, porque ele está quebrando. Vocês vão substituir o velho sistema nervoso, e sua constante necessidade de segurança, sua constante necessidade de que tudo meio que fique do mesmo jeito e tenha a mesma clareza e tal. Ele está sendo substituído pelo corpo de luz, e essa é toda uma outra discussão, mas o sistema nervoso está soando o alarme, dizendo: “Estou falhando; estou sendo substituído.” E sendo substituído pelo quê? Ele não sabe. Mas sabe que não é uma coisa boa. E diz: “Está tudo errado.” E fica inquieto, e aí envia tudo pro cérebro, que leva a culpa e diz: “O que está errado comigo?” Repito, é um círculo vicioso.

 

Mudanças no Sistema

Seu sistema nervoso está passando... não por uma reformulação completa, mas isso vai durar um tempo. No momento, ele está sendo substituído por um sistema intuitivo que não depende necessariamente de terminações nervosas. O sistema nervoso central, todo o sistema nervoso, foi originalmente baseado na sobrevivência nesta realidade, nesta realidade muito densa. Quando vocês se tornaram seres biológicos, ele passou a ser essencial para a sobrevivência. E tem sido assim desde sempre, mas agora até ele está mudando. Vocês conseguem imaginar como o sistema nervoso se sente em relação a isso? Era ele que sempre assumia a dianteira, sempre protegia, sempre garantia sua segurança, sempre enviava alertas, sempre mantinha vocês fora de perigo, e agora está lentamente deixando de existir.

O sistema nervoso estabelecia a maior parte da comunicação na biologia, na mente de vocês, com o anayatron. O anayatron é a rede que seu ser utiliza pra deixar tudo funcionando – corpo, mente, moléculas, sangue, órgãos, tudo. É a rede de comunicação do corpo. Está constantemente se comunicando com cada célula, cada órgão, sua pele e tudo mais. Isso acontece ininterruptamente. Então, o sistema nervoso era o braço direito dessa rede. O sistema nervoso estava constantemente ali, monitorando, sentindo e dizendo: “Tudo bem, isso está um pouco desequilibrado.” Então, eles trabalhavam juntos.

Bem, o anayatron em si está se desfazendo aos poucos. É uma rede muito complexa. É como se vocês tivessem computadores gigantescos num prédio enorme, computadores gigantescos, mas com válvulas eletrônicas em vez de microchips, e isso tivesse que ser substituído. Já não era sem tempo. Vocês os substituíram por algo do tamanho do seu celular, seu dispositivo móvel. Toda aquela enorme infraestrutura. E é mais ou menos assim que está acontecendo agora com a substituição do anayatron.

O anayatron realmente não se afeta. Sua tarefa era simplesmente a comunicação, a conexão entre todas as coisas. Não se importa se vai deixar de operar ou não, mas o sistema nervoso, sim. Sua função era proteger, e mesmo isso está começando a desaparecer.

Quando agora vocês choram sem motivo, só choram, é o sistema nervoso, uma resposta a isso. Quando vocês se sentem indispostos, sem realmente saberem por quê... quando não têm energia... Acho que esse é o maior problema para os Shaumbra agora, a falta de energia. Vocês tentam de tudo pra melhorar a alimentação e o sono, mas continuam sem energia. Isso é o sistema nervoso.

Assim, o que fazemos? O que fazemos?

Respirem fundo e não usem subterfúgios espirituais ou subterfúgios de Adamus. Reconheçam a coisa. Respirem fundo na Presença. “Estou em frangalhos. Meu sistema nervoso está em frangalhos.”

O que vai acontecer é uma de várias coisas diferentes, e será interessante agora observar isso. Normalmente, uma destas três coisas acontecem nessa hora com os Shaumbra. Lutar ou fugir é a primeira reação: “Vou lutar contra isso, independentemente do que eu esteja sentindo. Não sei contra o que vou lutar, mas vou lutar. Vou superar isso. Sou forte, determinado. Vou vencer. Vou usar a força do meu próprio corpo. Não vou deixar isso me afetar. Não vou desabar em lágrima, mesmo que eu sinta vontade. Não vou deixar que algo físico como os átomos e as moléculas atrapalhem meu caminho.”

