Adamus® Saint-Germain
A Série “O Grande E”
Shoud 10
11 de Julho, 2026
Está Esperando por Vocês
Apresentado ao Crimson Circle em 11 de julho de 2026
Gravado no Shaumbra Pavilion
em Holualoa, Havai, EUAApresentando
Adamus® Saint-Germain canalizado por Geoffrey Hoppe
Assistido por Linda Hoppe
Traduzido por Inês Fernandes
Por favor, distribua livremente este texto, em sua totalidade, em uma base não commercial, sem cobrança e incluindo essas notas. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado.
Ouça o áudio ou assista o vídeo deste Shoud online.
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Está Esperando por Vocês
Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain.
Bem-vindos todos. Bem-vindos ao Shoud 10 da Série O Grande E. Que forma maravilhosa de abrirmos este Shoud. [Ele está se referindo ao vídeo inicial. Alguém grita “Está acontecendo!” e Adamus ri.] Está acontecendo.
Estou realmente impressionado com o que todos vocês estão fazendo agora. Quando selecionamos alguns dos conceitos metafísicos mais profundos – coisas difíceis de a mente compreender... e esse é meio que um indício; a mente tem certa dificuldade com o que estamos fazendo agora... Mas conseguimos destilar isso em algo consciente e criativo, como uma canção, uma música que qualquer pessoa pode escutar em qualquer lugar e que, em algum nível, irá ressoar com ela, talvez não num plano metafísico, espiritual, mas talvez em questões cotidianas. Mas irá ressoar, e vai ter gente que captará a mensagem, que entenderá o que está acontecendo neste planeta agora mesmo. Não é algo para um futuro distante. Não é como uma cenoura pendurada à frente do cavalo. Está acontecendo neste momento.
Vocês podem escutá-la nesse nível. E a beleza disso – e o que vocês vão aprender e vivenciar na sua própria vida – é que não precisa ser algo complexo. Não precisa ser como uma palestra longa, como as que eu faço. Não precisa ser trabalhoso. Vocês podem criar algo simples. Um desenho de traços simples. Talvez modelar algo com argila, ou qualquer outra coisa. Um poema curto. Isso contém muito mais do que apenas palavras. Ou vocês criam um personagem, ou uma música. Isso agora está codificado.
Não costumava ser assim. Vocês tinham que se esforçar pra fazer algo criativo, realizar alguma coisa, mas agora a codificação está aí e ela começa a se manifestar, a se abrir. Todo mundo que vê-la ou tocá-la será afetado por ela num nível diferente. A coisa não fica só na superfície. Mas está começando a acontecer.
Por falar em acontecer, está acontecendo neste momento. Sei que já venho dizendo isso há algum tempo, mas vocês ainda estão esperando. Vocês conferem sua conta bancária todo dia: “Não vejo nada acontecendo. Não está sobrando dinheiro na conta.” Vocês estão procurando no lugar errado. [Alguém ri.] É, se entregou.
Está acontecendo em níveis diferentes, em níveis muito profundos, sencientes. Vocês estão esperando que o Príncipe Encantado de repente apareça com um carro novo na garagem. Não funciona assim.
Começa, primeiro, pelo sentimento, pela senciência, pelas transformações e mudanças que estão ocorrendo. É a consciência de vocês ganhando vida – não mais apenas ficando em segundo plano, não mais apenas guiando vocês pelas questões do dia a dia. É a consciência começando a se manifestar, e isso traz a criatividade, a expressão e a experiência.
De repente, toda a perspectiva e a percepção de vocês mudam. Como vocês veem a realidade, como vocês veem a si mesmos. É isso que faz a diferença. É o que realinha a energia, traz coerência. Não se trata do que vocês estão pensando. É o que vocês estão percebendo que faz a diferença. E é isso que está acontecendo agora.
É, mais cedo ou mais tarde, vocês nem precisam mais olhar para a conta bancária, porque vocês... é sério, estou falando literalmente. Vocês passam a saber que o dinheiro estará lá. Vocês não precisam verificar todo dia pra ver se a Fada do Dente trouxe algo novo. Seja o que for estará lá. É uma maneira de viver totalmente diferente – sem a luta, sem toda aquela atividade mental, sem ficar tentando entender tudo. Um dia desses, vocês rirão de si mesmos por terem tentado tanto entender as coisas, procurando encontrar sentido nelas de um jeito muito humano e mental. Mas, de repente, tudo simplesmente estará lá. É uma maneira de viver totalmente diferente.
A Mudança Está Acontecendo
Falaremos sobre isso mais adiante neste Shoud, mas o que está acontecendo neste momento é incrível, em todos os níveis no planeta. As mudanças que estão ocorrendo muito rapidamente, as mudanças dentro de vocês. O que está realmente acontecendo é pra vocês; não para o planeta todo, no momento, mas pra vocês. É a riqueza da vida que está começando a surgir.
A riqueza. A senciência. O sentimento. E, quando isso acontece, as energias se realinham e se tornam coerentes. E a riqueza, então, não é só um sentimento, tipo a riqueza de se abrir para um novo dia, a riqueza de um relacionamento com outra pessoa, a riqueza do dinheiro no bolso ou a riqueza da sua saúde. Essas coisas também se manifestarão porque as energias estão se realinhando.
Vocês não precisam fazer droga nenhuma, e isso é difícil. A maioria passou muitas existências em serviço. Muitos foram Trabalhadores das Esferas e deram duro nas outras esferas, mas, como humanos, não sabiam que diabos estavam fazendo. Vocês ficavam exaustos o tempo todo. De repente, o paradigma muda, tudo se transforma, e não porque vocês estão trabalhando pra isso, mas porque, enfim, estão Permitindo isso. E a mudança ocorre dentro de vocês. A riqueza está bem aí. É uma maneira de viver. E depois ela chegará para o planeta.
Este planeta, como eu disse, é o planeta do amor, em primeiro lugar, e, depois, o planeta da abundância. Se falarem isso ao repórter local ou a alguém na rua, vão dizer que vocês são loucos e vão mencionar todas as injustiças e tudo que há de ruim na vida. Mas aí: “Não, essa não é mais a minha perspectiva. Este é um planeta abundante.” E começa com a senciência, o sentimento, a consciência, a luz. Depois, isso se desdobra no desenvolvimento de tudo que está ocorrendo agora, particularmente com o advento da IA.
A IA torna as coisas mais eficientes, bem mais eficientes. A inteligência da IA organiza as coisas, torna tudo mais eficiente, deixa tudo andando mais rapidamente. E é, na verdade, a consciência que vai trazer o verdadeiro sentimento, as verdadeiras mudanças.
Mas este é um tempo incrível. É histórico. E vou continuar repetindo isso porque alguns dizem: “Mas nada está acontecendo. Minha alma gêmea não apareceu.” É, até vocês estarem presente, sua alma gêmea não irá aparecer. E sua alma gêmea é simplesmente vocês mesmos. É isso. Vocês ficam esperando e esperando que algo externo aconteça.
Começa do lado de dentro. Começa com as pequenas amostras da riqueza que existem em vocês, em quem vocês realmente são. E, então, isso vai desfazendo a gravidade das identidades e, de repente, vocês descobrem que podem personificar realmente qualquer identidade que quiserem. Não estarão mais presos em nenhuma delas. Ela não será mais fixa.
Mas eu tenho que continuar reiterando que está acontecendo. Não percam. Olhem pra dentro de si. Falem com seu co-bot. Seu co-bot irá, com certeza, refletir as mudanças que estão acontecendo. E, então, este planeta, em poucos anos... em poucos anos, a coisa estará instável. [Ele ri.] Mas depois daí... depois, no cenário de Jami... faremos uma sessão especial de Jami em breve. “Em breve”, para um Mestre Ascenso, pode levar mil anos, mas quero trazer uma atualização sobre isso separadamente do evento Campos de Merlin (Merlin Fields).
Mas, de repente, ocorre uma mudança no planeta. Ninguém pode imaginar. Ninguém consegue realmente explicar o que está acontecendo, mesmo antes do que chamo de cenário do cinturão de fótons ou cinturão de luz. Todo mundo está coçando a cabeça: “O que está acontecendo aqui no planeta?” De repente, as coisas estão surgindo – novas formas de resolver os problemas, novas formas de lidar com o envelhecimento, a saúde, a prosperidade e tudo mais. E, de repente, tem toda essa comoção.
Este planeta não é um lugar ruim. As pessoas não são ruins. Não são. E eu digo isso porque vocês meio que são os responsáveis diretos por tudo que acontece, por terem sido os primeiros aqui no planeta, por terem passado por todo aquele negócio de bandana atlante, pelo tempo que tiveram com Yeshua. Mas, em última instância, as pessoas, os humanos, estão todos repletos de bondade no coração. Querem que algo aconteça.
O problema, neste momento, é que, se realmente resolverem... Deem uma olhada no cenário global com uma perspectiva ampla. O que está acontecendo é que estamos passando por uma mudança absoluta, contínua e muito rápida. As pessoas estão tendo dificuldade de acompanhar esse ritmo. Se pretendem fazer algum investimento, apostem nas farmacêuticas que fornecem produtos voltados para a saúde mental, pois elas terão um excelente desempenho.
LINDA: Isso foi apenas para fins de entretenimento.
ADAMUS: Apenas para fins de entretenimento. Não estou dizendo para usarem isso. Mas elas estão tendo dificuldade de acompanhar o que está acontecendo no planeta, porque as mudanças são muito rápidas, nada é como antes.
Vocês meio que estão se adaptando, de uma forma melhor do que a maioria, mas ainda assim é difícil pra vocês. Os sistemas estão arruinados, os velhos sistemas, e isso é uma coisa boa. não queremos preservar os velhos sistemas. Vocês estão passando por colapsos do sistema nervoso, talvez por colapsos mentais e certamente por colapsos de identidade, tipo: “Ai, o que está acontecendo? O que está acontecendo?”
Está acontecendo. É isso que está acontecendo. Está acontecendo. É quando vocês respiram fundo e percebem que este planeta, por tudo que ele oferece em relação a amor e, agora, abundância, é um exemplo para o restante do universo e o restante do cosmos.
A Revelação
Eu fico muito chateado. [Ele ri.] É uma longa história. Vou tentar ser breve, mas a coisa toda com ETs e agora com o que estão chamando de revelação. A revelação. Ah, eu e Cauldre temos argumentado sobre isso ultimamente. Então, ele foi convidado pra ir a um desses podcasts, com um dos meus apresentadores favoritos, o Michael Sandler [aqui]. Adoro ele. Ele é exuberante, expressivo, e está passando pela mesma merda que todo mundo está.
Então, ele, o Cauldre, foi convidado a participar de um programa sobre a revelação. Logo de cara, Cauldre disse: “De jeito nenhum, Adamus jamais vai concordar com isso. Não vamos falar de ETs, OVNIs, Dia da Revelação nem nada disso. É tudo conspiração.”
Bem, noutra noite, chamei a atenção dele, às duas da manhã – é uma boa hora pra isso –, e eu disse: “Não, não, eu quero ir ao programa. Mas avise ao Michael, é claro, porque a minha opinião sobre isso é bem diferente, sobre essa revelação, sobre ETs.” Então, participaremos do programa semana que vem. Levará algumas semanas pra ir pro ar, mas, ah, o mundo vai descobrir do que realmente se trata essa revelação. [Risadas]
Ah, não, eu adoro essas coisas. Por favor, apresentadores por aí, me chamem. Quero dizer, eu adoro porque é uma boa hora pra falar sério sobre as coisas. Não estou dizendo que não existem aliens. Eles tentam ficar longe deste lugar, fisicamente. Eles têm dificuldade. A gravidade os suga e, vocês sabem, eles vão nascer do útero de uma mulher nesta realidade dura, com toda esta densidade: “Ahh, me tirem daqui! Tragam de volta a espaçonave. Me tirem daqui.” É difícil pra eles, mas minha colocação é muito simples.