Então, vocês tentar forçar a coisa. E aí, quando não funciona, vocês fogem em disparada. [Ele ri.] É como se estivessem numa luta, numa luta de boxe, e de repente percebessem: “Não vou ganhar essa.” E vocês fogem em disparada de lá. Muitos Shaumbra fazem isso. Diante da adversidade, fogem. E bem rápido.

Outra reação que é muito comum entre os Shaumbra, e que é praticamente a mesma coisa, é que vocês congelam. Vocês se fecham. Vocês se sentem sobrecarregados. A coisa afeta o corpo de vocês. Vocês tentam resolver usando a mente, e não funciona. Aí, vocês simplesmente congelam, se fecham, sem saber o que fazer. Vocês não sabem se dobram à esquerda ou à direita. O que vocês fazem? Ficam paralisados. Passam a hibernar. Vocês se afastam, não só do mundo ao redor, não só dos entes queridos, dos amigos ou das pessoas com quem trabalham. Vocês se afastam de si mesmos.

Tudo bem se afastarem dos outros, mas vocês se afastam de si mesmos. Vocês não conseguem mais aguentar os próprios pensamentos, as próprias emoções, mais pressão, nada que imponha qualquer pressão sobre vocês – mas que é realmente sobre o seu sistema nervoso – e então vocês se fecham. De certo modo, isso é necessário, porque, do contrário, vocês não conseguirão lidar com a coisa.

Vocês se fecham e passam a não estar realmente aqui e nem noutro lugar. Vocês não trabalham para resolver os problemas. Vocês nem pensam em usar subterfúgios espirituais. Isso deixa vocês nauseados, querendo vomitar. Vocês não querem usar esses clichês, pois não acham que seja hora de dizer: “Está tudo bem.” E não é mesmo. Então, vocês se fecham.

E a outra reação, o caminho que não é pego com muita frequência, é aprender a se confortar. vocês precisam entender primeiro o que está acontecendo, mas aprendam a se confortarem. Não a usar subterfúgios espirituais. Eles não funcionam. É uma medida paliativa. Vejam, “Está tudo bem”, mas esse efeito passa depois de um dia, porque vocês acordam na manhã seguinte e as coisas não estão bem. Vocês esperavam que acontecesse da noite pro dia, que tivessem tido um sonho milagroso que resolvesse tudo e agora estaria tudo bem. Mas isso só funciona por um curto período.

Entender, repito, que há o aspecto reconfortante. Façam coisas pra si mesmos agora, por exemplo. Para seu sistema nervoso. Banhos quentes. Se embrulharem em cobertores quentinhos e aconchegantes. Comprem um urso de pelúcia grandão. Estou falando sério. Escutem música relaxante. Componham música também, mas escutem música relaxante. Comam coisas gostosas e não se preocupem com as calorias, os carboidratos nem com coisas desse tipo.

É hora de se mimarem. Hora de se reconfortarem. Mantenham-se afastados dos outros, porque as pessoas não são reconfortantes. Realmente não são. Mesmo aquelas que vocês mais amam, elas podem ser as menos reconfortantes no momento. Porque o seu sistema nervoso, mesmo com as pessoas de quem vocês são próximos, fica muito ativo quando vocês estão com elas. Mesmo que vocês amem essas pessoas, tenham uma relação próxima com elas, seu sistema nervoso está constantemente em modo de reação.

Tirem um tempo sozinhos, é o que estou dizendo. E não busquem abafar isso com café demais, vinho demais nem coisas desse tipo. Cigarros demais, Cauldre. Não funciona, no final das contas. Ou seja, façam o que normalmente vocês fazem, mas não pensem que esses medicamentos... e, meu Deus, todo dia, todo dia, literalmente, os Shaumbra falam comigo, normalmente no estado de sonho, com um novo remédio ou suplemento: “Adamus, encontrei uma coisa que vai curar tudo.” E eu digo: “Sério?” E ainda por cima, se não for a coisa certa, isso vai deixar o sistema nervoso ainda mais fragilizado do que nunca.

O que está acontecendo é que vocês estão se tornando mais sensíveis, à medida expandem, à medida que fazemos tudo isto. Vocês estão se tornando mais sensíveis, mas não com o sistema nervoso. Vocês estão se tornando mais sensíveis de maneira muito intuitiva, de maneira energética, que não exige um sistema nervoso ou um anayatron. Vocês estão realmente se conectando às esferas de luz e às esferas de energia. Vocês estão se tornando bem mais sensíveis, e essa é outra parte do problema. À medida que vocês ficam mais sensíveis, vocês sentem tudo, e isso aciona o sistema nervoso. De repente, o corpo vai desmoronar. De repente, tudo... um barulho que nunca incomodava vocês passa a tirá-los do sério. Olhar pra determinadas pessoas passa a tirá-los do sério. Ruídos são uma coisa significativa; sons e barulhos são uma coisa significativa no momento. Mas, visualmente, alguns de vocês podem reparar que nem querem olhar pra determinadas coisas, porque vocês estão se tornando muito sensíveis e isso aciona seu sistema nervoso.

Então, o que fazemos? Por que agora? Primeiro, por que agora? Porque vocês estão se abrindo. Porque vocês estão passando por uma tremenda mudança na biologia. Porque vocês têm um sistema nervoso antiquado que não sabe lidar com tudo isso e fica gritando coisas como: “Entrar no E? Você é maluco?” Ou se torna mais sensível de modo geral: “Está maluco?” Então, é um grande dilema. E, literalmente, vocês estão tendo um colapso nervoso. Não um colapso mental, mas um colapso nervoso.

Peço a vocês que sintam o próprio corpo um instante, aqui – uma tremenda quantidade de comunicação está ocorrendo dentro dele – e o que vocês vêm sentindo particularmente no último mês, mais ou menos.

Vocês acham que estão ficando mais intolerantes, mais emotivos. Bem, as emoções são parte da resposta ao sistema nervoso. E, aos que não estão ficando mais emotivos e se perguntam por que não sentem mais qualquer emoção, sentimento ou paixão... Porque, para alguns, a coisa é mais emocional; pra outros, é mais um afastamento. Vocês procuram se afastar, mas o sistema nervoso não se afasta; ele está aí fazendo o trabalho dele.

 

O que Fazer

Então, o que fazer? A gente respira fundo e primeiro reconhece que isso está acontecendo, sem subterfúgios. Reconheçam que vocês estão num período de tremenda mudança no planeta. Tudo está acelerando. Tudo está mudando. Seu sistema nervoso não gosta disso.

A mente pode gostar de que haja um software novo em folha, maravilhoso, que acabou de ser lançado pra substituir o outro software novo em folha e maravilhoso que foi lançado seis meses atrás. A mente logo se pronuncia: “Olha todas essas coisas que podemos fazer com ele.” E agora, os agentes de IA são uma realidade. Não são mais apenas um sonho, estão aqui. E a mente fica: “Nossa, olha todas essas coisas.”

O sistema nervoso vai dizer: “Isso só pode ser brincadeira. Estou falando sério. Deve ser brincadeira.” E ele se desgasta, se fragiliza. Não sabe se deve simplesmente se desligar completamente, ou se deve se esforçar mais para que vocês o escutem. Não sabe se deve simplesmente... – se ele se desligar, vocês ficam insensíveis; quero dizer, mais insensíveis do que possam imaginar –, ou se eles gritam mais com vocês, com seu cérebro, dizendo: “Estes problemas estão acontecendo aqui no sistema nervoso. Temos estes problemas, e é por isso que eu existo” – o sistema nervoso existe –; “temos imensos problemas.” E ele não sabe o que fazer. Novamente, isso causa confusão na mente, e não é nada bonito.