Este é o planeta de todos os planetas, o lugar de todos os lugares. Por mais difícil que pareça, é o melhor, o melhor planeta de toda a criação, com os maiores seres de toda a criação, porque vocês têm mais merdas, mais densidade, mais esquecimento, mais desafios do que os seres de outros lugares. E mantenho minha posição, apesar de ter sido desafiado, assediado e ameaçado de morte. É claro que isso não me incomoda, porque – bum – Eu Sou um Mestre Ascenso. O que eles podem fazer? Mas este planeta é verdadeiramente o planeta do amor. Ele foi primeiramente vivenciado aqui.
Esses seres alienígenas podem ser inteligentes, mas não são conscientes, não têm percepção. Podem ter tecnologias que possibilitam que eles viagem em altas velocidades. Grande coisa. Se não tiverem consciência, se nunca se apaixonarem, pra que sevem todos esses veículos de alta velocidade no universo? Pra nada. Por isso, o interesse deles. Por isso, o interesse deles.
Eles conseguem sentir que tem algo acontecendo neste planeta. Por baixo de toda a sujeira, por baixo da lama, dos problemas, das guerras e de tudo o mais, existe algo aqui. E eles estão aqui pra tentar descobrir o que é – essa coisinha maluca chamada amor. Eles não o têm. Nunca o vivenciaram.
Dá pra imaginar, um instante, como seria não ter amor na vida de vocês? Vocês tiveram muitas existências sem ele. Sim, vocês faziam amizade com as pessoas, eram próximos delas, tinham compaixão e todo o resto, mas não amor, vejam bem, esse amor que – uau – vira vocês do avesso, esse amor em que nada faz sentido, vocês não conseguem comer, não conseguem dormir, ficam cantando o tempo inteiro, perdidamente apaixonados, como se alguém tivesse lançado um feitiço e vocês se transformassem... Isso é amor. E este é o seu planeta.
Ainda digo mais, por causa da separação e da densidade que tem aqui, da gravidade, vocês procuraram por algo que eles não procuram nesses outros lugares alienígenas. Era tão denso pra vocês e tão profundo que vocês começaram a busca, despertaram um anseio por se lembrarem, por voltarem pra casa. E essa é uma das coisas que criaram as emoções e, por fim, o amor. Por fim, o amor.
Este planeta é um planeta grandioso quando se trata de amor. Toda essa coisa de amar, toda a consciência, toda a luz, especialmente desde o evento da Cruz do Céu, tudo isso vai, literalmente, catapultar este planeta para o que chamamos de cenário de Jami. Não é um trabalho duro, não exige esforço, não é pra converter ninguém ao seu modo de pensar. É simplesmente o amor que vocês vivenciam e a consciência de vocês que farão a diferença.
Então, quando falamos dessa revelação, sim, os governos sabem de coisas, mas, vejam, o interessante é que eles não são inteligentes o suficiente pra entender. [Risadas] Não, não são. Eles têm um monte de peças soltas que não conseguem encaixar pra saber o que realmente está acontecendo. Não se trata de uma grande conspiração. É um bando de burocratas tentando entender algo que está além da capacidade deles. Muito além mesmo. Não é que não tenham revelado coisas porque eram secretas; eles não revelam por pura ignorância. [Risadas] É verdade.
Não sabem responder às perguntas que surgem sobre relatos de determinados avistamentos, pousos e coisas desse tipo. E, sim, são reais, muitos deles. Muitos são totalmente falsos, mas muitos são verdadeiros. Mas eles não entendem: “O que esses seres estão buscando? Como chegaram aqui? Estão aqui pra nos ensinar grandes verdades?” De jeito nenhum.
Estão aqui pra descobrir a grande verdade de vocês. A verdade da consciência, da percepção, do Eu Sou. Eles não têm isso. E a verdade do amor e, no final, do amor-próprio, do amor do Mestre. É isso que eles tentam entender.
Se tivessem realmente respostas e fossem realmente avançados em termos de consciência, não apenas de inteligência, teriam compartilhado isso há muuuuito tempo. Mas não têm. Vejam, eu sei que me desviei... Cauldre está tentando me deter, mas isso não vai acontecer. Eu me desviei do assunto, fazendo um... desabafo. Obrigado. Desabafo. Eu queria encontrar uma palavra adequada, mas estou fazendo um desabafo. Tem uma espécie de seres alienígenas, que começa com a letra P... eles vivem aqui se proclamando grandes professores que salvarão o planeta.
Por que eles não salvaram? Por que simplesmente não apareceram – seja na forma física ou não – pra ajudar a humanidade? Não; o que eles são, na verdade, é seres que se alimentam de energia. “Somos grandes seres dos Palladianos.” Sei lá o quê. “Somos grandes seres, e temos todas as respostas.” E eles pegam todas essas pessoas – estou tentando medir minhas palavras – bastante vulneráveis e as fazem canalizá-los. E, com essa canalização, elas se tornam grandes seres porque conseguem canalizar os "Pleeadianos". Sei que estou pronunciando errado; é de propósito. Eu costumava chamá-los de "Peeadianos". (N. da T.: Pee, em inglês, é urina, urinar.) Mas isso é outra história. Enfim, eles se alimentam de energia. Roubam energia.
São curiosos. Querem saber sobre o humano. Mas ficam se alimentando de energia e não param de fazer isso. E não muito tempo atrás, depois da Cruz do Céu, nós simplesmente banimos todos esses seres de ficarem vindo pra cá, fisicamente ou não. Mas eles ainda meio que se projetam das outras esferas, mas demos um fim nisso. O interesse deles é no humano, em vocês, no que está acontecendo no planeta, na evolução para a verdadeira percepção do amor-próprio, na senciência do amor-próprio e, portanto, na verdadeira capacidade de amar outros.
E neste planeta também – em termos da riqueza de todas as coisas – a riqueza da poesia, da criatividade, da música, da biologia, de tudo, da comida. A comida possui uma imensa riqueza. Os seres desses outros planetas, vocês acham que eles fazem um jantar com um bom bife, purê de batatas e legumes – algo simplesmente delicioso – ou seja lá o que vocês comam? Não. Falta-lhes consciência. Eles estão nos estágios iniciais; ficaram presos nos estágios iniciais da pergunta "Quem sou eu?". Mas eles nem sequer percebem que estão fazendo essa pergunta a si mesmos. Quero dizer, o estágio em que se encontram é bem básico mesmo.
Este planeta é avançado em termos de consciência. Tudo está chegando a um ponto crítico agora, com a ajuda da IA, mas o mais importante tem a ver com a luz. Com a luz de vocês, a luz que veio uns anos atrás com a Cruz do Céu. A IA está só ajudando. Foi só convocada. Foi como a energia sendo convocada: “Precisamos disso agora, dessa outra coisa, pra nos levar lá rapidamente.” E está acontecendo.
Está Acontecendo com Vocês
Na maior parte, está acontecendo em vocês, neste momento. E é por isso que eu digo, não se metam, não interfiram, não tentem planejar a coisa. Sim, tudo parece estar de ponta-cabeça. Bem, dãh. Digo... observem. Vejam. Depois, isso vai virar uma bela canção, um belo poema ou o que for. Mas está acontecendo dentro de vocês agora, e vocês estão se sentindo desorientados, frustrados. Tem dias que nada dá certo, e vocês dizem: “Era pra estar acontecendo.”
Mas está, porque tudo está mudando. Sua identidade, a forma como vocês evocam a energia. E terá dias em que vocês ficarão atrás dos carros e caminhões lentos, em que vocês perderão a carteira, não acharão as chaves, esquecerão o próprio nome. Tudo é parte da mudança. É quando vocês param, riem e dizem: “Está acontecendo. Está realmente acontecendo.”
São tempo empolgantes, pra mim, pelo menos, tempos fenomenais, históricos. Não percam isso. Não fiquem se perguntando: “Cadê isso e cadê aquilo? Não estou vendo nada.” Está acontecendo aqui mesmo. E a energia vai responder depois com coisas como graça e facilidade.
Imaginem nunca terem que se preocupar com pagar as contas novamente, nunca terem que se preocupar com “o que está errado comigo?”, porque vocês sentem algo estranho acontecendo no coração ou no fígado e se autodiagnosticam, o que é muito perigoso. E vocês entram naquela rotina de “ah, estou morrendo”. E é “ai, ai, ai”, vocês só estão mudando. Então, respirem bem fundo e, por favor, agora, deixem a coisa acontecer. Permitam. Está acontecendo.
Então, o que vocês vão começar a notar também – e alguns de vocês já estão notando – é que vão ter se passado três horas, três horas longas, plenas e lindas, sem aquela batalha mental, sem autocrítica, sem ficarem se martirizando. Uau, isso é extraordinário. Depois, alguns dias; logo em seguida, uma semana, depois um mês e, de repente, vocês simplesmente não fazem mais isso. Vocês não ficam mais repassando todos os defeitos, todas as coisas que precisam aperfeiçoar e melhorar, nem ficam exercendo aquela autocrítica constante.
É isso que está acontecendo. E as energias se alinham e todo o resto muda. É isso que está acontecendo agora.
E, globalmente... ah, estou muito animado com isso, porque, de certa forma, eu diria que a evolução estagnou, sofreu atrasos, perdeu o bonde. A evolução biológica, particularmente, ficou muito travada. As coisas não mudaram por um longo, longo, longo tempo, mas agora isso está acontecendo.
E acontecendo de muitas maneiras diferentes. Mas, pra vocês, a primeira coisa que acontece é a percepção do que eu chamo de corpo de energia livre, e vocês chamam de corpo de luz. Mas, de repente, vocês percebem que não estão sozinhos em seu próprio corpo. E não é que um sistema novo e complexo tenha chegado e assumido o controle. É um corpo de luz muito simples, que não está conectado a uma rede. Ele pode visitar vocês num sonho, pode visitar vocês tarde da noite e assustá-los, fazendo com que se perguntem: “O que esse corpo de luz está fazendo aqui?” Vocês podem ter apenas uma sensação diferente no corpo. É isso que está acontecendo.
A mente está se tornando mais coerente, mais clara. As coisas meio que entram nos eixos sem esforço. É isso que está acontecendo.
Então, o que eu gostaria de fazer agora, com a ajuda da equipe de produção, é passar aquele vídeo novamente. Quero que vocês prestem atenção agora – antes vocês estavam apenas sentindo e tendo a experiência, mas agora escutem – em qual é seu verso favorito na música toda.
Aliás, a música é linda e exemplifica várias coisas. A consciência e a luz – estar ciente disso, saber que isso pertence a vocês. Em segundo lugar, ela desperta a criatividade. Muita criatividade. Abre as portas para uma criatividade que muitos de vocês acham que não possuem – vocês acham que não são criativos, mas vocês são. A criatividade apenas foi suprimida por muita lógica, por um tipo de pensamento linear.
A criatividade é inerente a vocês, é inerente a seus campos. Ela quer vir à tona. E vocês pensam: “Mas não consigo fazer um vídeo de música assim, blá, blá, blá.” Sim, vocês conseguem. A tecnologia permite isso. vocês não têm que saber nada de música ou de produção de vídeo. E, de repente, vocês estão lá fazendo coisas lindas que jamais tentaram. Coisas como um vídeo de música.