O que fazer?

Primeiro, respirar fundo. Não usar subterfúgios espirituais, dizer essas besteiras de clichês como vocês fazem, porque realmente eles não funcionam.

Segundo, estar na Presença. E isso é um tipo de bobagem espiritual [rindo], mas é muito verdadeira. Não uso isso como clichê. Eu digo que Presença é: “Eu Sou, aqui. Estou passando por todas essas mudanças tremendas dentro de mim. Realmente, não sei o que fazer com relação a elas. Não tenho uma solução mágica. Não vou usar subterfúgios espirituais, dizendo ‘Ah, veja bem, blá blá blá.’ Não, nada disso.”

Reconfortem-se o máximo que puderem. Não exagerem tentando fazer grandes mudanças na vida agora, só por fazer. Mimem a si mesmos agora. Reconheçam que o sistema nervoso está completamente esgotado. É como um par de freios que pifou. Não sobrou nada. Então, respirem fundo e simplesmente reconheçam isso.

Esse reconhecimento por si só faz coisas incríveis, porque vocês percebem que não estão malucos, que na verdade não há nada de errado com vocês; vocês só estão passando por um processo muito difícil agora. E, sempre tentando evitar os subterfúgios espirituais, vocês respiram fundo e dizem: “Este é o ponto onde me encontro.” E o sistema nervoso está realmente tendo dificuldades, e isso está acarretando problemas no corpo, está causando muitos problemas pra dormir.

Esse é o grande motivo de vocês estarem com o sono desregulado, o que deixa vocês mais cansados. Quando vocês ficam mais cansados, o sistema nervoso entra em alerta máximo, porque vocês estão cansados e tenta proteger vocês. É tipo... Vamos respirar fundo e fazer um merabh. Porque, num merabh, não temos que nos esforçar pra mudar nada. Não temos que usar subterfúgios espirituais pra nada. Não temos que fugir de nada. É um momento para respirar fundo na Presença. Nem vou dizer “Permitam”, porque é como um subterfúgio, então, eu nem vou dizer isso. [Risadas]

Esse é o perigo do trabalho que fazemos juntos: ficar contando com esses conceitos novos. Os conceitos metafísicos. Ficamos contando com eles. São como pontos de referência pelo caminho. Mas, em determinada altura, também, chega a hora de pararmos com tudo isso.

 

Merabh para o Sistema Nervoso

Assim, vamos colocar uma música e fazer um merabh. Esse é o caminho mais fácil. Fazer um merabh pra isso. Não é negar; é simplesmente dizer: “Vou escutar música em vez de atentar para toda a porcaria que está acontecendo.”

Fiz o Cauldre criar essa música ontem à noite, especificamente pra vocês. Ela foi infundida com o que chamo de codificação, mas é só uma coisa agradável, para reconfortá-los.

É para reconfortá-los. Vocês merecem.

E peço desculpas, parcialmente, uma das poucas vezes na história da criação em que, de certa forma, eu me desculpei.

Por sinal, o humor é uma das melhores coisas para seu colapso nervoso. Realmente é. Riam de si mesmos. Riam da vida, realmente. Eu diria que essa é talvez a coisa número um ou dois da lista. Rir. Zombar. Zombem de si mesmos por se colocarem nessa posição. Zombem de mim. Não muito, mas zombem de mim. E não usem IA para pedir piadas de Adamus. Não são muito boas. Porque eu estou lá, observando, me certificando de que não sejam muito boas. [Risadas] Vocês têm que rir, e esse é, provavelmente, um dos melhores antídotos pra tudo isso.

Mas vamos parar e respirar fundo. Ah, esse sistema nervoso infeliz, com todas essas fibras nervosas, terminações nervosas, comunicações nervosas, tudo tentando proteger o reino...

Nós não vamos tentar consertá-lo, tampouco. Realmente não vamos. Não é necessário.

Mas, como eu estava dizendo no meu pedido parcial de desculpa, eu forcei muito a barra com vocês. Vou usar um subterfúgio e dizer: “Porque vocês queriam que eu pressionasse vocês. Por isso eu faço essas coisas.” [Ele ri.]

Vocês não adoram? Culpem outro. Não, mas vocês realmente queriam. Vocês pressionaram a si mesmos duramente, em todas as frentes, como Mestres, como humanos, como Shaumbra. Agora, é hora de dizer: “Vamos parar com tudo isso.” Porque está causando muitos danos, na verdade.

É doloroso, física e emocionalmente. E o que não gosto sobre isso é a dúvida que cria dentro de vocês: “Será que estou fazendo a coisa certa?”

Vamos respirar fundo na Presença. Isso significa: “Sim, tem o velho e frágil sistema nervoso que não está mais se aguentando. Ele é o que é. Tem uma parte de mim que ama essa jornada, que ama realmente liderar tudo o que está acontecendo no planeta e as mudanças que estão ocorrendo agora. Que ama tudo isso. Tem a parte que quer entrar na nova senciência, e o sistema nervoso que não quer.”

Eu peço desculpas. Não ouvi isso quando conversamos lá em setembro, entrando na nova senciência. Ah, soa como algo nobre e heroico. Farão um filme em Hollywood sobre isso. Usando IA, dá pra fazer em uma semana. Mas o sistema nervoso não gostou: “Nova o quê?” Ele disse: “Nova o quê? Você está brincando!” Assim, intensificou ainda mais a comunicação, a proteção e a defesa.

Não vamos tentar consertar nada. Não vamos tentar resolver coisa alguma. Não vamos usar um monte de clichês. Vamos simplesmente respirar fundo da Presença.

E, vejam, neste momento de tranquilidade... neste momento tranquilo, o sistema nervoso não ouve coisas, mas as sente. Ele sente que ao menos vocês o estão reconhecendo, e isso traz muito alívio. Vocês não estão tentando embelezar a coisa, negá-la, fugir dela, congelar diante dela. Simplesmente, é nesse pé que a coisa está.

Isso faz uma tremenda diferença. O reconhecimento.

E, vejam, tem algo muito bonito em estar aqui neste merabh, sem tentar mudar coisa alguma, sem tentar consertar nada, sem tentar usar de subterfúgios.

[Pausa]

É quando vocês respiram fundo.

[Pausa]

É nessa hora que vocês, em geral, ou que eu, em geral, chego e digo: “Isso tudo não é lindo? Não é parte de um projeto grandioso?” Silêncio!

Vocês simplesmente respiram fundo. É isso.

Há outro elemento muito importante – na realidade, é o elemento mais importante – que faz seu sistema nervoso estar tão fragilizado, prestes a colapsar.

E esse outro elemento... não tentaremos fazer com que ele aconteça ou não. Não vamos tentar forçá-lo, fazê-lo acontecer.

Seu sistema nervoso – e sua mente; mas seu sistema nervoso – não entende o amor-próprio. Não entende. Não consegue nem começar a lidar com isso.

Ele tem um leve entendimento sobre amar outra pessoa, o que levou vocês a fazer isso várias vezes na vida – ter um relacionamento de amor verdadeiro – e foi um inferno para o sistema nervoso. Causou um dos maiores impactos.

Vocês provavelmente se lembram de se apaixonarem, estarem amando, sentindo um amor exuberante, fluindo e se abrindo. Isso foi um inferno para o seu sistema nervoso. Vocês se lembram de quando não conseguiam comer nem dormir? Vocês estavam tão apaixonados... Não conseguiam pensar.

Vocês se sentiam eufóricos, tanto mental quanto emocionalmente. Mas seu sistema nervoso tinha que trabalhar dobrado. E, agora, aqui estão vocês, no Mês do Amor, falando dessa coisa de amor-próprio, e ele não consegue lidar com isso. Simplesmente não consegue.