O Círculo Carmesim fez tudo em casa. Não chamou especialistas em música ou em vídeo nem nada disso. É o resultado da consciência criativa; a coisa flui. E se torna uma expressão de vocês, dos criadores. E então isso cria um recipiente. E essa é a parte que vamos explorar muito mais a fundo: o recipiente, o campo. E, aí, o campo começa a se expandir. Ele começa a se abrir com a energia do criador original. Havia uma estrutura de suporte que começou a criar o campo. Mas, então, cada ouvinte, cada Shaumbra que escutar isto, quer saiba disso ou não, contribuirá para esse campo.
Vocês agregam mais senciência, mais sabedoria. Vocês agregam a consciência de vocês, a energia de vocês. E é quando isso cresce. É quando isso se abre e se torna um campo relacional, tudo incluído nesse lindo vídeo de música que está altamente codificado – codificado com energias, codificado com luz. Ele se torna altamente codificado pra que, quando alguém lhe assistir, veja uma produção da Broadway. Mas algo está acontecendo nos bastidores. Particularmente o campo está crescendo, está se expandindo e ganhando mais profundidade, e, daqui a um ou dois anos, haverá muito mais do que aquilo que vocês estão vendo hoje.
O campo está crescendo. Vocês estão construindo o campo agora, e é moleza; vocês não têm que dar duro. Basta estarem presentes.
Seu Verso Favorito
Assim, vamos assistir ao vídeo novamente. Reduziremos as luzes. E vocês podem pegar lápis e papel pra anotarem, se precisarem lembrar qual é seu verso favorito da música. Foi tudo produzido internamente, bem aqui no Círculo Carmesim. Vamos escutar de novo.
[O vídeo “Está Acontecendo” é apresentado novamente.]
Do you hear it (Está ouvindo?)
Hear what (Ouvindo o quê?)
That feeling (Uma sensação)
I thought it was only me (Pensei que fosse só eu)
Wait, there (Espere, veja)
Something's changing (Algo está mudando)
It's happening (Está acontecendo)
After all this time, it's happening (Depois desse tempo todo, está acontecendo)
For years I carried quiet questions (Há anos, carrego perguntas silenciosas)
Holding dreams I couldn't explain (Mantendo sonhos que eu não conseguia explicar)
Certain something waited beyond me (Algo específico aguardava além de mim)
Just beyond the edge of my name (Além do limite do meu nome)
Then in the silence (Então, no silêncio)
Without a warning (Sem aviso)
The answer wasn't above (As respostas não vieram de cima)
It opened softly (Elas surgiram suavemente)
Here in my own heart (Aqui no meu próprio coração)
Like remembering love (Como uma lembrança do amor)
A whisper in the silence (Um sussurro no silêncio)
A hum beneath the noise (Um murmúrio além dos ruídos)
A gentle invitation (Um convite sutil)
Calling every heart and voice (Conclamando cada coração e voz)
It's happening (Está acontecendo)
Can you feel it in the air tonight? (Está sentindo no ar esta noite?)
It's happening (Está acontecendo)
Like a thousand stars awakening to light (Como mil estrelas despertando para a luz)
After all the waiting (Depois de toda a espera)
After learning how to trust (Depois de aprender a confiar)
The door is finally opening (A porta, enfim, está se abrindo)
It's happening (Está acontecendo)
It's happening (Está acontecendo)
The old disguises are falling away now (Os velhos disfarces estão caindo agora)
Costumes we no longer need (Fantasias que não precisamos mais usar)
The names I answered (Os nomes aos quais respondi)
The fears I carried (Os medos que carreguei)
Quietly setting me free (Tranquilamente, me libertando)
The tears I guarded (As lágrimas que guardei)
The hope I protected (A esperança que protegi)
The prayers I never spoke aloud (As rezas que jamais bradei)
Are finding wings now (Estão ganhando asas agora)
Lifting me higher somehow (Levando-me às alturas, de alguma forma)
Somehow (De alguma forma)
A whisper in the silence (Um sussurro no silêncio)
A hum beneath the noise (Um murmúrio além dos ruídos)
A gentle invitation (Um convite sutil)
Calling every heart and voice (Conclamando cada coração e voz)
It's happening (Está acontecendo)
Can you feel it in the air tonight? (Está sentindo no ar esta noite?)
It's happening (Está acontecendo)
Like a thousand stars awakening to light (Como mil estrelas despertando para a luz)
After all the waiting (Depois de toda a espera)
After learning how to trust (Depois de aprender a confiar)
The door is finally opening (A porta, enfim, está se abrindo)
It's happening (Está acontecendo)
It's happening (Está acontecendo)
Not tomorrow (Não amanhã)
Not someday (Não algum dia)
Not another lifetime away (Não em outra vida)
Not a promise (Não uma promessa)
Not a plan (Não um plano)
It's here (É aqui)
It's now (É agora)
It's who I Am (É quem Eu Sou)
I thought I was waiting (Achei que era eu que esperava)
Maybe it was waiting (Talvez isso estivesse esperando)
For us (Por nós)
It's happening (Está acontecendo)
It’s happening (Está acontecendo)
It’s happening (Está acontecendo)
Raise the curtain (Subam as cortinas)
Let the whole world see (Deixem que o mundo inteiro veja)
It's happening (Está acontecendo)
Every possibility (Cada possibilidade)
Is breaking free (Está disponível)
All the roads behind us (Todas as estradas atrás de nós)
Every dream that brought us here (Todos os sonhos que nos trouxeram até aqui)
Suddenly becoming clear (De repente, estão se tornando claros)
It's happening (Está acontecendo)
It's happening (Está acontecendo)
The music's rising (A música está se elevando)
The lights are shining (As luzes estão brilhando)
Every heart is joining in (Cada coração está compartilhando isso)
The stage is glowing (O palco está iluminado)
The future's flowing (O futuro está fluindo)
This is the moment (Este é o momento)
We've always known was near (Sempre soubemos que estava perto)
It's happening Está acontecendo)
It's happening (Está acontecendo)
Can you feel it (Está sentindo?)
It's happening (Está acontecendo)
Can you hear it (Está ouvindo?)
A hum in the distance (Um murmúrio distante)
A song in the night (Uma canção na noite)
It's happening (Está acontecendo)
It's happening (Está acontecendo)
And all is well (E tudo está bem)
And all is well (E tudo está bem)
And all is well (E tudo está bem)
In all creation (Em toda a criação)
It's happening (Está acontecendo)
ADAMUS: Ótimo. Certo, Linda com o microfone, por favor. Qual é seu verso favorito? Por sinal, que bela letra. E, antes que você entregue o microfone, sintam um instante a diferença entre o que viram a primeira vez e agora, uma segunda vez.
Foi diferente? Que mudança notaram na reação de vocês? Como a conexão de vocês com o vídeo mudou da primeira vez para a segunda?
Uma das coisas que aconteceram, já que foi a estreia mundial, é que, quando o apresentamos pela primeira vez e os Shaumbra de todo o mundo viram – não apenas viram, mas infundiram algo nele, agregaram sua luz a ele, levaram suas energias até ele –, esse campo começou a expandir. Esse campo tem agora mais luz ou consciência. Esse campo tem mais senciência.
Não uma descrição, não detalhes, que não importam, mas mais senciência, mais sentimento. E, codificada na música, nas palavras e tudo mais, está a mensagem. Não precisamos falar por horas a fio sobre essa mensagem. Ela está codificada. Algumas pessoas a captarão de imediato; outras, a assimilarão depois. Talvez tenha gente que não a assimile nunca, mas ela está lá. É uma entrega. É uma nova forma de vocês se expressarem.
O que vocês estão vendo aqui... sim, vocês devem percorrer uma certa curva de aprendizado, mas agora é hora de se expressarem, de se abrirem, de deixarem essa consciência criativa aflorar, sem tentar mudar o mundo, mas oferecendo sua luz para o mundo, caso as pessoas estejam interessadas nela.
Então, o verso favorito, querida Linda? Leve o microfone. Qual é seu verso favorito da música? Pra quem ela vai entregar? Todo mundo está “uuhuhhh”. Verso favorito. Lá vamos nós... e ela entregou. [Linda entrega o microfone.] Verso favorito.
HENRIETTE: Adorei a parte que descreve o burburinho...
ADAMUS: O burburinho.
HENRIETTE: ... por baixo do que está acontecendo, porque estou muito animada. Eu sinto essa empolgação, e minha vida tem realmente mudado significativamente.
ADAMUS: Ótimo. Mas eu devo perguntar... sua vida mudou, e sua identidade?
HENRIETTE: Ah, é engraçado, grande parte está indo embora.
ADAMUS: Sério?
HENRIETTE: Sim.
ADAMUS: O quanto? Cinco por cento?
HENRIETTE: Eu diria ao menos 50%. Eu fiz...
ADAMUS: Pfff, não, não, não, não, não. Não. Boa tentativa. Está acontecendo, mas você ainda está se segurando. Você continua resistindo. Você tem essa identidade muito definida à qual quer se apegar. E ela está fortemente ligada ao passado, a vidas passadas, e você quer preservá-la. Respire fundo. Deixe a gravidade expandi-la. Está tudo bem. Ela tem seu lugar, mas não é o único lugar onde você está.
Vou tocar nesse ponto com você. Você tem evitado, por tempo demais, olhar para outras possibilidades de si mesma. Você está realmente presa à velha identidade. Ela foi boa, serviu ao seu propósito por um tempo, mas abandone-a. Deixe-a ir. Você vai descobrir um mundo totalmente novo à sua espera, um mundo novo de expressão, um mundo novo de criatividade. Você busca a criatividade, mas ela está sempre envolta na mesma embalagem, na mesma identidade. Deixe-a ir, querida.
HENRIETTE: Pode descrever essa identidade?
ADAMUS: Não acho que você gostaria que eu fizesse isso na frente do mundo inteiro. [Ela ri.] Posso dar algumas dicas.
É uma identidade que veio de vidas passadas, é claro. E que combinava uma identidade de realeza, que estava sempre no topo das coisas, uma identidade de riqueza e poder, uma identidade muito, muito sedutora. E ficou profundamente magoada numa determinada existência e na subsequente também.
Agora, você volta e ela tenta recriar essa combinação de identidades, querendo que você se coloque nesse tipo de consciência de realeza. E não vai dar certo, não vai. Deixe ela ir.
Ao mesmo tempo, você fica tentando reparar as feridas, dizendo: “Tudo bem, eu era assim e gostava muito. Depois, fui altamente magoada e não gostei. Agora, vou tentar consertar essa velha identidade. Vou tentar encená-la aqui.” Não vai dar certo.
São identidades lindas. O que está realmente acontecendo, e que você não está deixando que realmente aconteça, é que essa velha história... ou essas histórias querem mudar e se transformar agora mesmo. Elas querem se libertar, querem liberar essa identidade. Você não está permitindo isso, se prendendo a ela. Deixe ela ir. Deixe as histórias se desenrolarem e se abrirem naturalmente, e você se abrir também, ao mesmo tempo.
É difícil vivenciar isso. Vamos fazer um merabh tratando mais ou menos disso. É uma coisa difícil, mas chegou a hora de deixar ir essas identidades. Você está enfrentando... você tem uma tremenda quantidade de consciência e sabedoria, mas você está num dilema neste momento, dizendo: “Como eu posso adentrar este novo saber levando junto o meu passado?” Você tem esse saber, e todas essas coisas ficam chamando você, dizendo: “Chegou a hora.” Mas você fica tentando arrastar essas coisas velhas junto, achando que você precisa cuidar delas. Não vai funcionar.