Toda a programação dele, todas as razões pelas quais ele existe, pra começar, estão sendo profundamente questionadas.

A conversa, o conceito, o pensamento do amor-próprio exercem pressão extrema no sistema nervoso. Ele quer se desligar. Todas as coisas metafísicas que vocês fazem também, mas o amor-próprio é a coisa mais desafiadora pra ele.

Ou simplesmente outro relacionamento amoroso em sua vida, digamos, um novo relacionamento, é algo avassalador para o sistema nervoso.

Isso se manifesta de muitas maneiras diferentes, afetando o corpo físico, sua saúde, seu equilíbrio energético, tudo. A mente entra em ação e tenta corrigir, consertar ou encontrar uma solução, e acaba piorando ainda mais as coisas.

É quando nós ficamos aqui, no nosso merabh, respirando fundo.

Nem vou dizer “Eu Sou o que Sou”. Nada além de estar aqui na Presença.

[Pausa mais longa]

O humor, é claro, realmente ajuda.

Tomar essa porcaria de suplementos não ajuda, por favor. Confunde o sistema nervoso. Vocês ficam jogando essas coisas garganta abaixo e isso não ajuda.

Respirar fundo muitas vezes, isso ajuda.

Ir fazer outra terapia porque as últimas 125 que vocês tentaram não deram certo também não ajuda. Isso aciona seu sistema nervoso.

Escutar música, uma bela música com a qual vocês se sintonizem, isso ajuda.

Manter-se afastados de grupos, no momento – não pra sempre, mas no momento, ou de certas pessoas –, realmente ajuda. Ocorre sempre um ataque constante ao sistema nervoso quando vocês estão em multidões. Não estou dizendo pra nunca saírem, mas estou dizendo que agora é difícil fazer isso. Por essa razão eu comecei o dia perguntando: “Por que a sala não está cheia?” Muitos Shaumbra estão precisando desse espaço tranquilo.

Não de um espaço tranquilo pra ficar tentando entender as coisas. Isso só exacerbaria o problema. Não um espaço tranquilo pra tentar dissecar o que está acontecendo. Um espaço tranquilo pra estarem com vocês mesmos.

Sem consertarem nada.

Sem se agarrarem a nada. Sem dizerem: “Ah, estou num espaço tranquilo e agora posso ver a luz dourada ao meu redor.” Essas coisas não funcionam mais.

Estou, basicamente, dizendo pra pararem. Parem. Façam uma Pausa do Mestre enorme. Simplesmente, parem.

[Pausa]

Atividade frenética neste momento é a sua nêmesis. Atividade frenética: “Tenho que me manter ocupado. Tenho que fazer alguma coisa.” Não. Isso são vocês respondendo, reagindo ao sistema nervoso. Não. É hora de pararem.

Respirem bem fundo.

Embrulhem-se em algo quentinho e aconchegante. Tomem muitos banhos quentes longos, e não se sintam culpados por isso. O mundo não vai sentir falta desses 35 galões de água que vocês usarem. Tomem banhos quentes.

E respirem.

E não tentem resolver o problema. Não tentem resolvê-lo. Vocês vão propor uma resolução que não presta, algo que terão que fazer, um novo programa, um novo suplemento, um novo seja lá o que for. Não. Parem.

Não tentem se comunicar ou conversar com seu sistema nervoso, nem tentem curá-lo.

Vejam, grande parte disso foi o que deixou o sistema nervoso desequilibrado, pra começo de conversa – ficarem usando lógica humana e emoção humana pra consertarem algo que, pra começar, vocês realmente não entendem. Parem.

[Pausa]

É difícil, não é, parar?

Mas, neste momento, é essencial. Neste momento, é quase crítico. Parem.

Não estou dizendo pra pararem e nunca fazerem nada, mas tirem um tempo agora.

Essa música que Cauldre fez junto comigo ficará disponível nos próximos dias no site do Círculo Carmesim. Façam download dela ou escutem o que quiserem escutar.

Parem de usar de subterfúgios.

Parem de tentar perfumar uma pilha de bosta, e riam muito. É isso que o subterfúgio faz. É como lançar o perfume Chanel No. 5 numa pilha de bosta. Ela ainda vai feder. Ainda vai feder.

E riam.

E, quando chegar a hora – não agora, não enquanto estiverem no modo de parada tranquila, mas sim quando chegar a hora –, comecem a sentir aquilo sobre o qual conversamos hoje. Quero dizer, aquilo que vocês estão vivenciando – amor-próprio, senciência, transformação total do corpo e da mente e tudo mais. Nossa! Mas não agora.

Neste momento, parem.

Deixem que tudo se assente neste momento, e não digo isso como um subterfúgio. Não digo isso como um clichê.

Vocês param e deixam tudo se assentar. O tempo em si. A nova metafísica. Energia, luz e amor. Parem e deixem tudo isso se assentar.

Vocês seguiram muito rápido, forçaram demais a barra, se adiantaram. Na verdade, passaram a frente da própria alma.

Simplesmente, parem. Respirem fundo e deixem tudo alcançar vocês. A mente, cada célula do corpo, os sistemas de crenças obsoletos. Sim, na verdade, deixem que tudo isso alcançar vocês pra que vocês possam liberá-los.

Vocês se precipitaram tanto, por assim dizer, que o resto não conseguiu acompanhar. Seu corpo, sua biologia, vocês ultrapassaram tudo. Eles estavam gritando, e "gritando" aqui significa com dor e talvez até mesmo alguma doença. Estão gritando.

Deixem que tudo alcance vocês. Vamos fazer isso agora. Parem e deixem tudo se assentar.

Assim como eu me esqueci de prestar atenção ao que estava acontecendo com o sistema nervoso de vocês, vocês se esqueceram de observar o que estava acontecendo dentro de si – tudo acontecendo tão rápido, vocês se esforçando tanto, estando tão comprometidos... Vocês se esqueceram de deixar todas essas partes se assentarem. Vamos fazer isso agora mesmo.

Respirem fundo. Sem esforço. Sem embelezamento.

Respirem fundo e deixem tudo se assentar.

[Pausa mais longa]

O Dr. Agoni recomenda que façam isso todos os dias, ao menos pelas próximas duas semanas. Eu não gosto de métodos nem práticas, mas vejo a necessidade disso no momento. Simplesmente parem. E não importa por quanto tempo. Coloquem uma música, ou o que for. Parem e deixem tudo se assentar pra vocês.

Todos vocês têm que alcançar vocês, não o mundo, mas vocês têm que alcançar vocês. Sua mente, seu corpo e mesmo sua alma. Sim. Achavam que a alma sempre esteve na dianteira? Não mesmo. Deixem que ela alcance vocês, que ela se assente.

Não façam isso como uma meditação. Não façam como um merabh. Repito, vocês podem fazer o download dessa música ou escutem o que quiserem.

Não tentem consertar seu sistema nervoso. Isso só vai criar interferência. E só fará com que o sistema nervoso enlouqueça ainda mais. Mas, quando vocês param, isso permite que o sistema nervoso alcance vocês.

Permite que tudo se assente dentro de vocês.

[Pausa]

Riam. Reconfortem-se. Respirem bem fundo muitas vezes. E parem uma vez por dia. Isso ajusta tudo.

Podem chamar isso de coerência, mas não quero nem usar termos metafísicos no momento. Nada. Vocês não precisam disso.

Respirem bem fundo. Deixem tudo se assentar.

Então, vou encerrar este encontro agora. O Clube dos Mestres Ascensos é real? Sim, realmente é. Eu exagero? O tempo inteiro!

É uma história, mas, sim, nós nos reunimos, nos divertimos, porque todos nós fomos humanos. Temos isso em comum. Podemos rir de nós mesmos, mas é ainda mais divertido rir dos outros.