Então, você está nessa grande montanha-russa, com altos e baixos, indo muito bem num dia e, no outro, dizendo: “Que diabos!? Sou um fracasso total.” Você não precisa de tudo isso agora. Basta respirar fundo: “Eu Sou. Eu Existo.” Esqueça todas as identidades. Deixe que essas histórias, sozinhas, sigam além das histórias. Elas querem fazer isso. Está acontecendo. Você está se agarrando a elas, dizendo: “Tenho que preservar isso. Tenho que consertar aquilo de algum jeito. Tenho que dar sentido pra isso.” Não tem, não.
Quando você largar tudo, de repente, vai começar a ver a verdadeira história, a verdadeira beleza e riqueza dessas determinadas existências.
HENRIETTE: Obrigada pelo esclarecimento.
ADAMUS: Certamente.
HENRIETTE: Vou deixar isso assentar e refletir sobre isso um tempo.
ADAMUS: Detesto ter que bater tão forte na primeira pessoa que pega o microfone. [Algumas risadas]
HENRIETTE: Não, obrigada. Vai me ajudar a deixar isso assentar, pensar e permitir que a mudança aconteça. Você me ajudou a definir isso. Obrigada.
ADAMUS: E, por favor, não vá tentar entender. Não fique acordada até tarde tentando esclarecer ou descrever nada.
HENRIETTE: Sem processar.
ADAMUS: Sem processar. Não importa. E aí elas vão voltar e dar um grande abraço em você, dizendo: “Agradecemos por nos deixar ir.” E também vão acrescentar: “Não construa sua identidade baseada na gente. Baseie sua identidade no futuro.” E falarei sobre isso daqui a pouco.
HENRIETTE: Obrigada.
ADAMUS: Com certeza.
Que verso mexeu com vocês? De qual você mais gostou, Tad?
TAD: “Sou eu.”
ADAMUS: “Sou eu.” O que é?
TAD: Está acontecendo.
ADAMUS: Está acontecendo.
TAD: Todo... sim.
ADAMUS: Está?
TAD: Esse lindo... Sim, está.
ADAMUS: É, está.
TAD: Esse é o verso... primeiro foi “Está acontecendo” e então teve outros, mas meu cérebro não lembra. Mas, bum, “Sou eu”.
ADAMUS: Sei, e essa é a essência do que você está sentindo. Você pode dizer “Sou eu” e outra pessoa perguntar o que isso significa. E você sabe o que significa. Você sente. Você sente algo dentro de si. Você vê isso na tela. Você se vê dançando e cantando, e está acontecendo agora mesmo.
TAD: É. É isso.
ADAMUS: Sim. Ótimo.
TAD: Obrigada.
ADAMUS: Ótimo. Obrigado. Verso favorito?
SUE: Oh, nossa. [Ela fala enquanto pega o microfone.]
ADAMUS: “Oh, nossa.” Esse é o seu verso favorito? [Risadas]
SUE: Não, não, não. Foi o “Um sussurro no silêncio.”
ADAMUS: “Um sussurro no silêncio.” O que isso quer dizer?
SUE: Hum, algo muito profundo dentro de mim. Nada afeta minha alma. Sou eu escutando minha alma no silêncio.
ADAMUS: É. Mas a beleza disso é que... volte e escute a música. Cauldre está dizendo que ela vai ficar disponível no YouTube ainda hoje [aqui]. Vá lá e escute com tranquilidade. Você vai escolher outras frases mais que estão lá e que realmente impactam você. Essa em particular mexeu com uma parte de você, mas você vai descobrir níveis e camadas e mais camadas depois. É.
SUE: Certo.
ADAMUS: Ótimo.
LINDA: Não temos voluntários.
ADAMUS: Ah, temos uma voluntária aqui. Nossa.
LINDA: Ah, tudo bem.
AMBAYA: Oi, Certo, meu verso favorito foi “Como uma lembrança do amor”.
ADAMUS: “Como uma lembrança do amor”, e por que isso tocou você?
AMBAYA: Acho que porque acabei de celebrar uma reunião de família com todos os meus irmãos. E o amor que sentimos foi extraordinário, não importa as opiniões diferentes que temos sobre as coisas.
ADAMUS: Claro.
AMBAYA: E foi algo bem palpável. Foi além... Sempre fomos próximos, mas foi algo além de tudo. Então, está acontecendo, é verdade... o amor está acontecendo. É real.
ADAMUS: É a riqueza de que falei. São irmãos com quem você cresceu, que você conhece há muito tempo, que você ama, mas, de repente, você está lá com eles e, apesar de talvez beberem demais, de repente, há essa nova riqueza no amor.
Essas são as pequenas coisas que vão começar a aparecer sutilmente até se tornarem algo fantástico. A riqueza na vida vai começar a aparecer. E aí vocês vão se perguntar: “Por que fui tão mental com relação a tudo? Por que eu estava sempre tentando entender tudo? Onde estava o verdadeiro sentimento? Por que eu sempre tentava descrever ou definir demais as coisas e ficar pra lá e pra cá em círculos de lógica dentro de mim?” De repente, é assim: “Ah, meu Deus, o amor foi sentido.”
Sabe de uma coisa? Ele sempre esteve lá.
AMBAYA: Sim.
ADAMUS: Sempre esteve lá. Ótimo. Mais algumas pessoas.
Verso favorito, senhor?
JEFFREY: Eu diria que o primeiro. Era uma pergunta: “Está ouvindo?”
ADAMUS: Sim. “Está ouvindo?”
JEFFREY: E isso me atingiu porque estou muito na mente como muitos de vocês.
ADAMUS [rindo]: Por que apontou para o Vince quando disso isso?
JEFFREY: É preciso estar em silêncio; em outras palavras, ouvir. Ah, me desculpe, não entendi.
ADAMUS: Nada.
JEFFREY: É o mesmo que perguntar: “Você está Permitindo? Você está tranquilo o suficiente pra parar e ouvir?”
ADAMUS: “Você consegue sentir?” É isso.
JEFFREY: E é difícil porque tem toda uma busca.
ADAMUS: É. E tem algo acontecendo. Muitos de vocês estão percebendo isso, seja um murmúrio ou um sussurro, seja uma sensação de saber, ou algo que faz o corpo formigar, mas que vocês não conseguem definir. A grande maioria dos Shaumbra pensa: “Tem algo acontecendo. Tem, sim. O que é?” É isso.
JEFFREY: Estamos escutando, e obrigado por nos ajudar.
ADAMUS: Com certeza. Fico feliz em fazer isso. Mas tem algo acontecendo e é inegável. E eu realmente tento resolver a questão com os Shaumbra que pensam: “Mas nada está acontecendo na minha vida.” Baaa... Respirem fundo e arranjem uma roupa de baixo que não seja tão apertada. [Risadas] Afrouxem essa roupa um pouco.
Está acontecendo em todo canto. Mas, se ficarem, repito, checando a conta bancária de manhã e ver se da noite pro dia vocês ganharam um milhão de dólares... não é aí que está acontecendo. Acontecerá, mas, neste momento, isso está acontecendo em uma senciência, em uma riqueza que vem à tona. Mais duas pessoas. Verso favorito.
Linda vai chegar em você em seguida. [Ele aponta para alguém.]
LINDA: Quem será? Quem eu escolho?
ADAMUS: Certo, vá em frente, David.
DAVID: “Está dentro de mim.”
ADAMYS: “Dentro de mim”, sei. É. E o que está acontecendo dentro de você?
DAVID: Alegria, fluxo, serendipidade.
ADAMUS: É.
DAVID: Facilidade.
ADAMUS: Essas palavras que você está dizendo são apenas palavras, ou são sentimentos reais?
DAVID: Sentimentos reais.
ADAMUS: Tá. O que está diferente? Quer dizer, foi uma grande mudança, uma pequena mudança?
DAVID: Bem, isso vem acontecendo há um bom tempo. Por isso, pra mim, não é algo que tenha acontecido de repente, como ligar um botão. Mas está se tornando cada vez mais evidente e frequente.
ADAMUS: É. Por quê?
DAVID: Porque eu estou Permitindo. E também porque está acontecendo. Sou eu, Está dentro de mim. E...
ADAMUS: E, David, se você não se importa, você está nisso há muito tempo, nessa jornada espiritual, metafísica, por assim dizer. Não só nesta existência. Não é novidade pra você. Mas é uma ocupação interessante. [David ri.] É algo ótimo. É um hobby. É apaixonante. Ajuda a construir a identidade como aquele que busca respostas, e você já encontrou muitas. Mas, de repente, você percebe: “Chega. Isso acabou. Não quero mais falar sobre isso. Não quero mais me esforçar pra isso. Está aqui, agora.” E eu sei que você está começando a sentir isso.
DAVID: Sim.
ADAMUS: E é assustador, ao mesmo tempo, porque... “E agora?”. Falaremos sobre isso daqui a pouco.
Adoro dar essas prévias. Faz as pessoas continuarem escutando. Alguns, on-line, ficam dormindo até eu dizer: “Ah, vamos falar sobre isso daqui a pouco. Fiquem acordados. Fiquem conosco.”
David, pra você, é uma enorme transformação, e eu lhe dou crédito... Você ficava tentando entender tudo antes. Mais ou menos, uns seis meses atrás, você ainda ficava tentando entender. E não fazia sentido pra você. Isso começava a afetar sua mente um pouco, o seu corpo, até certo ponto, e, enfim, você disse: “Vou deixar que aconteça sem tentar entender. Vou ter a experiência, não o raciocínio, a lógica da coisa.” E você conseguiu. Foi difícil pra você ter a pura experiência.
A sensação é de que, antes de tudo, você está lá totalmente sozinho, sem nenhuma rede de segurança por baixo. E aí: “Ah, meu Deus, o que vai acontecer?” Porque você era, em grande parte, definido pela sua jornada, pela busca. E isso combinava muito bem com você; era algo que meio que vinha de vidas passadas em ordens religiosas, e esta era apenas uma espécie de nova versão, com roupas melhores. [Eles riem.] Mas eu lhe dou crédito, porque você assumiu um grande risco.
DAVID: Obrigado.
ADAMUS: E você ainda tende a querer voltar, mas agora você percebe: “Por quê? Por quê?” Quer dizer, as coisas estão se abrindo. Estamos indo para algo totalmente diferente.
DAVID: Sim.
ADAMUS: Mais uma pessoa, ah, bem aqui.
LINDA: Quem? Qual? Você.
ADAMUS: Oi.
MENINA: “Tudo está bem.”
ADAMUS: “Tudo está bem.” Adoro esse verso. Eu que inventei. [Risadas] Eu tenho o copyright. Não use. Tudo está bem. É. Vejam, isso é algo difícil de as pessoas assimilarem. Eu me lembro da primeira vez que eu disse isso: “Tudo está bem em toda a criação.” E soou muito bem. E vocês ficaram: “Que diabos? O que você quer dizer com tudo está bem? Olhe tudo isso.” Não, na verdade, é uma questão de perspectiva. Tudo está bem. E, na superfície, sim, pode ser difícil, mas, no final, tudo está bem.
As energias respondem totalmente, perfeitamente, à consciência. Não importa como esteja a vida de vocês neste momento, tudo está bem porque é aí que está sua consciência. Ela atrai as energias. Se vocês têm problemas na vida, é porque vocês querem esses problemas, dãh. Então, está tudo bem. [Risadas] Mas, sim, tudo está bem em toda a criação.
Verdadeiramente está. E não é como um mantra. É como uma percepção vinculada à muita metafísica de que, na verdade, sua consciência, sua luz, de fato está manifestando a energia, as situações e tudo mais que é apropriado, mesmo que o humano nem sempre goste disso. O humano raramente gosta das coisas, mas, mesmo o humano não gostando, é uma experiência, e que, no final, traz sabedoria, traz um dos maiores presentes de todos, o amor do eu.
Esses alienígenas nem chegam perto disso. Não têm qualquer conceito sobre isso. Nem sequer entendem a amizade, muito menos o amor verdadeiro, porque, em algum ponto, eles se tornaram mentais ou intelectuais em vez de vivenciarem essas coisas. E, embora eles possam ter ferramentas legais, sem consciência, pra que servem? O que são elas? Então, humanos, vocês têm o maior presente de todos. Vocês sofreram por ele. Comeram o pão que o diabo amassou. Passaram pela separação... Vejam, a separação do eu em relação à fonte – que é realmente vocês, que é o Eu Sou –, essa separação foi extenuante. Vocês não desejariam isso a nenhum ser, de forma alguma. Mas foi justamente isso que serviu de impulso: o desejo de conhecer o amor, de retornar para si mesmos. Não é como se o seu eu conhecesse o amor, nem como se sua condição de Eu Sou conhecesse o amor. Não é isso. Assim, a separação foi mútua. Vocês, separados de si mesmos, separados da Fonte. É algo muito difícil.
Vocês se sentem perdidos e sozinhos, sentem como se tivessem feito algo errado e não entendem como retomar seu caminho. Ao mesmo tempo, o Eu Sou, a alma sente a separação de vocês, que é ela mesma.
Conseguem imaginar o que a alma sente quando está tão fria e vazia? Como se estivesse distante? Como se o próprio filho tivesse fugido e ela não soubesse onde ele está? Conseguem imaginar aquele desejo mútuo de estarem juntos novamente, mas de uma maneira muito, muito diferente; estarem juntos de novo, sem ter mais essa separação? Esse era o combustível para o amor que nenhum outro ser jamais vivenciou.
Verso Favorito de Adamus
Assim, o meu verso favorito na coisa toda é: “Achei que era eu que esperava... Achei que era eu que esperava, mas talvez isso estivesse esperando por mim.” Isso é fantástico, porque todos nós, David, todos vocês, estão buscando, esperando que algo aconteça. Os humanos, em geral, ficam esperando que os aliens aterrissem, esperando que Jesus retorne. Mal posso esperar que alguém me convide pra falar da Segunda Vinda de Jesus. Será muito bom. [Risadas] Mas ficam esperando e esperando: “Quando isso vai acontecer?” É quase como um musical da Broadway em si. Esperando que os céus se abram, esperando que as carruagens desçam, esperando pelo seu amor há muito perdido, esperando pelo que quer que seja.
Esperando e esperando. E, aí, por fim, na grande Realização, percebem: “Isso estava esperando por mim. Sempre esteve aí. Estava esperando por mim. Estava esperando até que eu tivesse a consciência, a percepção.” E percepção não é uma coisa intelectual. Não se vai à universidade estudar percepção pra, de repente, adquiri-la. Dorothy não sai por aí distribuindo percepção em O Mágico de Oz.
Percepção é simplesmente se permitir estar consciente: “Eu Sou. Eu Sou consciente.” E na percepção não significa que vocês estejam conscientes de cada objeto na sala. Isso não é importante. Percepção é: “Eu Sou. Eu Existo.” E, quando permitem que a percepção apareça, parem de estudar a coisa, parem de perseguir as respostas espirituais, a grande verdade. Não há nenhum além do Eu Sou. Quando isso acontece, quando a percepção está lá, sua luz está lá e vocês estão Presentes... Tantas pessoas não estão presentes; estão noutro lugar, no passado e no futuro. E, aí, esquecem que o passado e o futuro já estão aqui de qualquer jeito, mas elas estão fora buscando isso. Quando vocês chegam a esse ponto de percepção e Presença, sua luz está aqui, e vocês não têm mais medo de sua luz, vocês não ficam mais dizendo que as respostas estão noutro lugar, numa terra alienígena, com um guru ou sei lá onde mais. Quando vocês chegam nesse ponto, é quando percebem que isso estava esperando por vocês, que a riqueza sempre esteve aí esperando por vocês.
O amor, tecnicamente, ainda não está lá, embora haja todo o potencial para que ele esteja. Não é como se a sua alma estivesse simplesmente repleta de amor. Ela aprende todos os dias com vocês. Mas ele está lá, esperando. Aquilo que vocês chamam de respostas, aquilo que vocês chamam de caminho mais fácil, tudo isso está lá, aguardando.
No vídeo, o homem que canta diz que todo esse tempo ele estava esperando, mas quando ele tem a Realização – paft –, era isso que estava esperando por ele. E todo o ruído mental, todo o pensamento, ficar processando, dando voltas, de repente, desaparece: “Isso só estava esperando que eu estivesse aqui, Presente. Não preciso me arrumar todo para a ocasião. Não preciso me livrar dos pecados. Não preciso ser PhD em metafísica numa porcaria de faculdade metafísica. [Risadas] Quem inventa essas graduações? Quem busca essas graduações é que é a grande questão.
Talvez isso esteja apenas esperando por vocês e, então, vocês chegam. Vocês param de preencher os dias com perguntas tipo: “O que devo fazer?” E passam a encarar a vida com curiosidade: “O que tem ali? O que vem a seguir? Quem sou eu? O que isso realmente significa?” Mas sem ser algo intelectual. Vocês não tentam o encontrar as respostas. Vocês se abrem com curiosidade.
“Como o cenário de Jami se parece? O que é preciso pra chegarmos lá?” Mas, em vez de responder a isso vocês mesmos ou buscar as respostas em algum lugar, é a curiosidade que abre a porta. E, então, pode-se dizer que o universo, mas que de fato é a própria energia de vocês, vai responder. Mas não com uma resposta longa intelectual. Muitas vezes, é com uma palavra, mas que está repleta de sentimento e significado. Às vezes, é algo muito, muito simples.
Talvez esteja lá, esperando por vocês, e agora vocês tenham chegado lá, porque pararam com a performance, pararam com toda a construção da identidade. Vocês respiram fundo e liberam tudo isso.
Respirem fundo. “Eu Sou, Aqui.”
Assumam a Mestria
Antes de prosseguirmos, quero ressaltar uma coisa muito importante. Tudo isso faz parte desse produto que lançamos recentemente chamado Master Up (Assumam a Mestria) [aqui]. É interessante que não tenha se tornado mais popular, mas eu sei o motivo. Foi porque diz: “Se quiser seguir adiante, se quiser realmente avançar da consciência para a Consciência Criativa, é preciso liberar tudo.” Vocês têm que liberar essas identidades.
Têm que liberar suas feridas. Não quero mais ouvir sobre suas feridas. Realmente não quero, e vocês também não. Vocês têm que a energia de coitadinhos. E alguns fazem isso de modo passivo agressivo. Vocês não estão exatamente focados nas feridas, mas ficam dizendo: “Não estou realmente pronto. Não acho que eu esteja pronto para as respostas no momento. Não estou pronto para a próxima etapa.” Vocês precisam liberar isso. Todas as desculpas, essa coisa de ficar processando tudo, a energia de coitadinhos, de infância ruim. Superem isso. Vocês estão escolhendo a podridão. Foi criação de vocês, e teve uma razão para acontecer. Há sabedoria lá. Se parassem de resmungar, sentiriam a sabedoria.
Precisam deixar isso pra trás. Sei que muitos de vocês estão enfrentando dificuldades. Desapeguem disso. Nem combina mais com vocês. Isso prende vocês em ciclos mentais. Impede que a energia sirva vocês. E vocês ficam aí esperando e esperando, quando, na verdade, é a situação que está esperando vocês se libertarem dessas coisas. Tudo isso – a mentalidade de vítima, essa coisa de não ter as respostas, não ter certeza, e todo o resto. Vocês precisam liberar isso.
Pra onde estamos indo, como eu já disse muitas vezes, isso não tem lugar. Vai tornar tudo muito difícil. Se tentarem carregar essas coisas velhas, tudo será muito difícil. Permitam-se recomeçar. Deixem tudo isso pra trás. Chega de ficar culpando os outros. Chega de ficar remoendo o que fizeram de errado. Deixem tudo isso ir embora.
Assumam sua mestria pra podermos avançar, pra podermos expandir rumo à verdadeira senciência. Vocês não conseguirão alcançar essa nova senciência, essa riqueza, se ainda carregarem velhas feridas e desculpas, como “não tenho dinheiro” ou “ninguém me ama”. Ah, calem a boca. Vamos assumir a mestria e seguir em frente.
Isso é algo muito velho. É uma performance velha que simplesmente não tem mais lugar aqui. E desculpem se não pareço ter muita compaixão pelas lamúrias de vocês, mas é que realmente não tenho. [Risadas] E podem me citar quanto a isso. Não, na verdade eu tenho uma imensa compaixão. É por isso que fico irritado com esses velhos joguinhos. Apenas larguem todos eles.
Tudo bem, vamos respirar bem fundo agora. Respirem bem fundo.
O Futuro
Vamos falar sobre o futuro. O futuro. Sim, ah, não seria incrível se vocês tivessem nascido com um desses dons psíquicos? Vocês poderiam ver o futuro e saber exatamente o que vai acontecer. Vocês dizem que não, que não querem isso. Vocês não querem saber como estará a bolsa de valores na semana que vem? E não querem saber em qual cavalo apostar, ou sei lá o quê?
Mas o futuro... os humanos se preocupam com o futuro. O futuro para as pessoas baseia-se realmente no passado. Existe a expectativa de que, na verdade, não há um amanhã; há apenas o hoje se repetindo. E é assim que as coisas são para a maioria das pessoas.
Já falei sobre isso antes, que a maioria das pessoas simplesmente permanece igual. Pouca coisa muda na vida delas. Mas elas continuam as mesmas, existência após existência. Elas nem sequer mudam a família ancestral; voltam direto para a mesma linhagem. E se mantêm acorrentadas a elas, ainda por cima. Elas retornam, às vezes, para a casa onde viveram numa vida passada, ou não se afastam muito, talvez 25, 50 quilômetros de onde cresceram noutra existência. Essa é a definição de loucura.
Então, para a maioria das pessoas, na verdade, não existe futuro. Pelo menos, não agora. Quer dizer, ele está lá, à espera delas, mas elas não estão prontas. Assim, o futuro se resume a uma pequena esperança e a um sonho, mas a nada grandioso. Nada grandioso. Quero tratar agora do que é, de fato, o futuro.
Vocês falaram sobre ele a vida inteira. Tentaram senti-lo. Quantos de vocês consultaram videntes nos últimos três meses? É melhor eu não ver nenhuma mão levantada. [Risadas] É, peguei alguns no flagra, não foi? Eu enxergo isso. Eu sei como é. Às vezes, sinto até vergonha. Mas vamos falar sobre o futuro.
Ele é muito importante neste momento. Esta será uma daquelas conversas decisivas. Hoje, vocês podem achar que foi legal, mas vão perceber depois que foi algo significativo.
O que É o Futuro?
Certo, Linda, o microfone. A pergunta é: O que é o futuro?
O que é o futuro? Além disso, essa será uma parte muito importante do novo Guia Metafísico do Círculo Carmesim. Ainda estamos trabalhando num guia para IA. Faremos um novo Guia Metafísico. Como vocês definem o futuro?