Estes são tempos sem precedentes? Com certeza. E vocês têm que parar e respirar fundo. Eu tive que mudar. Eu ia dar uma palestra brilhante hoje sobre a natureza do tempo, mas, de vez em quando, vocês têm que se adaptar, se ajustar. Tanto é assim que agora, ao encerrarmos aqui, nem sequer vou dizer aquelas palavras clássicas. [Risadas; alguém diz “yay”.] Yay, porque realmente não importa.

O importante é respirar fundo, e, ao pararem, vocês descobrem que estão deixando até mesmo o amor-próprio alcançar vocês. Vocês não tentam forçar nada nem fazer nada acontecer, nem tentam entender nada. Vocês simplesmente param e deixam tudo se assentar.

Com isso, queridos Shaumbra, é o mês do amor, então, quero realmente dizer o quanto eu amo cada um de vocês. Eu realmente percebo aquilo pelo qual vocês estão passando. Às vezes, é preciso que Dr. Agoni e Kuthumi chamem minha atenção, mas eu realmente reconheço aquilo que vocês estão vivenciando.

Assim, com isso, meu amor a cada um de vocês. Feliz Mês de São Valentim.

Eu Sou Adamus of Sovereign Domain.

Obrigado.

 

LINDA: E assim é. Por favor, continuem respirando fundo. Sintam a beleza de tudo que nos foi entregue hoje. Sintam realmente isso. Obrigada por estarem aqui conosco. E, agora, enquanto ao encerrarmos e vocês ouvirem a música, repetindo, vejam a si mesmos cantando para sua alma.

 

Música dos Créditos:

 

I used to miss you in the silence (Eu sentia sua falta no silêncio)

Counting hours through the night (Contando as horas noite adentro)

But now you’re here my heart is full (Mas agora que você está aqui o meu coração está pleno)

And everything feels right (E tudo parece bem)

I don’t ache like I used to (Não sinto as dores que eu sentia)

I don’t cry like before (Não choro como eu chorava)

Now I just smile when I think of you (Agora eu sorrio quando penso em você)

And that’s what I’m always smiling for (E é por isso que estou sempre sorrindo)

‘Cause I think about you once a day (Porque penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

You’re the rhythm in my laughter (Você é o ritmo da minha risada)

The melody in my song (A melodia da minha canção)

Now that love brought us back (Agora que o amor nos reuniu)

Right where we belong (No lugar aonde pertencemos)

I only think about you once a day (Eu só penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

You’re in the sunrise on my coffee (Você está no nascer do sol quando tomo café)

In the moonlight on my bed (Na luz do luar quando estou na cama)

You’re the whisper in the ocean breeze (Você é o sussurro na brisa do oceano)

The echo in my head (O eco na minha cabeça)

We walked through fire and shadows (Caminhamos em meio a fogo e sombras)

We’ve held on through the fear (Nós resistimos ao medo)

But we made it love (Nós o transformamos em amor)

We’re stronger now (Estamos mais fortes agora)

And you’re always near (E você está sempre por perto)

‘Cause I think about you once a day (Porque eu penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

You’re the peace I never knew I craved (Você é a paz que eu nem sabia que almejava)

The truth that makes me strong (A verdade que me torna forte)

Now that we’ve found our way back (Agora que encontramos o caminho de volta)

After being gone so long (Depois de afastados por tanto tempo)

I only think about you once a day (Eu só penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

I think about you once a day (Eu penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

You’re the rhythm in my laughter (Você é o ritmo da minha risada)

The melody in my song (A melodia da minha canção)

Now that love brought us back (Agora que o amor nos reuniu)

Right where we belong (No lugar aonde pertencemos)

I only think about you once a day (Eu só penso em você uma vez por dia)

Every day (Todo dia)

All day long (O dia todo)

 

 

Tradução de Inês Fernandes – inesfernandes1305@gmail.com

 

 

 

 

 Tradução de Inês Fernandes – inesfernandes1305@gmail.com