Certo. Quero ouvir algumas respostas boas repletas de sabedoria, metafísica e tudo mais. O que é o futuro?
TODD: Há tantas respostas de metidos a espertos, mas nenhuma se sobressai.
ADAMUS: É isso mesmo. “Metidos a espertos” é ótimo.
TODD: Sabe, a minha percepção das coisas agora é diferente de como era antes. Tenho a sensação de que o futuro é, de certa forma, o campo entre a senciência e a Presença. É como se estivéssemos trabalhando com...
ADAMUS: O que seu futuro reserva?
TODD: O que meu futuro reserva? Eu realmente não sei. Quero dizer, eu não... É que...
ADAMUS: Ohhhh... Passou raspando. Raspando.
TODD: Bom, é aqui que está a questão pra mim. Se estou verdadeiramente praticando o Permitir e estou me permitindo simplesmente estar presente, então, saber como será o futuro significa que tenho uma agenda. Significa que tem algo projetado para a frente, indicando para onde estou indo; e, nesse caso, não estou Permitindo.
ADAMUS: Está correto, sim.
TODD: Então, parte do processo de Permitir foi, de certa forma, sentir que eu abri mão daquilo. Não estou dizendo que já superei totalmente, mas tento estar mais consciente de viver o momento presente, onde quer que eu esteja. E, então, sabe, é mais uma questão de percepção e de confiar. Confiar e Permitir que tem um processo acontecendo. Está acontecendo, e está acontecendo. E não ficar abalado com relação a isso. Então, a identidade tem passado por oscilações, porque parece que ela quer saber das coisas ou fica zombando dessa postura de Permitir. Mas aí criei uma expressão perfeita, um distintivo de mérito do “Foda-se” que concedo ao universo por essas coisas incríveis que acabam acontecendo, e que parecem servir apenas pra mostrar ao meu ego que ele não está no controle e que aquilo que ele acha que quer que aconteça não...
ADAMUS [interrompendo]: E aí é quando o Mestre para de falar.
TODD: Certo. [Risadas]
ADAMUS: Você falou lindamente até os dois últimos minutos mais ou menos. [Mais risadas] Não, estou falando sério. A mente começou a dar voltas e você foi ficando mental, e aí quase negou a beleza do que disse. Você colocou muito, muito bem antes. E é quando todos vocês devem respirar fundo. Vocês não têm que explicar demais as coisas pra si mesmos nem pra ninguém. Vocês param em determinado ponto e meio que se afastam, na hora que tentarem explicar sobre o futuro para as pessoas. E vocês falam o mínimo possível e depois observam. Será que elas captaram? Não. Tudo bem. Aí, vocês seguem em frente. Ou algo está acontecendo com elas? O campo de vocês está tocando o campo delas e, de repente, algo está mudando. Elas não vão saber realmente o que é, mas a luz de vocês forneceu essa oportunidade pra elas.
Então, como você resumiria isso? O que é o futuro?
TODD: Futuro é Permiti-lo.
ADAMUS: Certo. É uma boa forma de dizer, sim. Por sinal, não tem resposta certa ou errada, mas tem a resposta de Adamus. [Risadas] Certo. O que é o futuro? Metafísicos, se apresentem! Você já entregou à Sue. [Ele está falando com a Linda.]
SUE: Eu sei.
ADAMUS: É. Não. Outra pessoa, Linda.
LINDA: Ah, me desculpe.
ADAMUS: Linda, este lado da sala [à esquerda dele] está implorando pelo microfone.
LINDA: Onde, onde, onde?
ADAMUS: Este lado [à direita dele] está tipo: “Nãão.”
O que é o futuro?
STEPHANIE: Pra mim, o futuro é liberdade.
ADAMUS: Certo. Ótimo.
STEPHANIE: Tipo aquela coisa de IA com capacidade de ação, sabe? Em que a sua energia simplesmente se molda por conta própria. Quer dizer, ela já faz isso agora...
ADAMUS: Fale no microfone, por favor.
STEPHANIE: Ela se molda utilizando as fórmulas necessárias pra me sustentar, onde quer que eu esteja e em qualquer universo em que eu me encontre. Portanto, quero carta branca pra me autodefinir, aparecer onde eu quiser e ter liberdade pra fazer isso.
ADAMUS: Ótimo. Quando mais jovem, você planejava muito o futuro?
STEPHANIE: Ãh-ãh. Não.
ADAMUS: Não? Isso nunca importou pra você?
STEPHANIE: Não. Não. E, cerca de cinco anos atrás, havia toda essa coisa de trazer um eu futuro que tivesse uma cor linda, e isso quase acabou com a minha biologia, mas nós conseguimos. [Ela se emociona.]
ADAMUS: Vocês conseguiram. Ótimo. Odeio quando isso acontece.
STEPHANIE: Oh, Deus. Se vira e vai em frente.
ADAMUS [rindo]: Certo, certo.
STEPHANIE: Então, sim. Mas essa liberdade é o que eu quero quando eu for embora daqui.
ADAMUS: Certo.
STEPHANIE: Enfim, não se morre, realmente.
ADAMUS: Certo, isso. Alguns tentaram; não dá certo.
STEPHANIE: Eu tentei, tantas vezes, e é tipo: não vou entrar nessa, entende?
ADAMUS: Já imaginou alguém decidir acabar com tudo e descobrir que, ao passar pro outro lado... "Caramba, eu ainda estou aqui"?
STEPHANIE: “Ainda estou vivo”, certo? Então, tipo, desista... é, enfim... Então, é assim que eu quero a coisa. É assim que eu sempre quis.
ADAMUS: Certo, Liberdade. Liberdade, isso é ótimo. Certo.
Mais algumas pessoas. O que é o futuro?
CATHERINE: Ah, oi.
ADAMUS: Oi.
CATHERINE: Eu diria que é a minha criação, mas, aí, é quando, pra mim, tudo acaba indo parar no meio do nada, porque aí começo a envolver meu chefe na história e tento controlar a situação.
ADAMUS: Você faz planejamento?
CATHERINE: Ah, sim, é isso que eu faço na vida.
ADAMUS: Seu nome e, por baixo, “Planejadora”. [Ela ri.]
ADAMUS: Mas, veja, o planejamento pode ser uma coisa boa até certo ponto. E, depois, cria-se meio que uma gravidade pesada da qual não se consegue escapar. Mas, sim, até certo ponto, é uma coisa boa.
CATHERINE: Sim, e parece que...
ADAMUS: O que o futuro reserva pra você?
CATHERINE: O que eu Permitir que ele reserve. Só não quero ficar pensando sobre isso, realmente.
ADAMUS: Sei. Mas é porque você tem medo dele? Ou...
CATHERINE: Ah, não, é porque eu quero saber o que eu posso criar sem criar, sem colocar minhas mãos lá.
ADAMUS: Tudo bem. Então, quando eu digo que o futuro agora é começar a participar com você da sua vida agora, o que isso significa? É assustador? Tipo: “Ei, saia da frente, futuro; eu sou o presente. Este é um apartamento de um quarto. E é...” Veja bem.
CATHERINE: Não, é maravilhoso. Mas ele simplesmente não dura. Esses pequenos momentos de Presença não duram muito. Eu me distraio muito facilmente e, então...
ADAMUS: Certo. Mas o que você acha que significa quando eu digo que o futuro está começando a participar das coisas?
CATHERINE: Que eu estou Permitindo cada vez mais desses momentos na minha vida.
ADAMUS: Certo.
CATHERINE: Tipo na canção, aprendendo a confiar. “Depois de aprender a confiar”, na música, foi um dos meus... Voltando à música. Porque esse verso realmente me tocou, já que eu acho que aprender isto significa que tenho que continuar confiando. Não é algo que vou fazer uma única vez e depois me cobrar com dureza sempre que eu esquecer: "Ah, fiz de novo." Eu simplesmente continuo fazendo.
ADAMUS: É. Certo, ótimo. Mais uma pessoa.
CATHERINE: E você disse que vai acontecer numa determinada hora ou num determinado dia, e vamos manter isso a cada vez por mais tempo.
ADAMUS: Ótimo. O que é o futuro? O future é a Linda entregando o microfone. Kerri, o que é o futuro? Antes, deixe-me fazer algumas perguntas pra você, Kerri.
KERRI: Ah, sim, por favor. Oh, vou até me levantar. Vamos lá, diga.
ADAMUS: Levante-se e dê uma voltinha. Bum.
KERRI: Ah, tudo bem. [Ela dá uma volta.]
ADAMUS: Não, não, estou brincan...
KERRI: Ah, você está brincando? Oh, me desculpe.
ADAMUS: Então, o futuro. Você se preocupa muito com o futuro.
KERRI: Ah, não.
ADAMUS: Sim, sim. A identidade...
KERRI: Tá, ontem eu me preocupei.
ADAMUS: E anteontem também, e antes de anteontem também.
KERRI: Certo, mas hoje é diferente.
ADAMUS: Bem, hoje você está ocupada, mas vai depois.
KERRI: Não.
ADAMUS: Sim. Então, você se preocupa com o futuro. O que vai acontecer com a Kerri? O que vai acontecer com essa identidade? Você adora sua identidade; você odeia sua identidade.
KERRI: Não, ela morreu. Eu não adoro ela. Não, não.
ADAMUS: Não, ela está viva agora mesmo. Sim.
KERRI: Eu vou recomeçar.
ADAMUS: Então, tem toda essa coisa com o futuro: “O que vai acontecer comigo? Vou ficar sozinha? Será que vou...?”
KERRI: É muito tarde pra isso. Já estou sozinha, então...
ADAMUS: Onde você disse que vai morar?
KERRI: Na Albânia.
ADAMUS: Na Albânia.
KERRI: Mas a Ivanka arruinou isso, aquela vaca. Ela foi lá, atropelou os flamingos, estragando tudo pra todos os americanos. Você obviamente não está por dentro das notícias, mas...
ADAMUS: [fazendo cara de desentendido] Eu não...
KERRI: Na Albânia.
ADAMUS: Sei. Tá. Então, você pensa muito sobre o futuro. Não, você se preocupa muito com o futuro. O que vai acontecer? Mas o que é o futuro, Kerri?
KERRI: Ela [eu do futuro] me traz de volta ao momento presente, me dá uns tapas de leve e diz: “Você vai viajar pelo mundo; você já tem sua liberdade.” Esse é o futuro.
ADAMUS: É, tudo bem.
KERRI: Ela vem falar comigo agora. Sim, vou falar sério.
ADAMUS: É, mas muitas vezes você não gosta do que ela diz quando vem falar com você. Eu ouvi você chamando ela de “puta do futuro”.
KERRI: Você ou o Geoff? Vocês dois...
ADAMUS: Descubra.
KERRI: ... estão juntos nisso? Okay.
ADAMUS: Você acha que o Cauldre implicaria com você? Você acha? Não, fui eu.
KERRI: Ele meio que tem medo, mas...
ADAMUS: Fui eu... [rindo] Certo.
KERRI: Eu causo isso nas pessoas. Você também deveria ter medo.
ADAMUS: O que é o futuro, Kerri?
KERRI: O que é o futuro?
ADAMUS: Assuma a mestria aqui. O que é o futuro?
KERRI: Eu não sei.
ADAMUS: Ughhh, ooooh, Kerri [apontando para o banheiro]. Kerri.
KERRI: Não, não, não.
ADAMUS: Kerri, banheiro.
KERRI: Tá, me deixa tentar de novo. Me deixa tentar de novo. O que é o futuro? É a minha ostra, e eu estou aceitando... [Adamus faz uma careta.] Não, é sério, estou aceitando o meu futuro. Eu tenho minha liberdade. Eu me aposentei, parcialmente.
ADAMUS: Kerri, você percebe que não está respondendo à pergunta?
KERRI: Não.
ADAMUS: Você acha que está, mas não está respondendo. O que é o futuro?
KERRI: [Ela sussurra algo para a Linda.]
LINDA: Você acabou de me ameaçar?
KERRI: Não! Eu disse: “Me ajuda! Me ajuda, Linda.” Tudo bem, o que é o futuro, cara? Tá, estou tentando, estou tentando.
ADAMUS: Kerri, respire fundo. Você está pensando demais agora. O que você sente num primeiro momento? O que é o futuro?
KERRI: É algo que não está formado, mas que está brilhando. E...
ADAMUS: Obrigado. Bum, você para bem aí. Assuma sua mestria. Você não precisa dizer muito mais coisa. Essas poucas palavras carregam mais vibração, mais sentimento, mais sabedoria do que todo o blá, blá, blá. E é um exemplo, não só pra você, Kerri, mas pra todo mundo. Diga algo e pare. Não entre nos ciclos mentais. Essa é uma das coisas de se ser um Mestre: deixe a coisa simples. Obrigado.
KERRI: Não, obrigada você.
ADAMUS: Obrigado. Namastê.
KERRI: Namastê.
ADAMUS: Vamos respirar bem fundo e... um momento de profundo significado.
O Futuro É Senciência
Os humanos passam muito tempo pensando e se preocupando com o futuro. Geralmente, ele é o produto do passado. Vocês seguem um caminho linear; o que fazem hoje provavelmente será o que farão amanhã. Os medos do passado são também os que se manifestarão no futuro. Com certeza.
Os medos do passado, os equívocos, todas as coisas que vocês fizeram de errado, seu carma ruim, tudo isso vai criar o futuro. Coisa realmente simples.
Muitas pessoas pensam no futuro como um calendário, uma data no calendário. Onze de novembro, 17 de janeiro do ano que vem, o que for. Daqui um ano, dois anos, cinco anos. É uma data. E, quando alguém pensa no próprio futuro, normalmente ele está associado a uma data. Em outras palavras: “O que farei daqui a dois anos, cinco anos?” E a pessoa chega a imaginar isso um pouco, mas depois descarta a ideia por medo.
“O que farei daqui a dois anos? Como será minha vida?” E por um breve momento a pessoa pensa: “Ah, pode ser linda e maravilhosa.” E, depois, bum, a gravidade a atinge dizendo: “Não, vai ser uma porcaria, assim como ela é hoje.” E ela deixa de pensar nisso. Então, o futuro tem sido associado ao tempo, e é como uma dessas coisas de mensuração lógica, o futuro.
Quando eu falo que o futuro de vocês está vindo participar disto aqui, vocês imaginam um ser retornando pelo calendário, talvez vindo de mil anos à frente, ou talvez de apenas cinco anos à frente. Não é nada disso.
O futuro é simplesmente senciência. Só isso.
“Causei”. Ou – vupt [passa a mão sobre a cabeça] – confundi todo mundo. Uma das duas coisas, não sei bem [rindo]. Não sei bem. A definir. É o grande E. E eu gostaria que vocês começassem a sentir isso, não a pensar demais nisso, mas sentir. O futuro é simplesmente senciência. É um sentimento que está por aí. Não na linha do tempo.
Os humanos estão muito acostumados a lidar com as coisas com base em cronogramas. As coisas levam certo tempo para acontecer. Pode ser um ciclo de dois anos ou de cinco anos. Se vocês atuam numa área que produza algo, existem ciclos de Pesquisa e Desenvolvimento e todos os outros processos. Assim, o futuro é simplesmente um marco temporal lá adiante. Mas, na verdade, o futuro real, a definição metafísica de futuro é senciência. É um sentimento. Apenas isso. E, quando falo sobre o futuro vir participar de sua vida agora, é uma senciência, não uma personalidade, mas... Seria alegria? Abundância? Amor?
O futuro é simplesmente senciência. E, quando as pessoas tentam ir até o futuro, fazem da perspectiva intelectual, mental, e aí: “É assim que estarei daqui a cinco anos.” Esse tipo de coisa. Mas não funciona desse jeito.
O que está se abrindo e chegando até vocês agora é que o futuro é uma forma de senciência, é uma percepção, é uma maneira de vivenciar e contemplar coisas que talvez vocês ainda não tenham. Então, quando esse sentimento e essa percepção – a senciência do futuro – chegam e passam a atuar junto com vocês no presente, as energias começam a se organizar. E a inteligência do futuro em si, dessa senciência e da sua inteligência humana começam a organizar as coisas e a conduzi-las por um caminho de vivência que poderá se concretizar amanhã ou no ano que vem, não importa. Mas sintam isso um instante.
O futuro é senciência. E você, Todd, mencionou isso logo de início. Mas eu precisava aprofundar toda esta discussão, por isso não lhe agradeci imediatamente. Mas é isso mesmo: você disse “senciência”. É exatamente disso que se trata. Imaginem a mudança de perspectiva.
Quando o futuro deixa de ser algo fora, numa linha de tempo, num calendário, ou o subproduto do ontem, um caminho à frente baseado no passado, o que se revela, no que chamam de futuro, é a senciência. E se essa senciência fosse uma senciência diferente da que vocês têm agora?
Vocês têm uma maneira de sentir, de estar conscientes, de perceber e, então, de responder e se expressar. Mas, se o futuro for apenas senciência, e talvez uma que vocês nunca tenham vivenciado, mas que está ali, não será vocês quem a aguarda, mas ela que aguarda por vocês, naquilo que se chamaria de futuro, embora não seja um futuro no sentido de amanhã. É um futuro, pode-se dizer, que já está aqui, mas que ainda não foi revelado.
Vocês podem ter gastado muito tempo se preocupando com o que iria acontecer depois na vida de vocês numa linha de tempo: “O que farei daqui a um ano? Será que ainda vou estar no mesmo emprego e com a mesma família? Será que estarei fazendo a mesma coisa e o que é preciso pra mudar isso?” E então vocês travam uma batalha mental pra fazer as mudanças: “Como vou conseguir fazer essa mudança? Como vou buscar minha verdadeira liberdade enquanto estou realmente estagnado, enquanto não tenho as respostas, não tenho dinheiro e não tenho apoio?” Ou seja lá quais sejam as desculpas. Isso tudo acaba.
Não tem mais sentido, porque o futuro que surge, essa senciência, é uma percepção, um sentimento, uma sensualidade inteiramente novos, uma forma inteiramente nova de perceber e vivenciar as coisas. E agora vocês não têm que realinhar as energias; elas se realinham por conta própria, com base nessa senciência, com base nesse sentimento que vocês Permitiram que viesse para a vida de vocês.
Imaginem isso um instante. Dois anos, três anos, cinco anos.
[Pausa]
Muitos de vocês estão presos em algumas situações neste momento que estão surgindo: “O que devo fazer agora?” E aí a mente volta para sua maneira de fazer as coisas e diz: “É porque isso tem que acontecer, aquilo tem que acontecer.” E: “Não acho que vá sequer acontecer. O que eu faço?” E, de repente, vocês ficam atolados. De repente, vocês intensificam a gravidade da situação atual, afeta seu futuro linear e vocês bloqueiam a senciência.
Em termos metafísicos, na física quântica, o futuro é senciência. E não digo isso de maneira etérea ou mesmo poética. Digo de maneira científica. E, novamente, são coisas que os físicos quânticos estão começando a examinar. Eles ainda estão longe de reconhecer isso como tal. Vocês ouviram sobre isso primeiro aqui. Mas o futuro é senciência. Que novo sentimento, que nova forma de perceber a realidade, que nova gravidade ou aerotheon surgirá?
Pode-se dizer que o futuro são seus potenciais, lá, esperando por vocês. Mas vocês não conseguem vê-los, não conseguem reconhecê-los nem defini-los; eles ficam lá mais ou menos como um conceito intelectual. Eles não aparecem até vocês os convidarem – ou melhor, Permitirem – o futuro como uma questão de senciência, não de tempo.
O tempo está se transformando neste momento. Está afrouxando. Está provocando muito caos no planeta, porque as pessoas não sabem como lidar com ele. Elas olham para o relógio e dizem: “Falta um minuto para as quatro.” E consideram que isso é tempo. Não é.
Tempo é uma progressão. É como uma evolução. Não depende de segundos ou minutos. O tempo, literalmente, é a evolução ou o descortinar da senciência.
Bum. Isso muda tudo. Isso muda tudo.
Falaremos cada vez mais sobre isso, mas estamos redefinindo o futuro aqui e agora. E a mente de vocês tem milhares de perguntas, mas Permitam que essas perguntas venham da curiosidade, não da obsessão mental: “E se o meu tempo, o meu conceito de tempo mudar?” Trata-se de senciência, não de calendário, onde, de repente, vocês olham o futuro acontecendo: “Que demônios, dragões e caos me aguardam?” Nenhum. Não estão mais lá. Todos os abismos, todas as criaturas perversas que saíam do conceito de futuro da mente de vocês, todas as coisas negativas que surgiriam, todos os... “não consigo seguir em frente porque o futuro é assustador”, tudo isso desaparece.
Agora, é a senciência. E a curiosidade abre a porta, dizendo: “Qual é o próximo nível de senciência?” Sem responder, mas Permitindo a experiência. Vocês não estão mais esperando que isso venha até vocês.
Vamos falar cada vez mais sobre isso, especialmente no Keahak, em termos da radiação que se projeta adiante. Mas sintam isto: o tempo é, na verdade, apenas senciência. É só isso que ele é.
Vamos respirar bem fundo e colocar uma música para o merabh. E minha pergunta é: que tipo de vídeo vão fazer com base nisso? É. Não têm muito tempo pra produzi-lo porque o próximo encontro é daqui a três semanas apenas. Será o final desta Série O Grande E. Não parece que ela começou ontem? E, por sinal, vamos fazer uma coisa diferente na última sessão da Série O Grande E, a número 11.
Em vez de dar minha palestra enfadonha e longa, vamos fazer um jogo. Vejam, eu costumava dizer que, se voltasse à Terra, coisa que não farei, mas se eu voltasse, o que eu realmente iria querer fazer como carreira, ocupação, paixão, era ser apresentador de programa de auditório com jogos. [Risadas] Mais que tudo. Eu sonho com isso. Penso nisso todos os dias. Tentei organizar jogos no Clube dos Mestres Ascensos, mas todo mundo fugiu. Não sei por quê.
Não, eu gostaria de ser apresentador desses jogos, em parte, porque a vida é um grande jogo. Vocês têm que rir. É só um jogo e eu quero conduzi-los, quero falar com as pessoas sobre os jogos delas, então, faremos um game show.
Teremos três equipes participando, com duas pessoas em cada uma. Vamos montar o palco aqui e deixar tudo pronto. Lembram – alguns de vocês devem se lembrar – de quando fizemos isso anos atrás, no Coal Creek Hall? Ah, era muito divertido. Desta vez, será algo mais elaborado. Terá mais senciência, mais riqueza.
Então, três equipes. Duas estarão aqui, presencialmente, e uma estará on-line. Usaremos a tecnologia para trazê-los pra cá. Como dizem? Zoom? Estarão aqui on-line. A equipe está lá atrás, pensando: “Minha nossa, o que ele está fazendo?” Ah, será divertido. Muito divertido. E tudo terá como base o material da Série O Grande E, as perguntas. Vai ter algum tipo de grande prêmio, seja ele qual for. E uma viagem para... pra onde era mesmo que você queria ir, Kerri? Albânia ou algum lugar assim? É, uma viagem com a Kerri para a Albânia. [Risadas] Então, a coisa é pra se divertir.
Vamos começar a vivenciar as coisas, a nos divertir. Há muita sabedoria no que vamos fazer, muita diversão também. E o importante a se lembrar o tempo inteiro é que não precisamos tornar tudo uma coisa intelectual. Não temos que pensar demais. Vocês podem criar uma música que é um recipiente para a consciência, como no vídeo que está codificado, que irradia sua luz. E que está dentro, esse campo está dentro de cada ouvinte, que, então, brilha sua própria luz. Mas, voltando ao game show.
Eu serei o apresentador, é claro. E teremos aqui uma equipe de três jurados. Três jurados que vão me ajudar a decidir quem dá as melhores respostas. O que quero dizer é que vamos nos divertir muito. E será um ótimo exemplo de como, primeiramente, usar sua verdadeira sabedoria e, por meio dela, deixar a criatividade e o humor fluírem. O humor é uma grande forma de sabedoria. E também de perceber que as coisas não precisam ser totalmente sérias o tempo todo. Vocês podem se divertir.
Então, faremos isso no mês que vem. Se vocês tiverem interesse em participar, se certifiquem de ter um parceiro de equipe e enviem sua inscrição* – na verdade, não é bem uma inscrição formal, basta dizer que quer participar – e nós... O Cauldre está pensando rápido aqui. Ele está tipo: "Adamus!" Nós informaremos pra onde vocês devem enviar isso. Duas equipes aqui ao vivo, uma equipe on-line e muita diversão.
* As inscrições devem ser enviadas até 25 de julho de 2026. Por favor, voltem aqui para conferir o endereço de e-mail que vocês podem usar.
Merabh para o Novo Tempo
Vamos voltar ao ponto. Vamos voltar ao nosso merabh agora.
[A música começa.]
Vamos respirar bem fundo nesta nova compreensão do tempo. Ela muda tudo. Por que eu não disse isso antes? A consciência não está pronta.
Quando a consciência está presente, é aberta, é livre e permite que sua luz brilhe, as revelações são surpreendentes. E estamos fazendo isso bem aqui: a apresentação ao mundo do tempo como senciência.
Mas, para continuarmos com este merabh, quero falar sobre os riscos.
Se existe um momento pra vocês correrem riscos na vida, é agora mesmo.
Se vocês tiverem grandes questões pendentes, grandes dúvidas sobre o próximo passo ou sobre como realizar as coisas, vocês sabem muito bem como é ficarem travados com tudo isso. Digamos que vocês queiram largar o emprego e abrir uma loja on-line ou algo do tipo, não importa, mas fazer algo diferente. Vocês pensam nisso há anos. É uma paixão ardente: “Eu realmente quero fazer isso.” Mas não fizeram. Ficaram presos no tempo, pensando: “Tá, se eu começar meu atendimento on-line, quanto tempo vai levar pra se tornar operacional?” E: “De quanto dinheiro vou precisar?” E: “Quais serão os desafios?” E aí vocês não fazem nada.
E você simplesmente fica ali, parado. O tempo perde toda a sua senciência. Ele se transforma num calendário. Torna-se apenas datas. Vira uma sucessão de obstáculos e metas ao longo de uma linha temporal. Sem senciência. Sem sentimento.
Neste momento, na sua vida, há certas coisas sobre as quais vocês vêm ponderando, têm refletido, e com as quais têm tido dificuldade. Agora é a hora de correr o risco. Chega de desculpas. Chega de tentar entender tudo de antemão. É um salto enorme.
Não estou dizendo que é fácil, mas agora é a hora de correr o risco. As energias estão totalmente preparadas pra isso. Elas estão esperando por vocês. De verdade.
Então, quando vocês respiram fundo e tomam essa decisão, assumem esse risco, tudo começa a acontecer.
E, sim, muitas vezes, vocês dizem: “Tá, vou fazer, vou começar esse negócio.” Ou: “Vou vender tudo e viajar.” Não importa o que seja, é assustador, por causa do tempo.
“O que vai acontecer amanhã, na semana que vem, ou na outra?” É assustador. Mas, quando vocês finalmente dizem “dane-se, vou fazer, agora ou nunca”, coisas incríveis acontecem.
Sim, de início, pode parecer que vocês serão esbofeteados na cara. Vocês tomam essa decisão e a gravidade, as velhas identidades, elas voltam: “Que diabos você está fazendo? Volte pro seu buraquinho onde é seguro.” Sim, entediante, mas realmente seguro.
Mas, aí, literalmente, numa questão de dias, semanas, tudo começa a mudar. As energias se alinham de maneira diferente. As coisas estão lá pra vocês. Vocês não estão mais focados no tempo. Vocês são senciência, sentimento e riqueza.
É muito difícil ter riqueza se tudo na vida se baseia no tempo. Vocês ficarão sempre esperando. Isso é interessante com relação ao tempo linear humano. Vocês estão sempre esperando.
Talvez ele esteja esperando por vocês.
[Pausa]
Assumam o risco.
E, por mais assustador que seja, observem como as energias vão servir vocês.
Neste momento, pra vocês, é hora de dobrar a esquina nessa senciência de riqueza.
Profundidade, por exemplo, em uma reunião de família. A profundidade do amor.
Riqueza ao contemplarem uma bela pintura e se sentirem tocados por ela de uma maneira diferente. Já não é apenas uma experiência visual; torna-se uma experiência plena, sentida no corpo. Vivenciada na mente, mas sentida em níveis muito difíceis de definir neste momento.
O tempo linear não guarda essa riqueza.
Além disso, o tempo, neste momento... estou dizendo pra assumirem o risco porque, antes, o futuro era baseado no passado.
O que aconteceu no passado meio que é uma progressão, às vezes, uma evolução do passado para o futuro. Mas, com o passado mudando neste momento, com as velhas histórias liberando suas identidades, reescrevendo suas histórias, todo o conceito do que vocês conheciam como tempo sai porta afora. Vocês não contam mais com o passado. Não há mais uma alma gêmea do passado.
Então, se vocês continuarem buscando no futuro como faziam, tudo começa a desmoronar, porque nada estará mais definido pelo passado.
A sensação é de caos. Talvez não haja nada lá. Talvez esteja só repleto de fantasmas e bichos-papões.
Então, todo o conceito de tempo que vocês conheciam se desfaz. É quando vocês respiram fundo e percebem: “Ah, mas o tempo é senciência.” É só o que ele é. Isso muda tudo.
Vocês não precisam se esforçar. Basta respirarem fundo e estarem conscientes do que está acontecendo.
O tempo do velho calendário, do modo como vocês o percebiam na vida, tudo está desaparecendo. Está sendo substituído pela senciência. Sentimentos que vocês nunca tiveram.
Não estou falando de emoções. Estou falando de riqueza e profundidade, daquilo que vocês têm buscado, na verdade. No fundo, não se poderia dizer que toda a jornada espiritual não tratava de encontrar algum ser grandioso, mas sim de senciência e riqueza? Alguns chamam isso de plenitude.
Isso conduz a um tipo de experiência totalmente diferente em sua vida.
Isso altera a gravidade.
Sem dúvida, muda a identificação, a forma como vocês se identificavam consigo mesmos.
O que isso traz é riqueza, um amor que vocês jamais vivenciaram, abundância energética, saúde, percepção. Riqueza em tudo.
Falaremos mais sobre isso no evento do Merlin, em setembro; mas, por enquanto, quero apenas semear o campo, por assim dizer, com riqueza. E, por favor, não tentem se esforçar pra isso. Por favor, não pensem que precisam fazer qualquer coisa além de simplesmente estarem presentes.
Vamos respirar bem fundo.
E vamos, juntos, na beleza deste momento, com todos nós reunidos de várias partes do mundo, conceder ao tempo a sua liberdade.
Vamos dar liberdade ao tempo.
Nós o retivemos com força por tanto tempo, definindo-o de maneira tão cuidadosa e restrita. Mas, para começar, ele nunca foi real.
Vamos dar ao tempo liberdade.
Agora, verifiquem. Neste momento, sintam suas vidas passadas. Quando o tempo tem liberdade, o que acontece?
O que acontece com as energias, as suas energias que servem vocês? O que acontece com elas quando o tempo tem liberdade?
[Pausa]
E agora, o futuro, em vez de ser um ponto no horizonte, como isso muda o futuro?
[Pausa]
Tenham curiosidade quanto a isso, mas não pensem demais.
“Como isso afeta a minha vida? Que novas coisas se abrem pra mim? Como minha velha identidade se sente com tudo isso? Já consigo imaginar a cena: ficando toda perturbada, sentindo que tudo está fora de controle. Humm, que interessante. Fico imaginando por que a sensação é a de que está tudo tão fora de controle.”
Abordem isso com curiosidade, não com lógica. E observem como o futuro se torna algo totalmente diferente. Não mais amanhã, mas participando com vocês, hoje.
Não como um relógio, não como um calendário, mas como um jeito novo de perceber a realidade e a si mesmos.
Vamos respirar bem fundo.
Assumam o risco.
Parem de procrastinar.
Parem de esperar.
Parem de racionalizar.
Parem de ter medo.
E Permitam a senciência do nosso novo tempo.
Vamos respirar bem fundo juntos, simplesmente deixando que aconteça agora mesmo. Não forcem a coisa. Em caso de se perguntarem se estão prontos. Claro que estão. Talvez já tenha passado da hora.
Só um aviso: Não pensem demais. Sintam.
É disso que se trata a senciência. Sentir, ter consciência, em níveis que vão muito além do corpo, da mente e das emoções. Caminhem com ela.
Sim, saiam para caminhar com ela – literalmente –, com nova senciência do tempo. Mas assumam a mestria. Não fiquem falando demais. Não tentem explicar nada. Não se percam em seus ciclos mentais.
Respirem fundo: “Eu Existo. Onde antes existiam o tempo do relógio e o tempo do calendário, onde antes o futuro era uma data distante no horizonte, agora ele está comigo, aqui e agora, como senciência. E Permito que os sentimentos e a consciência se manifestem.”
Caminhem como o novo tempo.
Vamos respirar bem fundo juntos, bem fundo.
Assumam o risco.
O verdadeiro risco é não realizar isso, não fazer o que seu coração almeja, não fazer o que a sabedoria está solicitando que vocês façam.
Vamos respirar bem fundo juntos enquanto fazemos a transição do velho tempo para a senciência.
Com isso, queridos amigos, como sabem, tudo está bem em toda a criação.
Agradeço a todos vocês. Obrigado.
Eu Sou Adamus of Sovereign Domain.
[Aplausos]
LINDA: Então, com isso, respirem bem fundo. Estejam nessa senciência. Permitam o sentimento e a percepção, uma forma inteiramente nova de ser, de ver. Respirem fundo, honrando a si mesmos, sempre, sempre. Sintam o que tudo isso significa para vocês, porque é algo único para cada um de nós. Sintam. Fluam com isso. Respirem. Respirem fundo. É tudo a sua energia. Sintam isso, sem perspectiva, por tudo que vocês são. E, com isso, encerramos este Shoud incrível. Recebemos tanto com ele, nós que estamos aqui, vocês que estão acompanhando on-line. Obrigada. Enquanto encerramos este Shoud, está acontecendo!
Tradução de Inês Fernandes – inesfernandes1305@gmail.com